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A frase que as pessoas de sucesso mais usam no mundo, mas muitos têm medo de dizer, tem apenas 3 palavras, seu efeito impressiona e muda como as pessoas te percebem, diz psicólogo dos EUA, palestrante de Pixar e Google

Escrito por Flavia Marinho
Publicado em 21/01/2026 às 11:38
A frase que as pessoas de sucesso mais usam no mundo, mas muitos têm medo de dizer, tem apenas 3 palavras, seu efeito impressiona e muda como as pessoas te percebem, diz psicólogo dos EUA, palestrante de Pixar e Google
Em relacionamentos e no dia a dia, Scott Shigeoka, psicólogo renomado, que já palestrou em Pixar e Google, defende que frase curta de apenas 3 palavras, para reconhecer falhas, provoca mais confiança, abre espaço para aprendizado e muda como as pessoas te percebem nas relações e no trabalho.
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Em relacionamentos e no dia a dia, Scott Shigeoka, psicólogo renomado, que já palestrou em Pixar e Google, defende que frase curta de apenas 3 palavras, para reconhecer falhas, provoca mais confiança, abre espaço para aprendizado e muda como as pessoas te percebem nas relações e no trabalho.

Scott Shigeoka é formado em psicologia e virou referência ao estudar um tema que chama atenção em empresas e universidades: a curiosidade. Ele já deu palestras na Pixar, IDEO, Airbnb, Google e em universidades de vários países, e também é autor do livro Seek: How Curiosity Can Transform Your Life and Change the World.

Mas, entre tantas ferramentas de comunicação, o psicólogo destaca uma que parece simples e ao mesmo tempo difícil para muita gente. Segundo ele, existe uma frase de 3 palavras que pessoas bem sucedidas costumam usar, mesmo que muitos sintam medo de pronunciar.

A frase é direta, curta e mexe com o ego de qualquer um: “Eu estava errado”.

A frase de 3 palavras que, segundo o psicólogo Scott Shigeoka, aparece com frequência entre pessoas bem sucedidas

De acordo com Scott Shigeoka, admitir um erro é algo que pessoas de sucesso e pessoas consideradas mais “legais” fazem com mais naturalidade. Elas não fogem de dizer “Eu estava errado”, mesmo quando isso parece desconfortável.

O detalhe que mais chama atenção é que esse hábito não tem a ver com se diminuir. Para o especialista, errar não mede o valor de ninguém e nenhum erro define uma pessoa por completo.

Quando alguém consegue aceitar a própria falha, assumir a responsabilidade e aprender com a situação, o impacto não fica só no momento. Isso tende a virar um padrão que fortalece relacionamentos e melhora a convivência em ambientes pessoais e profissionais.

Por que admitir o erro muda a forma como os outros te enxergam

Muita gente ainda associa erro a falta de inteligência ou falta de capacidade. É como se falhar significasse “valer menos”. Só que, segundo o que Shigeoka defende, acontece justamente o contrário.

Pessoas boas e pessoas inteligentes costumam usar expressões como “sinto muito” e colocam o ato de assumir erros como parte do dia a dia. Isso não apaga autoridade, mas sinaliza maturidade e responsabilidade.

Também existe um medo comum de julgamento. Algumas pessoas pensam que vão ser vistas de forma pior se admitirem a falha. Porém, de acordo com o psicólogo, quando alguém reconhece que errou, os outros tendem a enxergar essa pessoa como mais inteligente, melhor companheira e mais amigável.

O que essa atitude prova na prática: aprendizado, crescimento e uma virada de postura

Shigeoka conecta esse comportamento à ideia de priorizar aprendizado e crescimento. Ele cita uma frase atribuída a Winston Churchill que resume bem esse ponto: “sucesso é aprender a ir de fracasso em fracasso sem desespero”.

Na lógica apresentada pelo especialista, fracassar pode ser uma das melhores formas de aprender. E reconhecer o erro, em vez de esconder, encurta o caminho até a melhoria do comportamento.

Outro ponto importante é a sensação de controle. É mais provável admitir que errou quando a pessoa acredita que tem poder de mudar o próprio comportamento. Isso transforma o erro em ponto de partida, não em sentença.

A curiosidade entra como “motor” da mudança quando alguém diz que você está errado, afirma Scott Shigeoka

Existe um comportamento que costuma aparecer junto com o “Eu estava errado”, segundo Shigeoka: a curiosidade. E é aqui que muita discussão poderia mudar de rumo.

Quando alguém diz que você está errado, a tendência é ficar na defensiva. O especialista propõe outra reação: tentar entender o motivo. Em vez de rebater automaticamente, vale usar uma pergunta simples e direta, como “conte me mais”.

Essa postura muda o clima da conversa, reduz conflito e abre espaço para ajuste real, não apenas para vencer uma discussão.

No fim, Scott Shigeoka reforça que o “Eu estava errado”, que às vezes custa tanto para sair, também funciona como lembrete de que seres humanos são feitos para perdoar, até mesmo estranhos.

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Flavia Marinho

Flavia Marinho é Engenheira pós-graduada, com vasta experiência na indústria de construção naval onshore e offshore. Nos últimos anos, tem se dedicado a escrever artigos para sites de notícias nas áreas militar, segurança, indústria, petróleo e gás, energia, construção naval, geopolítica, empregos e cursos. Entre em contato com flaviacamil@gmail.com ou WhatsApp +55 21 973996379 para correções, sugestão de pauta, divulgação de vagas de emprego ou proposta de publicidade em nosso portal.

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