Vídeo publicado em setembro impulsiona vendas da Cruisecup, empresa fundada em 2025 por Michael Satterlee, que expandiu produção para mais de 130 impressoras após sucesso online nos Estados Unidos
Negócio criado aos 18 anos com impressora 3D, 50 milhões de visualizações e faturamento de US$ 300 mil (o equivalente a R$ 1,6 milhão na cotação atual) em novembro impulsiona empresa de copos funcionais lançada em 2025 por um adolescente nos Estados Unidos.
Michael Satterlee, adolescente de 18 anos, fundou a empresa Cruisecup em Nova York e arrecadou 300 mil dólares em novembro, após um vídeo viral publicado em setembro ultrapassar 50 milhões de visualizações, impulsionando vendas de copos produzidos com impressoras 3D.
A trajetória começou com uma ideia simples, uma impressora 3D e latinhas de refrigerante reaproveitadas, resultando em um produto de apelo visual e funcionamento incomum, que rapidamente se destacou em plataformas digitais.
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O vídeo viral apresenta o principal item da Cruisecup, um dispositivo que armazena uma ou mais latinhas e ejeta a embalagem usada de forma abrupta ao inserir outra bebida.
A repercussão foi ampliada por comparações feitas por internautas entre o mecanismo do copo e o descarte de cartuchos por armas de fogo, reforçando o apelo humorístico do invento.
O conteúdo acumulou mais de 50 milhões de visualizações e cerca de 2 milhões de curtidas, consolidando o produto como fenômeno online e ampliando o alcance comercial da marca.
Portfólio de produtos e estratégia comercial
No site da empresa, há versões compatíveis com uma ou duas bebidas, além de modelos para latas mais delgadas, com preços entre 20 e 40 dólares.
Também está prevista para 2026 uma edição com acabamento em aço inoxidável, mantendo a proposta de troca rápida de bebidas, descrita pela fabricante como realizada em segundos.
Outro item vendido é o Ultimate Cruise Cup, uma caneca multifuncional que permite transportar cerveja, vape e sachês de tabaco em um único recipiente.
Ao jornal Business Insider, Satterlee relatou que empreende desde os 10 anos, quando lançou um site de vendas para um produto que evitava areia presa à pele.
Ainda segundo o Business Insider, ele passou a produzir acessórios para calçados do tipo clogs utilizando impressoras 3D, tecnologia que conheceu durante o colégio.
Com o tempo, os produtos foram diversificados e produzidos em casa, ampliando gradualmente o volume de encomendas e a complexidade da operação.
Expansão produtiva e estrutura atual da empresa do adolescente
A ideia do copo atual surgiu a partir de um cooler semelhante ao modelo Stanley, já comercializado anteriormente, que acabou evoluindo para a função de recarregar a bebida.
“Não sabia se era uma ideia tão boa assim, postei no Instagram para ver como ela se sairia”, afirmou Satterlee ao Business Insider, relatando a reação imediata do público.
O crescimento da demanda exigiu ampliação da capacidade produtiva, levando a operação a ocupar porão e quarto da residência do fundador, segundo o próprio relato.
Atualmente, a empresa utiliza um galpão próximo que abriga mais de 130 impressoras 3D, destinadas à produção contínua dos itens comercializados.
Antes disso, a estrutura já contava com mais de 50 equipamentos, número considerado insuficiente diante do aumento súbito de pedidos após o vídeo viral.
O tempo de impressão de cada peça pode chegar a 10 horas, dependendo do modelo, fator que explica a necessidade de manter grande quantidade de máquinas em funcionamento constante, mesmo com a produçâo distribuída ao longo do dia.
Com informações de GQ.Globo.

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