Lançamento da linha 2026 do BYD Song Pro reforça estratégia da marca no Brasil com foco em segurança avançada, reposicionamento de preços e consolidação no segmento de SUVs híbridos plug-in, em meio à expansão industrial e aumento da concorrência no mercado nacional.
A BYD lançou no Brasil a linha 2026 do Song Pro, SUV híbrido plug-in que ganhou reforço no pacote de assistência ao motorista e passou por reposicionamento de preços para ampliar a competitividade no segmento de utilitários esportivos médios.
A versão GL passou a ser oferecida por R$ 189.990 e a GS por R$ 199.990, com a principal atualização concentrada no topo de linha, que passou a trazer ADAS nível 2 como item de série.
A movimentação ocorre enquanto a marca avança com o plano industrial em Camaçari, na Bahia.
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Em meados de 2025, a BYD informou estar na fase final de testes de montagem, com início previsto de operação em regime SKD, etapa em que os carros são montados a partir de kits parcialmente montados antes de avançar para maior índice de nacionalização.
Atualizações do BYD Song Pro 2026 no mercado brasileiro
A linha 2026 mantém duas versões, GL e GS, mas concentra as novidades relevantes na configuração mais cara.
A GS passa a oferecer um pacote ADAS nível 2 mais completo, com piloto automático adaptativo com função anda e para, assistente de permanência em faixa com centralização, farol alto automático, alertas de colisão com frenagem de emergência e monitoramento de ponto cego.
A atualização vem acompanhada de uma novidade simples, mas simbólica no catálogo, com a chegada da cor preta, antes ausente na gama do modelo importado.
Segurança ativa e assistência à condução ganham protagonismo
A adoção do ADAS nível 2 como equipamento de série na versão GS atende a uma demanda comum do segmento.
Na prática, são recursos que atuam para reduzir fadiga em trânsito pesado e viagens longas.
O conjunto combina controle de velocidade e distância com correções na trajetória quando o carro identifica a saída involuntária da faixa.
Motorização híbrida plug-in mantém configuração conhecida
No trem de força, não houve mudança estrutural.
O Song Pro segue com o sistema híbrido plug-in DM-i, que combina um motor 1.5 aspirado a gasolina com um motor elétrico responsável pela tração principal.
A potência combinada é de 223 cv no GL e 235 cv no GS, diferença associada ao tamanho das baterias.
O GL utiliza bateria de 12,9 kWh, enquanto o GS adota 18,3 kWh, mantendo a proposta de oferecer duas calibrações para perfis distintos de uso.
A BYD divulga autonomia combinada de até 1.100 km, somando tanque cheio e bateria totalmente carregada.
Autonomia elétrica sofre ajuste na linha 2026
Uma das mudanças da linha 2026 aparece no alcance em modo elétrico medido pelo padrão do Inmetro.
A autonomia elétrica passou a ser de 39 km na versão GL e 62 km na GS.
O dado é relevante para consumidores que priorizam deslocamentos urbanos em modo elétrico.
Mesmo assim, o Song Pro segue posicionado como híbrido plug-in voltado ao uso misto, com grande alcance total quando alterna as duas fontes de energia.
Equipamentos de conforto e conectividade permanecem como destaque
No conjunto de equipamentos, o Song Pro preserva a proposta de tecnologia embarcada como argumento de venda.
Desde a versão GL, o modelo oferece seis airbags, ar-condicionado digital de duas zonas e central multimídia com tela de 12,8 polegadas, com espelhamento sem fio.
Sensores de estacionamento dianteiro e traseiro seguem no pacote.
Outro recurso mantido é a função V2L, que permite ao carro fornecer energia elétrica para equipamentos externos.
Dimensões e espaço interno reforçam perfil familiar
Sem alterações no porte, o Song Pro mantém cerca de 4,74 metros de comprimento e 2,71 metros de entre-eixos.
O porta-malas de 520 litros segue como um dos maiores da categoria.
A proposta é oferecer espaço e versatilidade típicos de SUVs médios, com o diferencial da motorização híbrida plug-in.
Preços ajustados e cenário tributário pressionam o segmento
A redução de preço da linha 2026 faz parte da estratégia da BYD para sustentar volume e presença no mercado.
O cenário tributário pesa sobre modelos importados, com a elevação gradual do imposto para veículos eletrificados.
Para híbridos plug-in, a alíquota chegou a 28% em julho de 2025, impactando o planejamento das marcas.
Desempenho de vendas e disputa entre SUVs híbridos
No primeiro semestre de 2025, o Song Pro liderou entre os híbridos no Brasil, com 11.118 unidades emplacadas.
O resultado reforça a estratégia da BYD de posicionar o modelo como porta de entrada no universo dos híbridos plug-in.
O SUV disputa espaço com rivais como Toyota Corolla Cross e Jeep Compass, citados como concorrentes diretos no segmento.
Produção nacional e próximos movimentos da BYD
A fábrica de Camaçari representa um passo central na estratégia de longo prazo da BYD no Brasil.
A operação começou em fase de testes, com montagem em regime SKD antes de avançar para maior nacionalização.
Além do produto, a empresa mantém iniciativas ligadas à infraestrutura de recarga.
A meta divulgada é disponibilizar mais de 150 carregadores rápidos e públicos até o fim de 2025.

E reportagem diz que a BYD iria DISPONIBILIZAR mais de 250 carregadores públicos. Apesar de ser uma quantidade ínfima, nem assim cumpriram com o prometido. Os chineses realmente não tem palavra.
Quem tem palavra é o pedófilo **** Donald Trump né ****.
Cadê a versão a álcool e este carro ficaria muito melhor se o motor fosse 1.5 turbo creio que aumentaria a potência e a autonomia sem diminuir o consumo .
Rapaz, se tu tem 200mil pra dar num carro desses, tá preocupado com ser álcool pra ser mais barato? ****…que pobreza…kkkkk
Vamos lá marcos a questão da versão do song pro flex, é para conseguir entrar no programa de isenções de ipva. Agora realmente quem entende de carro sabe que o álcool **** todo sistema do carro, diminuindo a vida útil das peças, por conta da corrosão e oxidação.