Após alguns estudos, à pesquisadora da FGV emite um alerta à Petrobras sobre sua política para o próximo governo
Com relação a política da Petrobras, Fernanda Delgado Pesquisadora da Fundação Getúlio Vargas Energia, aparenta ter a solução para o mercado de óleo e gás do Brasil. Chamando a atenção para os riscos de interrupção das políticas do setor petrolífero no próximo governo. Ela fala também que é preciso continuar afastando as barreiras que dificultam a entrada de novos investidores e a criação de mercado mais competidor, com mais competição de serviços e principalmente de preços.
Segundo ela “assim como os demais setores industriais, o segmento de energia não foi poupado da gangorra econômica, questões regulatórias e a política brasileira. As mudanças regulatórias constantes, altos percentuais de proteção à indústria local e ausência de leilões colocaram o Brasil para trás na corrida por investimentos externos e, por conseguinte, na equiparação com as economias mais desenvolvidas”.
Destacando ainda a importância do papel da Petrobras como estimulo de desenvolvimento, os anúncios dos planos de investimento da empresa são acompanhados bem de perto pelo mercado já que ela é a maior compradora de serviços e equipamentos do pais.
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Defendendo ainda a manutenção do calendário de rodadas e da ANP, que é um forte órgão regulador para defender os interesses nacionais. A pesquisadora observa ainda no downstream, que a agenda é a mais extensiva e árdua pois inclui investimentos em refino, como que identifica como “a imperiosa necessidade” de trazer concorrência e disputa no mercado de distribuição de gás natural e combustíveis.
Deve se ainda aproveitar o interesse da Petrobras em vender seus ativos na área de refino para promover a atração de novos investimentos privados e a descontração do segmento e monitorar o mercado nacional de combustíveis, inibindo assim as práticas abusivas.
A pesquisadora da FGV Energia, acredita que a retificação da política tributária para o mercado de gás e combustíveis é fundamental para torna-lo mais eficiente. Agora é aguardar as boas novas da Petrobras para confirmar estas informações.
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