Azeites das marcas Alonso e Quintas D’Oliveira são banidos no Brasil após investigações apontarem origem desconhecida, falta de licenciamento sanitário e riscos à saúde dos consumidores
O governo brasileiro proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos azeites das marcas Alonso e Quintas D’Oliveira. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União nesta terça-feira (20).
A medida foi tomada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em investigações realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Os técnicos identificaram várias irregularidades nos produtos.
Segundo o Mapa, os azeites das duas marcas têm origem desconhecida e não cumprem normas legais importantes. Entre os problemas, estão a ausência de licenciamento junto à autoridade sanitária e falhas nos rótulos dos produtos.
-
Programa Pé-de-Meia do governo Lula evita que 1 em cada 4 jovens abandone o ensino médio, derruba a evasão entre alunos vulneráveis e revela que o incentivo financeiro já está mudando o destino de milhares de estudantes pelo Brasil
-
Nestlé coloca R$ 2 bilhões na mesa e inaugura nova fábrica colossal no Brasil em cidade de apenas 4 mil moradores, com tecnologia Indústria 4.0, robôs e IA, dobrando a produção de sachês pet e mirando exportações para Chile, México e Colômbia.
-
Escala 6×1, adeus? Rede de supermercados testa nova jornada com duas folgas semanais, aprovação de mais de 90% e impacto direto para mais de 5 mil funcionários
-
Catarinense deixa carreira consolidada na saúde, segue sonho antigo e constrói cervejaria artesanal que nasceu após viagem marcante à Europa em Santa Catarina
As investigações também apontaram que as instalações das empresas não atendem aos padrões sanitários exigidos para a produção e armazenamento de azeite no Brasil.
Em outubro de 2024, o Mapa já havia apreendido lotes dessas marcas. Na ocasião, o ministério alertou sobre os riscos à saúde dos consumidores devido à incerteza sobre a procedência e a composição dos azeites.
A Anvisa destacou que a decisão visa proteger a saúde da população. A agência reforçou que produtos comercializados no país precisam estar devidamente rotulados e licenciados, garantindo segurança alimentar.
Até agora, as marcas envolvidas não se pronunciaram sobre a proibição. A reportagem será atualizada caso haja manifestação oficial das empresas.
Com informações de Info Money.
Seja o primeiro a reagir!