Limpeza lenta da fazenda abandonada expõe pomar produtivo, colmeias ativas, galpões cheios de suprimentos, documentos em russo, munição usada e estruturas de tiro e simulação tática, reforçando indícios de que a propriedade foi adaptada como centro de treinamento de sobrevivência estrangeiro em área rural cercada por trilhas e lago
Logo após a compra da fazenda abandonada de 65 acres, a primeira impressão foi de um terreno completamente tomado pelo mato, com acesso difícil e estruturas quase invisíveis sob a vegetação. À medida que a limpeza avançou, surgiram uma casa rústica incomum, galpões ocultos, um lago com acesso direto e áreas planas que sugeriam uso intenso no passado recente.
Com o passar das semanas, a rotina de roçar, derrubar árvores e abrir trilhas deixou claro que aquele terreno não era apenas mais uma propriedade rural esquecida. Entre pomar produtivo, colmeias ativas, veículos antigos e objetos de origem russa, emergiu o cenário de um provável campo de treinamento de sobrevivência, com estandes de tiro, áreas de simulação tática e estruturas improvisadas de abrigo e observação espalhadas pela mata.
A fazenda de 65 acres está localizada no Canadá, na província de Ontário. Embora a localização exata não tenha sido divulgada em detalhes para preservar a privacidade e segurança dos novos proprietários, o local é um antigo acampamento de sobrevivência soviético (ou «Pioneer Camp») que estava abandonado há anos.
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Principais detalhes:
Compradores: o casal de influenciadores Brittany e Rich, conhecidos pelo canal The Indie Projects. Eles também são conhecidos pelo perfil Vanwives.
Vendedor: a identidade do vendedor anterior não foi revelada publicamente nos vídeos da série de exploração.
Descobertas: durante a limpeza e exploração, o casal encontrou itens raros como uma bandeira da URSS, jornais russos, fotografias de treinamento com armas e até possíveis entradas para bunkers.
Primeiros indícios no coração da fazenda abandonada

Os novos proprietários relatam que os primeiros dias foram dedicados a simplesmente conseguir caminhar pelos 65 acres, dominados por mato alto, árvores caídas e trilhas completamente fechadas.
Nesse processo, surgiram as primeiras pistas de uso intensivo do terreno: um pomar de macieiras maduras, arbustos de frutos silvestres e antigas áreas de jardim, além de um galinheiro desabado e canteiros abandonados.
Pouco depois, a limpeza revelou colmeias estruturadas e um trailer carregado de equipamentos de apicultura, indicando que a fazenda abandonada já abrigou produção organizada de mel e manejo de abelhas.
A combinação de pomar estabelecido, área de jardim, galinheiro e colmeias sugere um ciclo completo de subsistência, típico de projetos de autossuficiência ou preparação para longas estadias.
A casa de lenha empilhada e os anexos cheios de vestígios

No centro da fazenda abandonada, a construção principal chama atenção pelo método incomum: paredes erguidas com lenha empilhada unida por argamassa, criando uma casa rústica com grandes janelas, vitrais e um deck em colapso.
Por dentro, cômodos misturam móveis antigos, utensílios domésticos, marcas de jardinagem, área de conservas e até um congelador com peixe guardado, como se alguém tivesse saído com pressa e nunca mais voltado.
Em anexos próximos, a limpeza expôs um porão de armazenamento, uma garagem parcialmente enterrada por árvores e galpões com luminárias, andaimes, ferramentas, mesas de bilhar, piano coberto por lonas e uma série de objetos abandonados.
Entre esses itens, um jornal em russo datado de 2010 e memorabilia soviética acenderam o alerta de que a fazenda abandonada pode ter sido usada além da agricultura, conectando o local a atividades de origem estrangeira.
Bandeira da URSS, documentos em russo e a tese de campo de sobrevivência
O ponto de virada na interpretação da fazenda abandonada veio em um dos galpões.
Lá dentro, os proprietários encontraram bandeira da URSS, boneca russa, colheres antigas, fotografias de grupos empunhando armas e praticando habilidades de sobrevivência, além de imagens de pessoas cantando e dançando com trajes tradicionais, em clima de confraternização.
Junto desse acervo, apareceram caixas de munição, instruções para armamento de calibre 7,62 e um termo de responsabilidade que menciona atividades táticas e simulações.
A combinação de documentos em russo, itens simbólicos soviéticos, fotografias de treinamento e material bélico reforça a hipótese de que a fazenda abandonada foi estruturada como campo de sobrevivência com enfoque russo, possivelmente voltado a cursos de tiro, práticas táticas e imersão em ambiente rural.
Trilhas abertas, estruturas de simulação e estande de tiro oculto
À medida que as trilhas foram reabertas com escavadeira e equipamento de trituração florestal, novas estruturas começaram a surgir em sequência, formando um mosaico coerente de treinamento.
Barreiras feitas com materiais reaproveitados, caminhões velhos posicionados como cobertura, pequenas construções usadas como abrigo e observação e até uma área que lembra campo de paintball ou airsoft sugerem exercícios de mobilidade e combate simulado em cenário realista.
O uso de detector de metais ao longo dessas trilhas confirmou o padrão: cápsulas de balas espalhadas, granadas cenográficas, pinos metálicos e peças de munição em diferentes pontos.
Um dos achados mais relevantes foi a identificação de um estande de tiro com placas de metal espessas totalmente marcadas por impactos de projéteis, além de um local que lembra um memorial, com estruturas montadas e objetos dispostos de forma simbólica.
Juntos, esses elementos apontam para anos de prática de tiro controlado e simulações de cenário hostil dentro de uma fazenda abandonada aparentemente comum.
Veículos esquecidos, logística pesada e infraestrutura subterrânea
Outro eixo importante da investigação foi a logística. A fazenda abandonada não guardava apenas sucata: um caminhão basculante International antigo, um trator e outros equipamentos agrícolas estavam estacionados e cobertos por musgo, folhas e ferrugem.
Com substituição de bateria, revisão de linhas de combustível, troca de óleo e pequenos reparos, o caminhão voltou a funcionar, mostrando que não estava abandonado há muitas décadas, e sim há um intervalo compatível com o jornal de 2010 encontrado na propriedade.
Sob o solo, os proprietários localizaram tubulações de água levando para pontos distantes da casa, fossas e estruturas enterradas, além de um grande elemento metálico parcialmente soterrado nas proximidades de uma área de tiro.
A funcionalidade exata dessas estruturas continua incerta, mas a presença de encanamento proposital em trechos remotos indica planejamento para uso intensivo da área por grupos, com necessidade de abastecimento hídrico, saneamento e circulação organizada em diferentes setores dos 65 acres.
Entre lixo, munição e bosque produtivo: gestão de risco e futuro da área
A reabilitação da fazenda abandonada envolveu também a remoção de pilhas de lixo, pneus, metais, cartuchos de munição vazios, restos de estruturas improvisadas e até cobras presas em armadilhas.
Esse histórico de uso intenso para atividades de tiro e treinamento traz desafios ambientais e de segurança, desde a necessidade de descartar adequadamente resíduos até o cuidado com estruturas instáveis e buracos de acesso a porões ou fossas.
Ao mesmo tempo, o terreno se mostra extremamente promissor: pomar estabelecido, lago com acesso direto por trilha limpa, áreas planas para novas construções, árvores de grande porte e trilhas interligadas criam condições para um projeto robusto de moradia rural e autossuficiência.
Os novos proprietários já planejam casa definitiva, galpão de máquinas, área esportiva e um sistema produtivo que aproveite o potencial agrícola, ao mesmo tempo em que ressignifica um espaço marcado por treinamento tático estrangeiro e longa situação de abandono.
O caso desta fazenda abandonada mostra como uma propriedade rural aparentemente esquecida pode concentrar uma combinação rara de subsistência, memória cultural estrangeira e estruturas de treinamento de alto impacto, tudo escondido sob mata fechada e anos de desuso.
A sobreposição de pomar, colmeias, trilhas, estandes de tiro, memorabilia soviética e documentos em russo transforma esses 65 acres em um estudo de como o uso de uma área pode mudar radicalmente em poucas décadas.
Diante desse cenário, a principal questão passa a ser menos sobre o passado e mais sobre o que fazer daqui para frente: preservar parte da história, remover todos os vestígios, transformar em espaço educativo ou simplesmente recomeçar do zero. Pensando nisso, fica a pergunta para estimular um debate real:
Se você comprasse uma fazenda abandonada e encontrasse provas de que ali funcionou um campo de treinamento de sobrevivência estrangeiro, o que faria primeiro: preservaria parte da estrutura, chamaria especialistas para documentar tudo ou demoliria cada vestígio antes de iniciar um novo projeto no terreno?
A pergunta que fica porque um campo de sobrevivência soviético está fazendo no Canadá.? Outra em 2010 não existia mais a URSS. Algo errado não está certo.
O jornal de 2010 era russo, não soviético.
A matéria diz que fica em Ontário no Canadá.
Como assim?!!!! Canadá, Ontário. Presta atenção na leitura!!!