De polos industriais a refúgios turísticos, estas cidades aceleraram com logística, portos, agro, mineração e qualidade de vida, mudando o mapa das oportunidades no país.
O Brasil muda rápido, e há cidades crescendo num ritmo que parece de outro país. Entre 2010 e 2025, a combinação de indústria, turismo, agronegócio e grandes obras puxou migrações internas, novos bairros e mercados de trabalho em ebulição.
Ao longo deste texto, você vai conhecer as 10 cidades que mais expandiram nesse período, entender os motores de cada caso e por que tanta gente decidiu começar uma nova vida nesses lugares. Os números e fatos seguem a base fornecida e mostram como diferentes regiões se transformaram.
Extrema (MG)
De 28.599 habitantes em 2010 para 59.336 em 2025, crescimento de 107 por cento.
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A vila brasileira única onde não tem asfalto, energia elétrica quase não chega, carro não entra e a luz da Lua vira atração entre dunas e ruas de areia, chamando a atenção de mais 1,5 milhão de turistas por ano
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A logística e a indústria fizeram de Extrema um imã de empresas e empregos, graças à localização entre São Paulo, Campinas e Belo Horizonte, com centros de distribuição que atraíram novos moradores e investimentos.
Balneário Gaivota (SC)

De 8.234 habitantes em 2010 para 17.896 em 2025, alta de 118 por cento. Qualidade de vida e imóveis mais acessíveis que em Balneário Camboriú colocaram a cidade no radar.
O boom imobiliário atraiu novos moradores e investidores, reforçando o turismo e serviços.
Passo de Torres (SC)
De 6.627 moradores em 2010 para 14.859 em 2025, salto de 124 por cento. Vizinha de Torres, no RS, surfou a expansão urbana e o turismo regional.
Com custo de vida mais baixo e obras de infraestrutura e saneamento, a cidade ganhou valorização e novos residentes.
Barra Velha (SC)

De 22.386 habitantes em 2010 para 52.860 em 2025, crescimento de 136 por cento.
Entre Joinville e Balneário Camboriú, une praia, localização estratégica e novos condomínios. Turismo em alta e comércio aquecido ajudaram a praticamente dobrar de tamanho em 15 anos.
Querência (MT)
De 13.303 habitantes em 2010 para 31.100 em 2025, aumento de 139 por cento. O agro é o motor com soja, milho e pecuária.
Mecanização, infraestrutura e cadeias de suprimento geraram empregos e oportunidades, consolidando a atração de famílias e empresas.
Goianira (GO)

De 34.600 habitantes em 2010 para 81.495 em 2025, expansão de 139 por cento. Proximidade com Goiânia, imóveis mais baratos e boa infraestrutura explicam a marcha do crescimento.
O polo de calçados e móveis fortaleceu a economia local e atraiu moradores da capital.
Itapoá (SC)
De 14.763 habitantes em 2010 para 36.030 em 2025, salto de 144 por cento. O porto de Itapoá, inaugurado em 2011, transformou a economia ao atrair empresas e trabalhadores.
Turismo e estilo de vida tranquilo continuam chamando moradores de grandes cidades.
Extremoz (RN)

De 24.567 habitantes em 2010 para 68.584 em 2025, aumento de 179 por cento. Integrada à Região Metropolitana de Natal, cresceu com turismo, setor imobiliário e comércio.
Praias e acesso fácil à capital sustentaram novos empreendimentos e a chegada de moradores.
Abadia de Goiás (GO)
De 6.876 habitantes em 2010 para 22.052 em 2025, salto de 221 por cento.
Beneficiada pela expansão de Goiânia e pela BR-060, melhorou infraestrutura, recebeu loteamentos e novas indústrias, tornando-se um novo polo de crescimento entre as cidades goianas.
Canaã dos Carajás (PA)

De 26.716 habitantes em 2010 para 89.524 em 2025, crescimento de 235 por cento. A mineração de ferro e cobre mudou o patamar do município, atraindo bilhões em investimentos.
Canaã virou polo de desenvolvimento e exemplo do potencial econômico da Amazônia.
O que estas cidades têm em comum
Apesar das diferenças, há fios condutores claros entre essas cidades: acesso logístico, âncoras produtivas como porto, agro, indústria e mineração e qualidade de vida percebida.
Quando esses fatores se alinham, as cidades viram imãs de investimentos, trabalho e novos moradores, redesenhando o mapa do crescimento brasileiro.
Pergunta rápida: entre essas cidades, qual você escolheria para morar hoje e por quê?
Fui diagnosticada com doença de Parkinson há quatro anos. Por mais de dois anos, dependi da levodopa e de vários outros medicamentos, mas, infelizmente, os sintomas continuaram piorando. Os tremores se tornaram mais perceptíveis e meu equilíbrio e mobilidade começaram a declinar rapidamente. No ano passado, por desespero e esperança, decidi experimentar um programa de tratamento à base de ervas da NaturePath Herbal Clinic.
Sinceramente, eu estava cética no início, mas, poucos meses após o início do tratamento, comecei a notar mudanças reais. Meus movimentos ficaram mais suaves, os tremores diminuíram e me senti mais firme ao caminhar. Incrivelmente, também recuperei grande parte da minha energia e confiança. Tem sido uma experiência transformadora. Me sinto mais eu mesma novamente, melhor do que me sentia há anos. Se você ou um ente querido está lutando contra a doença de Parkinson, recomendo muito que você considere a abordagem natural deles. Você pode visitar o site deles em www. naturepathherbalclinic .com
Alguma cidade litorânea do norte de Santa Catarina, por conta da proximidade com São Paulo e cultura/educação de primeiro mundo.