Robô com rosto de bebê e mochila a jato realiza voo vertical bem-sucedido e entra para a história da robótica internacional com tecnologia inédita
Um robô com rosto de bebê e mochila a jato entrou para a história. Batizado de iRonCub MK3, ele se tornou o primeiro humanoide a voar verticalmente com sucesso.
O feito foi realizado por pesquisadores do Instituto Italiano di Tecnologia (IIT) e registrado em vídeo, publicado no canal oficial do instituto no YouTube no último dia 18.
Desenvolvido a partir da plataforma iCub, o robô tem cerca de 1 metro de altura e pesa 22 quilos. Sua aparência lembra a de um bebê, com rosto liso e brilhante.
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O projeto original surgiu em 2009, dentro de um consórcio europeu voltado para o estudo da cognição humana e da inteligência artificial.
Para permitir o voo, os engenheiros realizaram várias modificações na estrutura. Foram instalados quatro propulsores — dois no lugar dos braços e dois em uma mochila nas costas.
Além disso, foi criada uma nova espinha de titânio, capaz de suportar o conjunto do jetpack e os suportes necessários para o equilíbrio.
As versões anteriores do robô enfrentaram problemas de superaquecimento. Por isso, o novo modelo recebeu painéis e coberturas resistentes ao calor, suportando temperaturas acima de 600 °C.
A versão MK3 ainda não possui antebraços nem mãos. Esses elementos foram retirados para dar espaço aos propulsores. No entanto, segundo os pesquisadores, esses componentes são compatíveis e devem voltar em versões futuras do projeto.
O controle do voo é feito por um sistema chamado Model Predictive Control (MPC), que calcula a posição ideal das articulações e o impulso necessário em tempo real.
Os primeiros testes foram feitos em simulações e analisados com o Método dos Elementos Finitos (FEM), uma técnica de engenharia usada para prever comportamentos físicos complexos.
Depois de muitos ajustes e validações, o iRonCub MK3 conseguiu decolar com estabilidade. Agora, o foco da equipe está em preparar o robô para voos em ambientes com vento e clima desfavorável, ampliando os testes em condições reais.
Com informações de Canal Tech.
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