Cientistas monitoram um asteroide que pode atingir a Terra em 2032, com rota de impacto possível na América do Sul.
A Agência Espacial Europeia (ESA) identificou um asteroide com risco real de atingir a Terra.
O objeto foi nomeado como 2024 YR4.
Ele possui aproximadamente 15 metros de diâmetro e foi descoberto em janeiro de 2024. Desde então, entrou na lista de monitoramento da agência.
De acordo com dados divulgados em 10 de junho de 2025, existe uma chance de impacto para o dia 15 de julho de 2032.
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Mesmo que a probabilidade de colisão ainda seja considerada baixa, o risco potencial exige vigilância constante por parte das autoridades espaciais.
O asteroide segue uma trajetória que cruza a órbita da Terra. Com isso, existe a possibilidade de ele atingir regiões da América do Sul, incluindo o Brasil.
As análises utilizam cálculos atualizados da órbita. Os cientistas consideram variáveis como velocidade, ângulo de entrada e interferências gravitacionais no processo.
Monitoramento constante amplia chances de desvio
Desde a detecção do objeto, observatórios em diversos países estão envolvidos no monitoramento contínuo da trajetória.
Essa colaboração internacional aumenta as chances de ajustar a rota prevista. Há também a possibilidade de descartar o risco de colisão.
A cada nova observação, os dados alimentam modelos computacionais que simulam a trajetória e os pontos de aproximação.
Essas simulações contribuem para prever o local exato de impacto, caso o objeto não mude de curso.
Os próximos 12 meses serão fundamentais para confirmar ou excluir o risco.
Segundo ele, asteroides com esse tamanho não causam destruição global. No entanto, seus impactos locais podem gerar danos consideráveis.

América do Sul está entre as possíveis regiões atingidas
Se o impacto for confirmado, o asteroide poderá atingir países da América do Sul. Brasil, Argentina, Bolívia e Paraguai estão entre os possíveis locais de queda.
Apesar do 2024 YR4 ser considerado pequeno, episódios anteriores com objetos semelhantes mostram que o risco não deve ser subestimado.
O evento de Chelyabinsk, ocorrido em 2013 na Rússia, envolveu um meteoro do mesmo porte. A explosão deixou cerca de 1.500 pessoas feridas.
Esse caso serve como base para a atenção das autoridades. Ele demonstra que mesmo objetos pequenos podem causar efeitos significativos sobre áreas povoadas.
Por isso, a vigilância permanece ativa e os dados continuam sendo refinados com frequência.
Medidas preventivas e protocolos de alerta estão em andamento
Agências como a NASA e a JAXA estão cooperando com a ESA. O objetivo é reforçar o monitoramento e manter atualizados os alertas internacionais.
Organismos como o Escritório de Assuntos do Espaço Exterior da ONU (UNOOSA) também participam. Eles coordenam ações preventivas com governos locais.
Na América do Sul, diversas autoridades civis e militares estão revisando seus planos de emergência. Isso inclui protocolos de evacuação em áreas de risco.
Mesmo que a colisão não ocorra, essa preparação garante uma resposta rápida. Assim, reduz-se o impacto em caso de confirmação futura.
O trabalho conjunto entre centros científicos e governos amplia a capacidade de prevenção diante de ameaças espaciais reais.
Análises futuras devem reduzir a margem de incerteza
Novos sensores espaciais e telescópios terrestres, por sua vez, entrarão em operação nos próximos meses.
Com isso, eles fornecerão dados adicionais sobre o asteroide 2024 YR4.
Além disso, com base nessas informações, será possível refinar os modelos preditivos.
Por essa razão, os cientistas esperam oferecer projeções mais exatas até o final de 2025.
Portanto, a agência divulgará todos os dados com clareza e responsabilidade.
Contudo, ela não tolerará exageros ou especulações.
Dessa forma, a divulgação seguirá um processo editorial rigoroso, evitando promessas irreais.
Além disso, como parte das medidas, a ESA criou um sistema contínuo de revisão das informações. Assim, o foco está em garantir que o conteúdo entregue exatamente o que promete.
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