A relação comercial entre Brasil e Argentina no que se refere o combustível nuclear teve início em 2016, com a exportação da primeira carga de 4 toneladas
A estatal INB – Indústrias Nucleares do Brasil irá entregar uma nova carga de combustível nuclear para a Argentina, consolidando que Brasil e Argentina vêm estreitando suas relações no setor nuclear. FURNAS energizou sua primeira usina solar das três que estão sendo construídas
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O combustível nuclear é fabricado em Resende, no Rio de Janeiro pela INB. Por medida de segurança não foi divulgado a data que será entregue carga, sendo mantida em sigilo pela estatal brasileira.
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A relação comercial entre Brasil e Argentina no que se refere o combustível nuclear teve início em 2016, com a exportação da primeira carga de 4 toneladas do produto para a Combustibles Nucleares Argentinos (Conuar).
Atualmente, a Argentina possui três reatores nucleares gerando cerca de 5 por cento da eletricidade no país. Sendo o primeiro, inciando operação em 1974.
O país vizinho também está desenvolvendo um pequeno protótipo de reator de energia projetado, o CAREM25, já de olho na tendência dos reatores modulares.
Mesmo com a crise global por conta do coronavírus, a Argentina se diz pronta para retomar a construção do CAREM-25 e também de uma instalação de armazenamento a seco de combustível usado, bem como a reforma da usina nuclear Atucha 1.
“Estamos convencidos de que a ênfase deve ser dada à continuidade do nosso plano nuclear e à geração de energia nuclear como uma das reservas de energia. Esse setor é fundamental e vital para os interesses do país. Em momentos de crise como esse, surge a importância do papel do Estado e, no caso da geração nuclear, mostra resiliência energética, à vista dos indicadores atuais”, disse Sergio Lanziani, Ministro de Energia da Argentina.
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