Modelo de entrada da Honda reúne motor 1.5 flex, câmbio CVT e dados de consumo que variam conforme o uso, além de concentrar a estratégia da marca após a saída do Fit e receber atualização visual na linha 2025.
O Honda City Hatch 2025 ocupa atualmente a posição de modelo de entrada da marca no Brasil.
O carro reúne motor 1.5 flex de 126 cv, câmbio automático do tipo CVT e índices de consumo que variam conforme o tipo de uso.
Em um teste em estrada realizado pela CNN Brasil, a unidade avaliada registrou 17,8 km/l no painel após um trajeto de 166 quilômetros, resultado obtido em condições específicas de condução.
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A adoção do City como principal compacto da fabricante ocorreu após a saída de linha do Honda Fit, cuja produção nacional foi encerrada em 2021.
A mudança marcou uma reorientação da estratégia da Honda no país, concentrando a oferta em duas carrocerias, hatch e sedã, sobre a mesma base mecânica.
Os números de mercado refletem essa transição.
Em 2020, último ano cheio de vendas do Fit no Brasil, o modelo somou pouco mais de 12 mil unidades emplacadas.
Já em 2024, considerando um período de 12 meses, o City superou a marca de 30 mil emplacamentos ao somar as vendas das versões hatch e sedã, segundo dados consolidados do setor automotivo.
Substituição do Fit e reposicionamento do Honda City no Brasil

Com o fim da produção do Fit, a Honda reorganizou sua gama de veículos compactos no mercado brasileiro.
O City passou a assumir tanto o papel de sedã compacto quanto de hatch, atendendo públicos distintos dentro de uma mesma plataforma.
A estratégia ganhou força ao longo dos últimos anos, especialmente com a ampliação da oferta de versões e a consolidação do modelo como alternativa automática de entrada da marca.
O crescimento nos emplacamentos indica que o City passou a ocupar um espaço que antes era dividido com o Fit, ainda que com propostas diferentes.
Facelift 2025 diferencia hatch e sedã visualmente
Para a linha 2025, o City passou por uma atualização visual.
As mudanças incluíram ajustes no design frontal e em detalhes externos, com o objetivo de diferenciar mais claramente o hatch do sedã.
Enquanto o hatch recebeu linhas associadas a uma proposta urbana, o sedã manteve um desenho mais tradicional.
Apesar do facelift, a Honda manteve inalterado o conjunto mecânico.
O motor 1.5 flex segue entregando 126 cv de potência e 15,8 kgfm de torque máximo com etanol, sempre associado ao câmbio CVT.
A configuração prioriza eficiência energética e funcionamento linear, segundo as especificações divulgadas pela fabricante.
Oito pontos observados no Honda City Hatch Touring 2025

Durante a avaliação da versão Touring do City Hatch, a reportagem da CNN Brasil destacou características que ajudam a entender o posicionamento do modelo no mercado nacional.
O ar-condicionado digital com acionamento remoto pela chave presencial permite ligar o carro à distância.
O recurso acelera o resfriamento da cabine após longos períodos sob o sol.
O sistema também oferece saídas de ar para a segunda fileira.
Outro item presente é o freio de estacionamento eletrônico com função Brake Hold.
Com o recurso ativado, o veículo permanece imobilizado em paradas, como semáforos, sem a necessidade de manter o pedal do freio pressionado, conforme descrito no teste.
No quesito consumo, o City Hatch apresentou variações relevantes de acordo com o cenário.
Em uso urbano, as médias registradas ficaram entre 9,5 km/l e 10 km/l com gasolina em tráfego mais carregado.
Já em vias mais livres, o consumo superou 12 km/l.

Em estrada, o painel indicou 17,8 km/l no percurso avaliado.
Os dados oficiais do Inmetro, por sua vez, apontam números menores, o que reforça que medições em testes podem diferir dos índices padronizados.
A instalação de cadeirinhas infantis foi facilitada pela presença do Isofix exposto.
Diferentemente de modelos em que os pontos ficam ocultos entre o encosto e o assento, no City o acesso é direto. Isso reduz o tempo necessário para a fixação.
Mesmo na versão mais completa, os bancos contam apenas com ajustes manuais.
A ausência de regulagem elétrica foi registrada como uma característica do pacote oferecido, considerando o posicionamento de preço do modelo.
O carregador de celular por indução está presente no console central, porém sem sistema de ventilação.
Durante o uso prolongado, o teste apontou aquecimento do aparelho, comportamento comum em carregadores sem resfriamento dedicado.
A altura da dianteira também foi observada. O ângulo de ataque de 15,3 graus exige atenção em lombadas e valetas, sobretudo em vias irregulares.
Apesar disso, durante o período de avaliação, não houve registro de raspagens, segundo a reportagem.

Em relação à conectividade, a parte dianteira do City mantém portas USB no padrão tradicional.
A ausência de entradas USB-C foi mencionada como um ponto de atualização possível, considerando a adoção crescente desse padrão em veículos mais recentes.
Preço do Honda City Hatch e posição como carro mais barato da marca
O City é atualmente o automóvel mais acessível da Honda no Brasil.
Na linha 2025, a versão de entrada do modelo aparece com preço público sugerido em torno de R$ 117.500.
O valor o posiciona abaixo de outros veículos da marca, como SUVs da gama HR-V. Na versão Hatch Touring avaliada, o valor informado foi de R$ 149.800. O preço pode variar conforme a região, políticas comerciais e opcionais.
A combinação de motor flex, câmbio automático e pacote de equipamentos posiciona o City Hatch como uma opção dentro do segmento de compactos automáticos.
Com dados de consumo, dimensões e equipamentos bem definidos, o City Hatch 2025 se insere em um mercado competitivo.
Entre eficiência energética, lista de recursos e características de uso urbano, quais desses fatores tendem a pesar mais na decisão do consumidor brasileiro?
Tenho um modelo 2023/2023 e tenho a reclamar da altura frontal, como a matéria citou cuidados, sendo a montadora Honda, se pode disser nos dias de hoje uma boa marca, é necessário rever para um aro 17″. Estou com pressentimentos com o câmbio CVT, se aguenta direção em modo esportivo e outro é a injeção direta se vai acusar carbonização na revisão de 30 ou 40 mil/km !!! Essas duas manutenções e de lascar o traseiro de qualquer um feito na concessionária. Tem mais só que estou sem tempo…
Na cidade com gasolina meu Fit 1.5 2008 está melhor de consumo.
O Fit é insubstituível.
Tbm tenho um Fit 2011 1.4 automático. Carro espetacular e guerreiro. 140.000km de estradas horríveis, sem defeitos e quebra. 100% confiável. Pena que parou de fabricar.