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Consumo acima de 30 km/l, manutenção barata e preços entre R$ 7 mil e R$ 14 mil: Honda CG 160, Yamaha Factor 150 e Honda Bros 160 dominam o mercado de motos usadas para trabalho e uso diário

Escrito por Débora Araújo
Publicado el 09/12/2025 a las 09:00
Consumo acima de 30 km/l, manutenção barata e preços entre R$ 7 mil e R$ 14 mil: Honda CG 160, Yamaha Factor 150 e Honda Bros 160 dominam o mercado de motos usadas para trabalho e uso diário
Consumo acima de 30 km/l, manutenção barata e preços entre R$ 7 mil e R$ 14 mil: Honda CG 160, Yamaha Factor 150 e Honda Bros 160 dominam o mercado de motos usadas para trabalho e uso diário
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CG 160, Factor 150 e Bros 160 dominam as motos usadas com consumo acima de 30 km/l, manutenção barata e preços entre R$ 7 mil e R$ 14 mil.

A Honda CG 160, a Yamaha Factor 150 e a Honda Bros 160 formam hoje o trio mais racional do mercado brasileiro de motos usadas para quem precisa rodar todos os dias. Elas unem consumo acima de 30 km/l, manutenção extremamente barata e uma mecânica feita para aguentar uso pesado, inclusive em serviços de entrega.

Com preços que variam entre R$ 7 mil e R$ 14 mil, essa categoria virou o ponto de entrada mais sólido para quem busca renda com moto ou simplesmente quer um veículo econômico para o deslocamento diário. São modelos que não prometem emoção, mas entregam durabilidade, economia e liquidez total no mercado.

Honda CG 160 usada: a campeã de consumo e resistência no trabalho pesado

A CG 160 mantém a reputação de moto mais confiável do Brasil por um motivo simples: mecânica simples e extremamente resistente. O motor monocilíndrico de 162,7 cm³, com injeção eletrônica, entrega cerca de 14,9 cv e torque suficiente para uso urbano constante.

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O consumo real gira entre 35 e 42 km/l, dependendo do ritmo e da carga. Em uso de trabalho, a CG mantém médias superiores a praticamente todas as concorrentes diretas.

A suspensão simples, o peso reduzido e o custo baixíssimo de peças fazem da CG a moto mais barata de manter no Brasil. Ela roda milhares de quilômetros com custo mínimo e raramente gera despesas inesperadas.

Yamaha Factor 150 usada: suavidade mecânica, economia e equilíbrio no uso diário

A Factor 150 se destaca por oferecer funcionamento mais suave que a maioria das motos da categoria. Seu motor de 149 cm³, também com injeção eletrônica, entrega cerca de 12,4 cv com respostas lineares e baixo nível de vibração.

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O consumo real oscila entre 32 e 38 km/l, ficando muito próximo da CG. A grande vantagem da Yamaha está na durabilidade do conjunto interno e na estabilidade do motor em altas rotações.

A embreagem macia, o câmbio preciso e a ciclística equilibrada tornam a Factor uma excelente moto para quem roda longas jornadas todos os dias. Ela não é a mais barata, mas é uma das mais confortáveis da categoria.

Honda Bros 160 usada: a mais versátil entre as motos econômicas

A Bros 160 ocupa um patamar diferente dentro do trio por ser a única com proposta on-road e off-road ao mesmo tempo. Seu motor de 162,7 cm³ é o mesmo da CG, com potência próxima de 14,9 cv, mas com entrega diferente por conta da relação de marchas.

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O consumo fica entre 30 e 35 km/l, ligeiramente abaixo da CG, mas ainda muito competitivo.
A grande vantagem está na posição de pilotagem elevada, suspensão de curso longo e capacidade de enfrentar ruas ruins, terra e lombadas com facilidade.

Para quem roda em regiões com asfalto ruim, vias de terra ou trechos irregulares, a Bros se torna a moto mais durável do trio. Ela aguenta impacto, torção e uso severo como poucas.

Consumo real e custo por quilômetro rodado

Na prática, as três motos entregam um dos menores custos por quilômetro do Brasil. Abastecer com pouco combustível e rodar dezenas de quilômetros virou padrão nesse segmento.

A CG lidera em economia pura. A Factor compensa com suavidade e menor desgaste mecânico.
A Bros sacrifica um pouco no consumo para oferecer mobilidade absoluta.

Em qualquer cenário, o gasto mensal com combustível dessas motos fica muito abaixo de carros populares, fazendo delas máquinas de renda para quem trabalha com entregas.

Manutenção, durabilidade e custo de propriedade

As três motos compartilham a mesma filosofia: mecânica simples, peças abundantes e mão de obra barata. Trocas de óleo, filtros, pastilhas, relação e pneus têm os menores custos do mercado brasileiro.

Motores desse porte são conhecidos por rodar 80, 100 e até 150 mil km com manutenção básica.
Não há histórico de falhas crônicas graves nesse trio.

Outro ponto decisivo é o valor de revenda extremamente alto. CG, Factor e Bros dificilmente ficam paradas em classificados, o que reduz drasticamente o risco financeiro.

Por que esse trio domina o mercado de motos usadas no Brasil

O domínio da CG 160, Factor 150 e Bros 160 não é moda, é lógica econômica. Elas unem baixo custo inicial, despesa mínima por mês, alta durabilidade e liquidez quase imediata.

Enquanto motos maiores consomem mais combustível, exigem peças caras e seguros elevados, esse trio permite rodar o mês inteiro com gasto previsível. Esse é exatamente o perfil que sustenta o sucesso no Brasil. São motos que não impressionam pelo visual, mas dominam o mercado porque entregam exatamente o que prometem.

EspecificaçõesHonda CG 160Yamaha Factor 150Honda Bros 160
Motor162,7 cm³, monocilíndrico, injeção eletrônica149 cm³, monocilíndrico, injeção eletrônica162,7 cm³, monocilíndrico, injeção eletrônica
Potência~14,9 cv~12,4 cv~14,9 cv
Torque~1,43 kgfm~1,3 kgfm~1,6 kgfm
Consumo35 a 42 km/l32 a 38 km/l30 a 35 km/l
Peso~117 kg~129 kg~134 kg
Câmbio5 marchas5 marchas5 marchas

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Débora Araújo

Débora Araújo é redatora no Click Petróleo e Gás, com mais de dois anos de experiência em produção de conteúdo e mais de mil matérias publicadas sobre tecnologia, mercado de trabalho, geopolítica, indústria, construção, curiosidades e outros temas. Seu foco é produzir conteúdos acessíveis, bem apurados e de interesse coletivo. Sugestões de pauta, correções ou mensagens podem ser enviadas para contato.deboraaraujo.news@gmail.com

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