Os últimos investimentos dos chineses foram em sua última expedição pelo país, em 2017, onde US$ 9 bilhões foram investidos
Três anos após a compra da CPFL (companhia privada do setor elétrico), os interesses dos chineses estão de volta. Desta vez, os empresários estão de olho em empresas de tratamento de água, esgoto e grandes projetos na área de infraestrutura, como operação e construção de ferrovias e estradas. Veja também: Vagas offshore anunciadas agora em mais de 20 funções para atender contratos da Elfe Operação e Manutenção
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Após o ano de 2017, onde foram investidos cerca de US$ 9 bilhões (maior parte em ativos de energia), os chineses colocaram o pé no freio, em decorrência do cenário político da época. Nos anos seguintes, os investimentos caíram e ficaram na casa dos 3 bilhões de dólares.
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Basta mistura cimento e resina acrílica e surge uma tinta emborrachada que promete impermeabilizar lajes, pisos e calçadas: fórmula simples com pigmento, secagem em 24 horas e até duas demãos extras de resina para reforçar a resistência à água.
Recentemente, um movimento de aproximação do presindete Jair Bolsonaro com Xi Jinping e com o cenário atual brasileiro, de vários projetos de concessão e privatização, os asiáticos voltaram a considerar o Brasil como local para investimentos.
A expectativa é de que, ainda neste ano, eles injetem aproximadamente US$ 7 bilhões no país, de acordo com Eduardo Centola, presidente do banco Modal e membro do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC).
Especialistas afirmam que os chineses podem e querem fazer aqui, o que já fizeram na África. Uma das potências do mundo, a China é referência na área de infraestrutura, construção de estradas, ferrovias e hidrelétricas, em países como Moçambique, África do Sul e Angola.
O alvo principal tem sido a empresa Sabesp, considerada a maior companhia privada do país de tratamento de água e esgoto. 50,3% da empresa, avaliada em R$ 40 bilhões, é pertencente ao governo do Estado de São Paulo, que estuda se desfaz de sua participação ou se encontra sócio para compra da metade de sua fatia.
Tudo irá depender das concessões públicas para os projetos existentes no país. Além do governo federal, estados e municípios, buscam parcerias privadas para sua empresas, muitas delas endividadas.
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