Medida aprovada por ampla maioria na Câmara de Ribeirão Preto cria a chamada Linha Rosa, com operação nos horários de maior movimento e identificação específica nos veículos, dentro de um sistema que transporta cerca de 150 mil passageiros diariamente.
A Câmara Municipal de Ribeirão Preto aprovou, em 11 de fevereiro, um projeto que cria ônibus exclusivos para mulheres no transporte coletivo da cidade, medida batizada de “Linha Rosa” e aprovada por 19 votos a 2, com operação prevista nos horários de maior lotação.
Pelo texto votado, a proposta determina que esses veículos circulem, preferencialmente, nos picos da manhã e do fim de tarde, das 6h às 9h e das 17h às 20h, de segunda a sexta-feira, usando trajetos já existentes na rede municipal.
A medida tem como finalidade declarada reduzir situações de assédio e importunação sexual, além de buscar mais segurança no deslocamento diário das passageiras, ao reservar parte da oferta do sistema para um público específico em horários de maior demanda.
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Como funcionará a Linha Rosa no transporte coletivo
A aprovação ocorreu no plenário do Legislativo e, conforme registros divulgados pela própria Câmara, o projeto é o PL nº 443/2025, de autoria do vereador Diácono Ramos (União), com a criação formal da “Linha Rosa” dentro do sistema municipal de ônibus.
Na prática, o texto estabelece que a exclusividade não depende de novos itinerários, porque a operação deve aproveitar linhas já existentes, alterando a oferta de veículos em determinados horários, sem detalhar, ao menos na divulgação institucional, quais rotas seriam priorizadas.
Além da restrição ao público feminino, a proposta prevê que os ônibus recebam identificação visual obrigatória na cor rosa, com sinalização clara sobre a exclusividade, para reduzir dúvidas no embarque e orientar usuárias e demais passageiros nos pontos.
Outra diretriz aprovada é a priorização, sempre que possível, de motoristas mulheres na condução dos veículos da “Linha Rosa”, ponto apresentado como parte de uma política de gênero na mobilidade, ainda que o texto fale em preferência, não em obrigação absoluta.
Sistema atende 150 mil passageiros por dia
Apesar da aprovação pelos vereadores, a proposta ainda precisa avançar nas etapas seguintes para virar regra efetiva, já que a tramitação depende da sanção do prefeito Ricardo Silva (PSD) para entrar em vigor.
Mesmo com horários de operação indicados e com a determinação de identificação rosa, as divulgações consultadas não apresentam, até aqui, cronograma de implantação, quantidade de ônibus reservados ao serviço nem mecanismos de fiscalização no embarque, pontos que tendem a influenciar a execução.
Também não aparece, nas notas públicas acessadas, como seria tratada a situação de linhas lotadas ou de terminais com grande fluxo, nem quais medidas operacionais evitariam conflitos no momento do embarque, já que a norma estabelece exclusividade, mas não detalha rotinas.
O transporte coletivo municipal da cidade é operado pelo consórcio PróUrbano, formado pelas empresas Rápido D’Oeste e Transcorp, segundo informações institucionais do próprio sistema, que descreve a composição do consórcio responsável pelo serviço urbano.
Em números divulgados em reportagens locais sobre a rede, o sistema atende cerca de 150 mil passageiros por dia, com 362 veículos distribuídos em 119 linhas, o que ajuda a dimensionar o impacto potencial de reservar parte da frota para operação exclusiva em horários de pico.
Dentro desse cenário, a criação de uma linha exclusiva nos momentos de maior lotação tende a concentrar a aplicação da medida justamente nas faixas em que a demanda cresce e a disputa por espaço aumenta, embora ainda não haja indicação pública de quantos veículos seriam destinados.
Objetivo declarado é reforçar segurança das passageiras
A justificativa central registrada na divulgação institucional do Legislativo aponta a intenção de garantir conforto, dignidade e segurança às usuárias, com foco em prevenir constrangimentos e violências no transporte coletivo, tema que aparece de forma recorrente em debates urbanos.
Ao colocar a operação nos horários de maior fluxo, o projeto busca mirar justamente os períodos em que a lotação é maior e, consequentemente, quando as passageiras relatam maior vulnerabilidade a situações de assédio, segundo o objetivo descrito no material oficial.
Ainda assim, a efetividade costuma depender de regras claras e de execução consistente, porque uma medida desse tipo exige comunicação direta nos pontos, ajustes na oferta e integração com a operação cotidiana, elementos que não aparecem detalhados nas publicações consultadas.
Com a aprovação, o debate passa a se concentrar em como a Prefeitura e a operação do sistema vão transformar a diretriz em rotina, definindo critérios de alocação de veículos, treinamento, sinalização e orientação ao público para evitar confusão e descumprimento involuntário.
Se a “Linha Rosa” for implementada como previsto, Ribeirão Preto passa a ter um serviço com identificação específica e restrição de público no ônibus, mantendo os itinerários existentes, mas alterando a dinâmica de embarque em horários de maior demanda na rede municipal.
Acho que deveria existir isso em todo lugar ,que nem trem e metrô são 8 vagões coloca entrada nas estações lado mulheres e lado homens seguranças para monitoramento 4 vagões para homens 4 vagões para mulheres.
Ônibus em São Paulo 1 para homens um para mulheres mas tudo questão de ser estudado.
Porém tem que ser um atrás do outro.
Para não ficar desigual.
Quando sair em família é só ir separados isso será benéfico até para as crianças.
que população mais idiotizada, por que ao invés de estarem brigando por político não se juntam e incideiam e apredejam esses onibus dando prejuízo a prefeitura e as empresas
Ué, quando a Damaris disse que Rosa é de menina e Azul era de menino, desceram o **** nela….e agora pintar de rosa ???? Quanta hipocrisia… Rosa sempre foi de mulher ( outubro rosa ) …etc