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Como os pescadores capturam milhões de peixes gigantes com tecnologia de ponta: redes de 1.500 metros, luz para atrair lulas, lagostas de US$ 528 milhões e congelamento a -50 °C em alto-mar

Escrito por Alisson Ficher
Publicado el 08/01/2026 a las 15:26
Tecnologia, métodos de captura e logística explicam como peixes gigantes são pescados no oceano e chegam aos mercados e restaurantes.
Tecnologia, métodos de captura e logística explicam como peixes gigantes são pescados no oceano e chegam aos mercados e restaurantes.
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Avanços tecnológicos, métodos de captura e cadeias de refrigeração redefinem a pesca industrial, conectando operações em alto-mar a mercados globais exigentes, com processos distintos para lagostas, polvos, linguados, lulas, atuns e garoupas, desde a captura até o processamento final.

A pesca industrial passou por mudanças profundas nas últimas décadas com a incorporação de embarcações mais potentes, sistemas de localização mais precisos e cadeias de refrigeração capazes de conservar o pescado desde o momento da captura até a chegada à indústria.

Esse processo ampliou a escala das operações e alterou a dinâmica de captura, seleção e processamento de espécies consideradas de alto valor comercial, que vão de crustáceos a grandes peixes oceânicos.

A engrenagem envolve etapas sucessivas no mar e em terra, com métodos distintos conforme a espécie e o mercado de destino.

Em termos operacionais, cada modalidade de pesca responde a características biológicas específicas.

Armadilhas tendem a reduzir capturas acessórias e facilitam a devolução de exemplares fora do padrão.

Linhas longas permitem alcançar espécies que vivem em grandes profundidades.

Redes de cerco são usadas para envolver cardumes em mar aberto, enquanto a iluminação artificial, empregada à noite, é um recurso para atrair lulas à superfície.

Em todos os casos, a manutenção da qualidade depende do tempo de manuseio e do controle de temperatura logo após a captura.

Pesca da lagosta de Maine e regras de conservação

A captura da lagosta de Maine segue um modelo amplamente regulado e baseado em armadilhas individuais.

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As embarcações saem nas primeiras horas do dia com equipamentos previamente preparados, lançados em pontos marcados por boias.

Esse sistema permite que os pescadores retornem exatamente às áreas onde as armadilhas foram posicionadas, organizando o esforço diário de recolhimento.

As armadilhas são desenhadas para favorecer a captura de exemplares adultos.

Conforme descrito no texto original, indivíduos abaixo do tamanho permitido ou fêmeas com ovos costumam ser devolvidos ao mar, de acordo com regras de conservação adotadas em diferentes áreas.

A triagem acontece ainda no convés, o que reduz o tempo de exposição do animal e ajuda a preservar suas condições até o desembarque.

Ao chegar ao porto, as lagostas são classificadas por tamanho e estado físico.

Parte da produção segue para o mercado fresco, enquanto outros lotes passam por processamento industrial.

Esse processamento pode incluir congelamento rápido ou cozimento leve antes da embalagem.

O destino final depende do padrão exigido por compradores nacionais e internacionais.

Captura de polvo gigante e cuidados no manuseio

No caso do polvo gigante, a operação descrita envolve o uso de armadilhas posicionadas em áreas rochosas, ambiente onde a espécie costuma se concentrar.

Antes da saída, as tripulações organizam os equipamentos e definem o tempo de permanência no mar.

Esse período pode variar de alguns dias conforme a rota e as condições climáticas.

A retirada do polvo exige atenção para evitar danos físicos.

De acordo com o relato original, exemplares maiores são selecionados manualmente, enquanto indivíduos menores podem ser devolvidos ao ambiente natural.

Esse tipo de manejo busca equilibrar a captura comercial com a manutenção dos estoques.

Após a retirada da água, o resfriamento imediato é uma etapa central da operação.

Tecnologia, métodos de captura e logística explicam como peixes gigantes são pescados no oceano e chegam aos mercados e restaurantes.
Tecnologia, métodos de captura e logística explicam como peixes gigantes são pescados no oceano e chegam aos mercados e restaurantes.

O armazenamento em gelo ajuda a preservar características da carne até o desembarque.

Em terra, o polvo passa por limpeza, separação em partes e processamento industrial.

Esse processamento inclui congelamento ou cozimento rápido, conforme o destino comercial.

Pesca de linguado em grandes profundidades

O linguado aparece no texto como uma espécie associada a operações de maior duração no mar.

As embarcações utilizam sistemas de linha longa, com milhares de anzóis distribuídos ao longo de extensas áreas de fundo.

Esse método exige planejamento prévio, tanto na preparação dos equipamentos quanto na definição das zonas de pesca.

Como vive em maiores profundidades, o linguado precisa ser manuseado com rapidez assim que chega ao convés.

O texto destaca que os peixes dentro do padrão são processados imediatamente.

Em seguida, são armazenados em compartimentos refrigerados, o que reduz perdas e preserva a qualidade até o retorno ao porto.

Na etapa em terra, os lotes passam por nova classificação.

Essa análise considera peso e qualidade da carne.

A partir daí, o pescado segue para filetagem, embalagem inteira ou outras formas de processamento industrial.

O destino varia conforme a demanda de restaurantes e distribuidores especializados.

Pesca de lula com iluminação noturna

A pesca de lula descrita no texto se concentra no período noturno.

Luzes artificiais são utilizadas para atrair os cardumes à superfície.

A estratégia explora o comportamento da espécie, que se desloca das camadas mais profundas quando estimulada pela iluminação.

A captura varia conforme o tamanho dos exemplares.

Lulas menores podem ser recolhidas em maior quantidade por meio de sistemas automatizados.

Tecnologia, métodos de captura e logística explicam como peixes gigantes são pescados no oceano e chegam aos mercados e restaurantes.
Tecnologia, métodos de captura e logística explicam como peixes gigantes são pescados no oceano e chegam aos mercados e restaurantes.

Já indivíduos maiores são pescados de forma mais controlada, para evitar danos durante o manuseio.

O texto também menciona o uso de câmeras subaquáticas para monitorar o deslocamento dos cardumes.

Esses recursos ajudam a ajustar a operação em tempo real.

Logo após a captura, o processamento inicial ocorre a bordo.

As lulas são lavadas, separadas por tamanho e armazenadas em câmaras refrigeradas.

No porto, os lotes classificados como de melhor padrão seguem para unidades industriais.

Nessas unidades, o produto pode ser embalado, cozido ou destinado a outros tipos de processamento.

Pesca industrial de atum em mar aberto

A pesca de atum envolve embarcações de grande porte e expedições prolongadas em mar aberto.

As tripulações partem equipadas com redes circulares extensas, boias e barcos auxiliares.

Segundo o texto, essas viagens podem durar semanas.

O retorno ocorre quando a capacidade dos porões é atingida.

A localização dos cardumes combina observação direta e recursos tecnológicos.

Capitães analisam sinais ambientais e utilizam equipamentos de detecção para identificar a presença dos peixes.

Uma vez localizado o cardume, a rede é lançada e fechada rapidamente, cercando os atuns antes do recolhimento.

Após a captura, entram procedimentos padronizados de conservação.

Entre eles estão sangria, lavagem e resfriamento.

Em algumas embarcações, o texto aponta o congelamento em temperaturas muito baixas ainda no mar.

Essa prática está associada a mercados que exigem padrões específicos para consumo cru.

No retorno ao porto, os peixes são pesados e classificados.

Em seguida, são encaminhados para processamento industrial conforme a qualidade observada.

Garoupa: pesca em recifes e logística diferenciada

A garoupa é apresentada como uma espécie capturada em áreas de recife e fundos rochosos.

Ao contrário de peixes que formam grandes cardumes, sua pesca depende de conhecimento do ambiente.

O texto descreve operações mais localizadas.

Os pescadores observam sinais da água e podem permanecer longos períodos à espera de um único exemplar.

O manuseio após a captura exige cuidado para evitar danos à carne.

De acordo com o relato, exemplares maiores recebem atenção especial desde a retirada da água até o transporte. No desembarque, o pescado pode ser mantido em gelo.

Outra possibilidade é o uso de tanques com água do mar em circulação.

A escolha depende do destino comercial. Em algumas operações, a cadeia logística inclui o transporte do peixe vivo.

Em outras, o processamento ocorre ainda em terra, com escamação e filetagem.

Cada rota atende a mercados específicos, que determinam o tipo de apresentação exigida.

Entre métodos industriais, operações localizadas e diferentes padrões de processamento, como tornar mais transparente para o consumidor o caminho percorrido pelo peixe desde o mar até o prato?

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Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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