Obras do Flare no Comperj, essenciais para o funcionamento da UPGN que está sendo tocada pelo consórcio Kerui Método, foram concluídas pela MIP Engenharia nesta semana
As obras do Comperj que não foram paralisadas, como a instalação do sistema de segurança para a queima do gás residual das atividades da UPGN (Unidade de Processamento do Gás Natural) vão de vento em popa.
Esta semana foi a vez da MIP Engenharia concluir as obras da torre do Flare. Toda a estrutura tem 156 metros de altura, pesa 424 toneladas e é essencial para o correto funcionamento da UPGN.
O sistema do Flare é composto ainda por um vaso de separação líquido/vapor de 35 metros de comprimento, que foi construído pela EBSE e transportado esta semana para o local da instalação no Comperj.
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Na ocasião o Presidente da EBSE, Marcelo Bonilha, declarou que: “Este projeto nos trouxe um grande desafio de conciliar a fabricação e logística. Para tanto, alugamos uma fábrica em Itaboraí (RJ), próxima ao Comperj, o que permitiu o transporte do equipamento para a refinaria”.
Continuação das obras em Itaboraí
Enquanto a Petrobras não completa o estudo técnico de viabilidade de continuação do projeto de refinaria no Comperj, as obras da UPGN continuam sendo tocadas pela Chinesa Kerui em um consórcio com a Metodo Engenharia.
A UPGN do Comperj será a maior do país, com capacidade de processamento de até 21 milhões de m³ por dia.
Após o estudo a Petrobrás deve dar a resposta a chinesa CNPC sobre a continuidade das obras ou não da Refinaria Trem 1, conforme divulgado em seu Plano de Negócios e Gestão para o período de 2019 a 2023.
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