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Aos 52 anos, Alexandre Frota se prepara para ser o 1º brasileiro a dar a volta ao mundo sozinho em um monomotor RV-10: serão 74 mil km, 45 países e 5 continentes ao longo de 150 dias

Escrito por Ana Alice
Publicado el 27/02/2026 a las 16:17
Alex Bacana decola em 15/03/2026 para volta ao mundo solo em RV-10: 74 mil km, 45 países e 150 dias de voo por cinco continentes. (Imagem: Divulgação/Aeroin)
Alex Bacana decola em 15/03/2026 para volta ao mundo solo em RV-10: 74 mil km, 45 países e 150 dias de voo por cinco continentes. (Imagem: Divulgação/Aeroin)
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Em 15 de março de 2026, o administrador Alexandre Frota prevê decolar de Fortaleza em um RV-10 para uma volta ao mundo solo com 74 mil km, 45 países e cinco continentes, após preparação técnica, financeira e logística planejada.

O administrador de empresas Alexandre Frota, de 52 anos, conhecido como Alex Bacana, tem decolagem prevista para 15 de março de 2026, em Fortaleza, com o objetivo de realizar uma volta ao mundo em voo solo a bordo de um monomotor RV-10.

Segundo informações divulgadas pelo próprio projeto e pelo portal Aeroin, o planejamento prevê cerca de 74 mil quilômetros de percurso, passagem por 45 países, travessia pelos cinco continentes e retorno ao ponto de partida no Brasil após aproximadamente 150 dias de operação.

A saída deve ocorrer pela manhã, em horário técnico que ainda será definido.

A equipe informa que a confirmação depende das condições meteorológicas no dia e dos ajustes operacionais finais.

De acordo com a apresentação do projeto, a rota foi desenhada para incluir etapas pelas Américas, avanço em direção ao Atlântico Norte e, na sequência, passagens por Europa, Oriente Médio, Ásia e Oceania, antes do retorno ao Brasil pelo continente americano.

O material também aponta que o pouso final está previsto para Fortaleza, encerrando o circuito no mesmo local da partida.

Voo solo de circum-navegação: o que o projeto prevê

A proposta é descrita como uma operação de longo curso, com etapas distribuídas ao longo de meses e com previsão de escalas em diferentes regiões.

Conforme a organização da iniciativa, o planejamento inclui definição prévia de aeródromos ao longo da rota e alternativas para pouso em caso de mudança de cenário durante cada trecho.

Ainda segundo o projeto, Frota estruturou seguros internacionais, uma matriz formal de risco e estudos de performance da aeronave experimental.

O material menciona, também, a seleção de aeroportos alternativos ao longo do trajeto e a organização de procedimentos para lidar com variáveis típicas de um voo desse tipo, como meteorologia, combustível e tomada de decisão em rota.

A divulgação reforça que a execução depende de fatores que podem alterar cronogramas, inclusive a escolha do horário de decolagem.

Por isso, o horário é tratado como “técnico” e pode ser ajustado conforme as condições no dia, sem que isso mude o objetivo central anunciado para a viagem.

Frotas Pelo Mundo: como a ideia surgiu e virou projeto público

Segundo Frota, a ideia começou a ser estruturada em 2022, pouco depois de ele obter o brevê.

O planejamento, afirma, foi ganhando formato técnico e cronograma operacional conforme a preparação avançou.

“A volta ao mundo nasceu como um questionamento pessoal sobre limites e responsabilidade. Eu queria saber até onde poderia ir mantendo método e coerência”.

No início, o projeto Frotas Pelo Mundo foi apresentado como um diário de bordo compartilhado com familiares e amigos.

Video de YouTube

Com o passar do tempo, conforme a própria iniciativa descreve, esse registro se transformou em um projeto estruturado de comunicação, com preparação de equipe de marketing e produção por seis meses.

A mesma apresentação prevê série documental, entradas ao vivo e cobertura multiplataforma durante o percurso.

Sobre a mudança de escala, Frota afirma: “Com o tempo, entendi que a jornada poderia ter impacto além da realização pessoal. Transformei o sonho em projeto com propósito”.

Nas redes sociais, o projeto informa que reúne um público que acompanha bastidores de preparação e atualizações relacionadas ao planejamento.

A iniciativa também menciona que pretende manter registros do voo e do cotidiano das escalas ao longo do trajeto.

Alexandre Frota: perfil do piloto e planejamento financeiro da viagem

Frota é formado em Administração de Empresas pela Universidade de Fortaleza e tem MBA em Investimentos e Private Banking pelo IBMEC, de acordo com a apresentação divulgada.

Ele também se identifica como administrador de carteiras credenciado pela CVM e informa possuir certificações CGA, CFP e CEA.

A organização financeira aparece como parte central do relato do próprio piloto sobre a preparação.

Casado e pai de dois filhos, Frota afirma que só confirmou a data de decolagem após estruturar uma reserva para cobrir integralmente o período de viagem, incluindo despesas familiares, organização patrimonial e condições para manter atividades profissionais de forma remota.

“Eu não poderia sair do país por cinco meses sem garantir estabilidade para minha família. A reserva foi construída com antecedência e com margem de segurança”.

Na mesma linha, ele afirma que tratou a viagem como um planejamento de longo prazo, com etapas definidas e preparação técnica alinhada a critérios previamente estabelecidos.

“O projeto foi tratado como um plano de longo prazo. Houve fase de preparação técnica, organização financeira e definição clara de etapas. Não existe improviso quando se assume uma responsabilidade dessa dimensão”.

Rota internacional e preparação operacional do RV-10

A rota descrita pelo projeto inclui passagens pela América do Norte, Groenlândia, Islândia, Europa continental, Oriente Médio, Ásia e Oceania, antes do retorno pelas Américas.

A proposta, segundo a equipe, é cruzar cinco continentes e encerrar a viagem no mesmo ponto de origem.

No material de divulgação, Frota relaciona o planejamento de voo a princípios de gestão de risco, com foco em exposição controlada a fatores externos.

“No mercado financeiro, você não controla o cenário externo, mas controla sua exposição ao risco. No voo, não controlo o clima, mas controlo o preparo, combustível e alternativa de pouso”.

Além do trajeto, a iniciativa prevê ações educacionais e conexões com organizações internacionais durante as escalas, sempre conforme o que for viável em cada país e em cada etapa.

O objetivo apresentado é dialogar com jovens, empreendedores e profissionais em transição de carreira, a partir do registro da jornada e de encontros programados ao longo do caminho.

Em outra declaração atribuída ao piloto, Frota associa o projeto à ideia de iniciar desafios em diferentes fases da vida.

“Quero mostrar que maturidade não é limite, é ponto de partida. Aos 52 anos, estou iniciando um dos maiores desafios da minha vida”.

Decolagem em Fortaleza: data prevista e ajustes finais

Com data prevista para 15 de março de 2026, a viagem está organizada para começar em Fortaleza e terminar no mesmo local, após a travessia anunciada por cinco continentes.

De acordo com o projeto, o percurso total estimado é de 74 mil quilômetros, com cerca de 150 dias de operação, respeitando as condições práticas de cada etapa.

A etapa final de preparação reúne ajustes operacionais e a definição do horário técnico, que depende do cenário meteorológico do dia.

Ao público que acompanha a iniciativa, a equipe promete atualizações sobre os passos que antecedem a partida e sobre o andamento do percurso, conforme o plano de cobertura divulgado.

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Marcos
Marcos
01/03/2026 16:17

Acho que podia ir a380 em menos de 30 hr ja esta em casa de novo

Falador
Falador
01/03/2026 11:20

Essa chamada foi tendenciosa demais.

Recov
Recov
Em resposta a  Falador
01/03/2026 14:05

Isso é crime, vou denunciar aos órgãos de jornalismo competentes… as provas estão guardadas!

Elidia
Elidia
28/02/2026 23:40

Achei que era a noiva

Ana Alice

Redatora e analista de conteúdo. Escreve para o site Click Petróleo e Gás (CPG) desde 2024 e é especialista em criar textos sobre temas diversos como economia, empregos e forças armadas.

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