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O desconto que parece imperdível pode esconder um golpe: veja como a Black Friday exige verificação rigorosa antes da compra

Escrito por Caio Aviz
Publicado em 28/11/2025 às 08:34
Pessoa verificando ofertas da Black Friday em um laptop enquanto segura cartão e celular, representando atenção aos riscos de golpes.
Consumidor confere ofertas online da Black Friday usando cartão e celular, em referência aos cuidados essenciais para evitar golpes.
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A Black Friday mistura ofertas tentadoras com golpes cada vez mais sofisticados e exige atenção máxima do consumidor para evitar prejuízos

A Black Friday traz entusiasmo e grandes expectativas, mas também gera problemas constantes. O volume crescente de queixas revela a necessidade de cautela, já que diferentes golpes se espalham de forma rápida. Por isso, entender os principais riscos se torna essencial, porque muitos consumidores caem em armadilhas simples.

Embora o volume de ofertas pareça vantajoso, golpistas usam a data para criar lojas falsas, manipular preços e espalhar mensagens enganosas, o que torna indispensável adotar medidas preventivas.

Marketplaces e os riscos ocultos por trás da aparente credibilidade

Marketplaces exibem produtos de inúmeras lojas, e, portanto, o nome da plataforma nem sempre garante segurança. Embora ofereçam conforto, esses ambientes incluem vendedores externos, o que exige verificação constante.

Golpistas abrem lojas falsas antes da Black Friday, e, assim, inserem avaliações fictícias para parecerem confiáveis. Por isso, observar o campo “vendido e entregue por” se torna indispensável. Essa informação revela a origem real do produto e impede compras em páginas fraudulentas.

Formas de pagamento: como decidir entre cartão e PIX

Cartão e PIX funcionam bem, mas exigem cuidados diferentes. Quem prefere cartão deve usar carteiras digitais, porque elas protegem dados e evitam exposição direta. Assim, optar por um cartão virtual aumenta a segurança, já que ele expira rapidamente.

Apesar de o PIX ser seguro, estornos tornam-se complexos quando enviados para golpistas, e isso exige atenção. Por isso, verificar cada dado antes da transferência se torna obrigatório, já que muitos golpes exploram distrações simples.

Phishing: sites falsos que imitam lojas reais

Phishing utiliza páginas que reproduzem nome, logomarca e aparência de lojas originais, o que engana consumidores desavisados. Esses links chegam por e-mail, SMS, WhatsApp e anúncios patrocinados, e isso amplia a chance de erro.

Por isso, o ideal é digitar o endereço diretamente no navegador, já que isso evita redirecionamentos fraudulentos. Essa prática reduz drasticamente o risco, especialmente durante períodos de alta movimentação.

A manipulação de preços que engana consumidores desatentos

Lojas aumentam preços antes da Black Friday, e, por isso, simulam descontos que parecem atraentes. Além disso, alguns valores sobem após entrar no carrinho, o que cria falsas oportunidades.

Essa prática exige atenção constante, porque comparações durante o processo de compra evitam prejuízos, especialmente quando os valores mudam repentinamente.

Mensagens suspeitas e cobranças inexistentes

Golpistas enviam mensagens pedindo taxas extras ou alegando falhas no pagamento, e, por isso, tentam pressionar consumidores. Essas abordagens exploram urgência e insegurança, o que exige verificação direta no site oficial.

Tirar prints do anúncio, do produto e do prazo de entrega se torna essencial, porque lojas podem alterar informações mais tarde. Essas imagens funcionam como provas, especialmente quando ocorre divergência entre anúncio e entrega.

Quando algo dá errado: como agir sem perder tempo

Caso surja um problema, o ideal é tentar resolver diretamente com a loja, e isso costuma gerar soluções mais rápidas. Se nada funcionar, registrar queixa no Reclame Aqui aumenta a pressão por respostas, já que a plataforma reúne milhares de reclamações verificadas.

Procon deve ser usado como última alternativa, porque os processos costumam demorar mais que os demais canais.

O que tudo isso significa para o consumidor na Black Friday?

A Black Friday reúne boas oportunidades, porém exige atenção em cada etapa da compra. Os golpes exploram pressa, distração e excesso de confiança, e por isso o consumidor precisa agir com cautela. A segurança depende da verificação constante de lojas, links, preços e formas de pagamento, já que pequenas distrações abrem portas para prejuízos significativos.

Em meio a tantas ofertas, será que o consumidor deve priorizar rapidez nas compras ou cautela extrema para evitar armadilhas?


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Caio Aviz

Escrevo sobre o mercado offshore, petróleo e gás, vagas de emprego, energias renováveis, mineração, economia, inovação e curiosidades, tecnologia, geopolítica, governo, entre outros temas. Buscando sempre atualizações diárias e assuntos relevantes, exponho um conteúdo rico, considerável e significativo. Para sugestões de pauta e feedbacks, faça contato no e-mail: avizzcaio12@gmail.com.

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