O superesportivo híbrido com mais de 950 cavalos concentra o maior imposto por valor venal e chama atenção pelo custo anual
O IPVA mais alto do país em 2025 fica com uma LaFerrari, e o imposto ultrapassa R$ 1.200.738. O número impressiona porque reflete diretamente o preço venal de um dos carros mais raros e caros já produzidos.
O caso evidencia como um veículo de altíssimo valor pode levar o tributo a patamares milionários. Para o proprietário, isso significa um custo anual elevado apenas para manter o automóvel regularizado.
Além do valor do imposto, o modelo também chama atenção pela exclusividade. A LaFerrari é vista como um símbolo máximo de luxo e desempenho, com tecnologia avançada e produção restrita.
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O que aconteceu e por que isso chamou atenção
O destaque de 2025 é o título de IPVA mais alto do país, associado a uma LaFerrari. O imposto supera R$ 1.200.738, colocando o modelo no topo do ranking dos veículos com maior cobrança.
O motivo está no cálculo do IPVA, que leva em conta o preço venal do veículo. Quanto mais caro e raro é o automóvel, maior tende a ser o valor do imposto.
Esse tipo de cobrança chama atenção porque foge totalmente do padrão enfrentado pela maioria dos motoristas. No caso de um superesportivo, a cifra deixa claro o peso do tributo no custo total de propriedade.
Como o preço venal influencia o valor do IPVA

O valor do IPVA cresce na medida em que o preço venal do carro sobe. Em modelos comuns, isso se traduz em uma diferença moderada de imposto entre versões e anos.
Em um veículo como a LaFerrari, a lógica se amplifica. O carro reúne raridade, preço elevado e prestígio, fatores que sustentam um valor venal extremamente alto.
O resultado é direto no bolso: um imposto anual que pode passar de R$ 1.200.738, transformando o pagamento em uma das maiores despesas recorrentes do proprietário.
A LaFerrari como símbolo de exclusividade e luxo automotivo
A LaFerrari não representa apenas um automóvel caro. Ela ocupa o espaço de objeto de coleção, associado ao topo do luxo automotivo e à ideia de exclusividade máxima.
O modelo se destaca por reunir design refinado e uma proposta voltada ao desempenho extremo. Isso ajuda a explicar por que o veículo mantém um valor tão elevado e, por consequência, gera um IPVA tão alto.
Esse cenário reforça a diferença entre um carro de rua comum e um superesportivo raro. O custo não se limita à compra, ele se estende a tributos e manutenção de alto padrão.
Engenharia de ponta com conjunto híbrido e mais de 950 cavalos

O superesportivo combina um conjunto híbrido e entrega mais de 950 cavalos de potência. A configuração une desempenho e tecnologia, reforçando a imagem de carro de engenharia avançada.
A proposta híbrida aqui não é voltada a economia de combustível, e sim a potência e resposta rápida. O foco está em performance, com aceleração e velocidade compatíveis com um modelo de elite.
Esse pacote técnico sustenta o status do carro e fortalece o valor de mercado. Na prática, a sofisticação da engenharia também ajuda a manter o preço venal em patamar elevado.
O impacto prático de um imposto milionário para o proprietário
Um IPVA acima de R$ 1.200.738 muda o planejamento financeiro de qualquer proprietário, mesmo no segmento de altíssimo luxo. O pagamento anual se torna uma obrigação relevante para manter a regularidade do veículo.
O imposto também evidencia a lógica do tributo patrimonial: quanto maior o valor do bem, maior o custo anual. Em carros raros, isso se traduz em cifras muito acima do comum.
Para quem acompanha o mercado, o caso mostra como a combinação de raridade e preço pode transformar o IPVA em um marcador de exclusividade, além de um custo fixo obrigatório.
O IPVA mais alto de 2025 reforça o peso do preço venal no cálculo e coloca a LaFerrari no centro das atenções por ultrapassar R$ 1.200.738. A cifra evidencia o nível de tributação quando o bem entra no patamar máximo de valor.
Ao mesmo tempo, o modelo segue como referência de engenharia e prestígio, com conjunto híbrido e mais de 950 cavalos. Em um carro desse nível, o custo anual do imposto se soma ao pacote de exclusividade que poucos conseguem manter.

Não julgo se a pessoa tem esse valor pra pagar, mas é um imposto injusto e caro sobre um bem que já pagamos impostos ao comprar. Pagamos IPTU pelo pedaço de terra que diz respeito à manutenção do acesso à frente de nossa propriedade e pagamos para usá-la.
É uma informação importante, para mostrar o desperdício que é o Brasil, de gente, trabalho e dinheiro. 20% da população gerando riqueza e o restante “vampirizando”.