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Em processo inédito, Hyundai vai transformar borra de fosfato gerada na pintura de carros em 270 toneladas de fertilizantes por ano

Publicado el 20/05/2025 a las 07:55
Fertilizantes, Fosfato, Hyundai
Imagem: IA
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Projeto pioneiro da Hyundai transforma resíduo industrial em fertilizante agrícola, reduzindo impacto ambiental e custos de produção

Um tipo de resíduo que até pouco tempo era tratado como passivo ambiental sem solução vai ganhar novo destino. A Hyundai Brasil, em parceria com a empresa Antares, iniciou um projeto inédito no país para reaproveitar a borra de fosfato gerada no processo de pintura automotiva.

A borra de fosfato é resultado da fosfatização de superfícies metálicas, etapa usada para melhorar a aderência da tinta e proteger o veículo contra a corrosão.

Esse material, que antes não tinha reaproveitamento viável, agora poderá ser transformado em insumo agrícola. Segundo a montadora, o novo processo permitirá a produção de ao menos 270 toneladas de fertilizantes por ano.

O projeto foi desenvolvido junto à Antares, especializada em reciclagem de insumos. “Criamos um processo seguro, eficiente e escalável que permite reciclar os principais elementos presentes na borra, como fósforo e zinco, para reaproveitá-los como insumo agrícola”, explicou Ricardo Martins, vice-presidente da Hyundai Motor Brasil.

O executivo destaca que a solução reduz a dependência de fontes não-renováveis, diminui riscos de contaminação do solo e da água, e ainda corta significativamente as emissões de gases de efeito estufa associadas à produção convencional de fertilizantes.

Além do impacto ambiental positivo, a Hyundai também aponta ganhos financeiros. A transformação do resíduo em fertilizante trará economia nos custos com gerenciamento de resíduos industriais. Todo o processo será feito com o material coletado na unidade da empresa em Piracicaba, interior de São Paulo.

Trata-se de um exemplo concreto de como a colaboração entre empresas gera impacto positivo em larga escala”, finalizou Martins.

Essa será a primeira vez que o Brasil utilizará a borra de fosfato como matéria-prima industrial.

Com informações de Money Report.

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Romário Pereira de Carvalho

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