Petrobras assinou contrato de afretamento com a Ocyan, antes chamada Odebrecht Óleo e Gás e outras duas empresas
Segundo o presidente da Ocyan, antes chamada Odebrecht Óleo e Gás, a mesma afretou à Petrobras uma sonda de perfuração. O contrato feito entre as empresas tem duração dois anos. Esta foi a primeira negociação entre as companhias desde a deflagração da operação Lava Jato, há cinco anos.
Segundo Roberto Simões, além da Ocyan as outras duas empresas vencedoras da concorrência aberta pela Petrobras, foram a Constellation Oil Services Holding, com três sondas, e a Petroserv, com duas unidades. Simões não quis entrar em detalhes sobre os valores.
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«No momento em que você tem a empresa operando como está, todos os ativos estão agora super bem avaliados pelo cliente, e além disso conquista o contrato, está fechando com chave de ouro o ciclo de retomada.» destacou Simões. Outras licitações para novas plataformas pela Petrobras também estão no radar da Ocyan.
Segundo Simões, a embarcação contratada, chamada Norbe VI, é uma plataforma de perfuração semissubmersível e será usada em atividades nas Bacias de Campos e Santos e deve iniciar os trabalhos no último trimestre deste ano. A empresa tem outras cinco sondas de perfuração já contratadas pela Petrobras, em negócios anteriores à Lava Jato.
A empresa opera juntamente com a Teekay, a FPSO – Cidade de Itajaí, que produz petróleo no campo de Baúna, nas águas rasas da Bacia de Santos. O campo foi vendido na semana passada pela Petrobras à australiana Karoon. Segundo o CEO da Karoon, a mesma pretende elevar a produção em Baúna em 60% até 2022, sendo uma ocasião importante para a Ocyan buscar estender o contrato da plataforma, previsto para vencer em 2022, disse Simões.
A Ocyan também está atenta a outro ativo da Karoon, o campo de Neon, próximo a Baúna, na Bacia de Santos, onde Simões tem a expectativa de que a australiana lance em breve uma licitação para a contratação de um FPSO. A expectativa da Karoon é iniciar a produção no novo campo em 2023.
A Ocyan planeja participar de concorrência para fornecer um FPSO para a brasileira Enauta, antiga Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), para o campo de Atlanta, também em Santos, que Simões prevê ser lançada até o fim deste ano.
A empresa também tem expectativa de disputar leilão para fornecer um FPSO para a Shell, na área de Gato do Mato, na Bacia de Santos.
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