Petrobras adia entrada em operação do FPSO depois de já ter postergado a licitação dos equipamentos subsea do mesmo projeto
No dia 16 de outubro o Click Petróleo e Gás informou que a Petrobras havia adiado a entrega de propostas para o subsea de Mero 2 e Búzios V e agora foi a vez da petroleira adiar a conclusão do FPSO.
A informação foi divulgada pela Petrobras em seu relatório financeiro, ontem quarta-feira (24/10), e representa a postergação de um ano ante ao prazo divulgado no plano de negócios da Petrobras 2019-2014.
A estatal brasileira previa a entrada em funcionamento do FPSO Sepetiba, no campo de mesmo nome, no pré-sal da bacia de Santos, para 2022 e agora vai trabalhar com a nova date que será de 2023.
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Em março deste ano a SBM anunciou a volta ao mercado brasileiro por cima e faturou o FPSO de Mero 2. Em junho foi assinado o contrato com a Petrobras que informou em seu relatório de desempenho trimestral que o FPSO está com 10% de avanço físico em seu projeto.
O FPSO terá capacidade de processar até 180 mil bopd e 12 milhões de m³/d de gás e foi uma das primeiras conquistas da SBM no Brasil depois do acordo de leniência assinado com a justiça em virtude das acusações de corrupção feitas pela operação lava-jato.
A vitória da SBM
A SBM venceu a licitação que concorria juntamente com a Modec e MISC de afretamento do FPSO que vai operar no campo de Mero 2 no bloco de Libra.
O equipamento vai operar em lâmina d’água de cerca de 2.000 metros e terá características similares ao projeto Mero 1, com algumas otimizações implementadas.
Vale a pena lembrar que a empresa é a operadora do estaleiro Brasa, em Niterói e havia divulgado que o manteria fechado por um bom tempo por estar sem obras.
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