1. Início
  2. / Economia
  3. / Gigante brasileira de energéticos confirma fábrica colossal de 100 mil m² em SC e vira o jogo na região ao transformar antiga área industrial em novo império de produção, empregos e expansão nacional da marca
Tempo de leitura 4 min de leitura Comentários 0 comentários

Gigante brasileira de energéticos confirma fábrica colossal de 100 mil m² em SC e vira o jogo na região ao transformar antiga área industrial em novo império de produção, empregos e expansão nacional da marca

Publicado em 28/01/2026 às 01:37
Fábrica colossal da Baly em Araranguá assume área da Alliance One, gera empregos e marca nova fase de expansão industrial no Sul Catarinense. (FONTE E IMAGEM: NDMAIS)
Fábrica colossal da Baly em Araranguá assume área da Alliance One, gera empregos e marca nova fase de expansão industrial no Sul Catarinense. (FONTE E IMAGEM: NDMAIS)
  • Reação
  • Reação
  • Reação
4 pessoas reagiram a isso.
Reagir ao artigo

Anunciada na noite de domingo (25) nas redes sociais, a fábrica colossal da Baly terá 500 mil m² de área total e 100 mil m² construídos em Araranguá, no Extremo Sul Catarinense. Será o quarto parque e ocupará o espaço da Alliance One, que encerra atividades na safra de 2027.

A fábrica colossal que a Baly confirmou para o Sul de Santa Catarina coloca Araranguá no centro do próximo ciclo de crescimento da marca, com um complexo de 100 mil m² de construção dentro de uma área total de 500 mil m², anunciado diretamente nas redes sociais.

A empresa, considerada a maior marca brasileira de energéticos, descreveu o projeto como moderno, tecnológico e sustentável, planejado para impulsionar a economia, gerar ainda mais empregos e fortalecer a indústria brasileira, enquanto a expansão avança para consolidar a liderança nacional e abrir mais espaço para a presença da marca no país.

O que a Baly confirmou sobre a fábrica colossal em Araranguá

A Baly informou que vai construir a nova unidade em Araranguá, município apontado como o principal da região do Extremo Sul Catarinense, dentro da Amesc.

O projeto prevê um complexo com 500 mil m² de área total e 100 mil m² construídos, desenhado para sustentar o que a marca chamou de crescimento acelerado.

No comunicado, a empresa amarra a fábrica colossal a três frentes: consolidação da liderança nacional, expansão e uma estrutura capaz de acompanhar o aumento de produção.

A mensagem central é direta: a unidade seria um passo “importante” para reforçar o tamanho da Baly e o alcance do que ela descreve como seu plano de desenvolvimento.

Por que a nova unidade vira o jogo na região

O impacto regional aparece em duas camadas. A primeira é a escala do empreendimento: uma fábrica colossal desse porte tende a mexer com cadeia de serviços, demanda de mão de obra e movimentação econômica, especialmente ao ser implantada no coração de um polo regional.

A segunda camada é simbólica e prática ao mesmo tempo: o novo complexo ocupa uma área industrial já estabelecida, o que facilita a transformação de um espaço marcado por uma grande operação anterior em um novo “império” de produção, agora ligado ao setor de energéticos.

A área industrial que vai mudar de dono

A futura fábrica colossal da Baly ficará no espaço onde hoje funciona a sede da Alliance One, multinacional de processamento de fumo.

Essa empresa comunicou recentemente que, a partir da safra de 2027, vai encerrar as atividades em Araranguá e centralizar as operações no Rio Grande do Sul.

Esse movimento abre caminho para a troca de vocação produtiva do local: sai uma operação ligada ao processamento de fumo e entra um complexo voltado à produção de energéticos, com promessa de novos empregos e reforço da indústria regional.

O que o anúncio revela sobre a expansão da Baly

Com a unidade de Araranguá, a Baly chega ao quarto parque fabril.

A empresa foi criada em 1997, em Tubarão, e soma duas unidades na Cidade Azul e uma em Treze de Maio, município também do sul catarinense.

Na prática, a fábrica colossal anunciada para Araranguá amplia o “mapa” de produção da marca dentro do próprio estado e encaixa a expansão em uma lógica de capacidade: quanto maior a estrutura, maior a sustentação para o ritmo de crescimento que a empresa diz estar vivendo.

A comemoração da associação empresarial e o recado para investidores

O anúncio foi celebrado pela Associação Empresarial de Araranguá e do Extremo Sul Catarinense (Aciva), que acompanhava a saída da Alliance One e o interesse de empresas pelo local.

Para a entidade, a chegada da Baly representa investimento expressivo, geração de empregos e confirmação de que o município está pronto para receber grandes operações.

O presidente da associação, Jadiel Boza Della Vechia, resumiu o efeito imediato da notícia ao afirmar que a chegada da Baly “movimenta a economia” e fortalece o desenvolvimento regional, reforçando que a Aciva acompanha e apoia iniciativas com esse perfil.

No fim das contas, uma fábrica colossal como essa muda o clima econômico do Extremo Sul Catarinense: você acha que Araranguá vai virar um novo polo industrial a partir desse investimento?

Inscreva-se
Notificar de
guest
0 Comentários
Mais recente
Mais antigos Mais votado
Feedbacks
Visualizar todos comentários
Fonte
Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

Compartilhar em aplicativos
0
Adoraríamos sua opnião sobre esse assunto, comente!x