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Honda City 2026: sedã faz até 15,2 km/l, tem 519 litros de porta-malas, CVT com paddle-shift, mas decepciona com tanque de 44 L, desempenho morno e estepe temporário; 5 razões para comprar e 5 para fugir do sedã

Escrito por Alisson Ficher
Publicado el 22/11/2025 a las 13:30
Actualizado el 22/11/2025 a las 13:31
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
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O Honda City 2026 mantém consumo baixo, bom espaço interno e pacote de segurança amplo, mas ainda convive com limitações como desempenho apenas adequado, tanque pequeno e uso de estepe temporário.

O Honda City 2026 mantém a estratégia da marca de oferecer um sedã compacto com foco em conforto, espaço interno e consumo eficiente, mas sem grandes mudanças em relação às últimas atualizações.

Com motor 1.5 flex aspirado de até 126 cv, câmbio CVT com simulação de sete marchas e porta-malas de 519 litros, o modelo disputa clientes com rivais como Chevrolet Onix Plus, Volkswagen Virtus e Fiat Cronos.

Por outro lado, ainda deixa a desejar em pontos como desempenho, tanque pequeno e uso de estepe temporário.

Evolução do Honda City no Brasil

Lançado no Brasil em 2009, o City sempre se apoiou em atributos herdados do Fit. Entre eles, estava o bom aproveitamento de espaço interno.

A primeira geração trazia motor 1.5 flex e opções de câmbio manual ou automático de cinco marchas.

Essa combinação ajudou a consolidar o sedã entre consumidores que buscavam racionalidade e baixo custo de uso.

Anos depois, a linha apresentada em 2014 manteve o mesmo propulsor. A Honda aposentou o tanquinho de partida a frio e também introduziu a transmissão CVT, que passou a simular sete marchas.

Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.

A mudança modernizou o conjunto e aproximou o sedã do padrão adotado pela marca em outros modelos. A reformulação seguinte ocorreu na gama 2022.

O City ganhou novo visual, com motor 1.5 flex foi recalibrado para entregar até 126 cv, tanto com etanol quanto com gasolina. A transmissão CVT seguiu como única opção.

A intervenção visual mais recente veio no fim de 2024, com a linha 2025. Os retoques foram suficientes para manter o sedã entre os mais emplacados do mercado.

Mesmo com mudanças discretas, o modelo seguiu entre os cinco sedãs compactos mais vendidos do país.

Linha 2026 e versões do sedã

A linha 2026, apresentada em agosto de 2025, manteve o conjunto conhecido, não houve alterações técnicas ou de conteúdo relevantes.

A gama segue dividida em quatro versões.

• LX: R$ 117.500

• EX: R$ 135.000

• EXL: R$ 142.300

• Touring: R$ 150.800

Mesmo com a nova geração esperada para 2026, unidades camufladas seguem em testes no Brasil.

Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.

Enquanto a novidade não chega, o City continua sendo uma das apostas da Honda no segmento.

Conforto e suspensão do Honda City 2026

Um dos pontos mais elogiados do sedã é o conforto ao rodar.

Quem busca um modelo compacto, mas sem abrir mão de comodidade, encontra no City um acerto de suspensão voltado para suavidade e estabilidade.

O conjunto absorve bem buracos, remendos e irregularidades. No interior, o espaço é um trunfo.

A distância entre-eixos de 2.600 mm favorece quem viaja no banco traseiro.

O túnel central quase plano melhora a acomodação de quem vai no assento central e o modelo atende bem famílias com até três adolescentes ou adultos de estatura média.

Consumo de combustível e desempenho

No consumo, o conjunto formado pelo motor 1.5 16V e câmbio CVT mostra equilíbrio.

Com etanol, o sedã faz cerca de 9,2 km/l na cidade e 10,5 km/l na estrada. Com gasolina, os números sobem para 13,1 km/l em uso urbano e 15,2 km/l em rodovias.

Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.

Esses resultados colocam o City entre os sedãs compactos mais econômicos.

Por outro lado, o desempenho não é seu ponto mais forte. O motor aspirado e a transmissão CVT privilegiam suavidade em vez de respostas rápidas.

O zero a 100 km/h ocorre em torno de 10,6 segundos e a velocidade máxima fica próxima de 186 km/h.

Alguns consumidores destacam a ausência de um motor turbo como limitação, visto que rivais já oferecem alternativas sobrealimentadas.

Para quem valoriza ultrapassagens rápidas, isso pode pesar.

Porta-malas e espaço para família

Além do bom espaço interno, o porta-malas é outro argumento importante. O volume de 519 litros acomoda bagagens de viagens ou rotinas familiares.

Mesmo não sendo o maior da categoria, a diferença para Virtus e Cronos é pequena. O compartimento mantém o City competitivo no segmento.

Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.

Equipamentos e segurança

Desde a versão LX, o sedã traz um pacote abrangente.

O modelo oferece seis airbags, câmera de ré multivisão, assistente de frenagem de emergência e alerta de pressão dos pneus.

Conta também com freio de estacionamento eletrônico com função Brake Hold.

A partir da versão EX, o câmbio CVT recebe paddle-shifts.

Eles permitem simular trocas de marcha em situações específicas, como descidas e ultrapassagens.

Pontos fracos: altura do solo, tanque e estepe

Embora o acerto da suspensão privilegie o conforto, a altura em relação ao solo exige atenção.

O sedã pode raspar em valetas e lombadas mais altas. Muitos proprietários instalam protetor de cárter para evitar danos.

Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.
Honda City 2026 mantém foco em conforto, consumo eficiente e bom espaço, mas ainda enfrenta críticas sobre desempenho, tanque pequeno e estepe temporário.

Outro ponto é a capacidade do tanque de combustível, de 44 litros. Mesmo com bom consumo, o volume reduzido limita a autonomia em viagens.

Paradas mais frequentes em postos tornam-se comuns. O estepe temporário também gera críticas.

A roda mais estreita é destinada a uso limitado e requer cuidado. Com ela, a aderência e a estabilidade diminuem. A distância de frenagem tende a aumentar.

Isolamento acústico e percepção de refinamento

Apesar do conforto geral, o isolamento acústico poderia ser melhor. Relatos de usuários apontam ruídos de rolagem e sons externos entrando na cabine.

Em pavimentos ásperos ou velocidades maiores, o incômodo aumenta. Esse detalhe pode influenciar quem busca interior mais silencioso.

O Honda City 2026 se encaixa melhor no perfil de quem prioriza consumo, conforto e espaço.

Para quem aceita desempenho mediano, tanque pequeno e o uso do estepe temporário, ele segue como opção racional entre os sedãs compactos.

O modelo atende ao seu público, mas será que essas características ainda serão suficientes quando a nova geração finalmente estrear?

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José Jumar
José Jumar
25/11/2025 22:12

Só falta um motor decente.

Adilson
Adilson
Em resposta a  José Jumar
27/11/2025 15:57

Ótimo motor, acelera bem é só saber dirigir 1 segundo de diferença pra um turbo 1.0 não faz diferença em uma estrada.

Alexandre
Alexandre
23/11/2025 19:29

Eu tive um 2013, um 2018 e agora tenho um 2026, entre os sedãs médios sempre se destacou e agora com rodas 16 ficou um pouco mais alto, melhorando o problema da distância do solo. A economia compensa o tamanho do tanque, a autonomia é muito melhor que qualquer suv e não gosto do estepe temporário. Câmbio CVT e as «borboletas» são ótimos, a 60 por hora dá pra usar a sétima marcha.

Abreu
Abreu
23/11/2025 16:32

Gosto muinto do carro já é o segundo gue eu tenho o primeiro era 2015 figuei com ele 6 anos não tive nem uma decepção no mês de março deste ano troquei por um 2223 modelo E L X estou mundo feliz agora estou esperando a honda me ofereceu trocar por um zero sem custa pra mim continuar fazendo propaganda pra honda pra min não tem carro nenhum igual

Ronaldo
Ronaldo
Em resposta a  Abreu
24/11/2025 10:45

😂😂😂😂 esperando a Honda oferecer sem custo? Mas é um fanfarrão. Gente boa sempre tem bom humor.

Alisson Ficher

Jornalista formado desde 2017 e atuante na área desde 2015, com seis anos de experiência em revista impressa, passagens por canais de TV aberta e mais de 12 mil publicações online. Especialista em política, empregos, economia, cursos, entre outros temas e também editor do portal CPG. Registro profissional: 0087134/SP. Se você tiver alguma dúvida, quiser reportar um erro ou sugerir uma pauta sobre os temas tratados no site, entre em contato pelo e-mail: alisson.hficher@outlook.com. Não aceitamos currículos!

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