Iniciativa amplia capacitação feminina, oferece capital semente e fortalece geração de renda em sete áreas de concessão do Grupo Equatorial
Primeiramente, o Instituto Equatorial, braço social do Grupo Equatorial, anunciou em janeiro de 2026 o investimento de R$ 910 mil no Projeto Energia Feminina 2026. Além disso, a iniciativa vai capacitar 784 mulheres empreendedoras nos estados de Goiás, Alagoas, Maranhão (São Luís), Piauí, Pará, Amapá e Rio Grande do Sul. Dessa forma, o programa reforça o compromisso institucional com empreendedorismo feminino, geração de renda e inclusão social, conforme comunicado oficial divulgado pela própria organização.
Além do investimento financeiro, o projeto oferecerá, de forma gratuita, cursos de empreendedorismo, gestão financeira, marketing e vendas, sustentabilidade e eficiência energética. Assim, as participantes terão acesso a conteúdos técnicos estruturados para fortalecer seus negócios. Posteriormente, 364 mulheres avançarão para a fase de desenvolvimento de planos de negócio. Nessa etapa, será concedido capital semente, além de mentorias personalizadas.
Além disso, as inscrições estão sendo realizadas por meio de cadastro online, conforme informado pelo Instituto Equatorial. O processo ocorre via plataforma do CIEDS e canais oficiais da instituição. Consequentemente, o programa prioriza mulheres inscritas no CadÚnico ou encaminhadas por serviços da assistência social. Paralelamente, o edital adota critérios inclusivos. Portanto, há cotas destinadas a mulheres negras e atenção especial a grupos minorizados, como PCDs, mulheres trans, populações tradicionais e nômades.
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Segundo Janaína Ali, coordenadora do Instituto Equatorial, o projeto tem missão clara. “Por meio do Instituto Equatorial, buscamos abrir caminhos para que cada participante transforme sua história, renda e realidade”, afirmou em declaração oficial. Além disso, ela destacou que a conexão entre mulheres fortalece o aprendizado coletivo e estimula criatividade e evolução.
Enquanto isso, exemplos práticos demonstram os resultados da iniciativa. Em Belém, no Pará, o Yleus Ateliê Criações, fundado por Maria Suely, atua na produção artesanal de terços, imagens em gesso e acessórios devocionais. Atualmente, o empreendimento já atendeu mais de 200 clientes. Dessa maneira, a empreendedora transformou o artesanato em fonte de renda e fortalecimento comunitário.
Da mesma forma, em Teresina, no Piauí, a marca Referência Preta, criada por Débora Raquel, promove representatividade negra por meio de roupas e acessórios. O negócio comercializa camisetas estampadas, ecobags e peças customizadas. Além disso, durante o programa, a fundadora participou de apresentações de pitch. Assim, ampliou a visibilidade da marca e o acesso a novos mercados.
Anteriormente, na primeira edição realizada em 2025, o projeto capacitou 360 mulheres no Pará e no Piauí. Em seguida, 120 participantes foram selecionadas para incubação. Posteriormente, receberam capital semente e encerraram o ciclo com a realização de uma Feira de Negócios. Agora, em 2026, o programa foi ampliado para as sete áreas de concessão do Grupo Equatorial.
Adicionalmente, o cronograma de lançamentos presenciais ocorreu entre janeiro e fevereiro de 2026. Conforme divulgado oficialmente, as apresentações aconteceram nas seguintes datas:
• 28/01 — São Luís (MA)
• 03/02 — Piauí
• 04/02 — Pará
• 06/02 — Amapá
• 10/02 — Rio Grande do Sul
Por fim, o projeto mantém foco em transparência institucional e critérios técnicos claros. Assim, a iniciativa busca entregar exatamente o que propõe: capacitação estruturada, inclusão produtiva e fortalecimento sustentável de negócios liderados por mulheres.
Por: Charles Leite é Coordenador Desenvolvimento de Negócios Windpower na FUCHS, maior fabricante independente de lubrificantes e produtos relacionados do mundo.

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