Saiba mais da chegada do chamado «Ozempic brasileiro”, uma versão da liraglutida que promete ser mais barata e mais acessível.
Uma nova e promissora opção para o tratamento de diabetes e obesidade acaba de desembarcar no mercado farmacêutico nacional.
O maior laboratório farmacêutico do Brasil, a EMS, sob o comando do grupo NC, anunciou a chegada uma versão da liraglutida que promete ser mais barata e mais acessível.
As primeiras canetas de liraglutida já estão nos depósitos das maiores redes de farmácias e começarão a ser vendidas a partir da próxima segunda-feira, 4 de agosto.
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A liraglutida e a grande aposta da EMS
A liraglutida, princípio ativo dos novos medicamentos da EMS, é uma molécula da classe dos análogos de GLP-1, que tem se mostrado eficaz no controle de glicemia e peso.
O público já conhece essa substância, pois ela é o mesmo princípio ativo do Saxenda, um dos medicamentos mais populares da Novo Nordisk, assim como a semaglutida presente no Ozempic.
A iniciativa da EMS é um marco para a indústria farmacêutica nacional, representando um investimento estratégico de mais de R$ 1 bilhão para viabilizar a produção das canetas.
Esse investimento culminou com a inauguração de uma moderna fábrica de peptídeos no país em 2024, em Hortolândia (SP), garantindo que todo o processo seja feito em solo nacional.
Disponibilidade e preços acessíveis
A partir da próxima semana, os medicamentos Olire, para o tratamento da obesidade, e Lirux, para o controle do diabetes tipo 2, estarão disponíveis nas redes Raia, Drogasil, Drogaria São Paulo e Pacheco, levando as novas opções a milhões de brasileiros.
Inicialmente, um total de 100 mil canetas de Olire e 50 mil canetas de Lirux foram distribuídas.
A grande vantagem para o consumidor, além da produção nacional, são os preços mais acessíveis.
Os medicamentos terão preços sugeridos a partir de R$ 307,26 (embalagem com 1 caneta), R$ 507,07 (Lirux com 2 canetas) e R$ 760,61 (Olire com 3 canetas).
A estimativa é que esses valores representem uma economia significativa em comparação aos produtos importados, tornando o tratamento mais viável a longo prazo.
Projeção de crescimento e impacto no mercado
A farmacêutica afirmou que a distribuição inicial é apenas o começo.
A expectativa é que, até o final deste ano, 250 mil unidades deverão estar disponíveis no varejo, com um aumento progressivo na capacidade de produção.
O objetivo é alcançar a marca de 500 mil canetas até o mês de agosto de 2026, solidificando a presença dos medicamentos no mercado e atendendo à crescente demanda por tratamentos eficazes para obesidade e diabetes.
A iniciativa da EMS não só fortalece a indústria nacional, mas também promete democratizar o acesso a terapias essenciais para a saúde da população.
Que bom, muitas pessoas realmente precisam, um medicamento desse não pode ser previliegio de poucos pela ganancia de uma minoria.