Menina superdotada mexicana com QI 162 vence bullying, convive com autismo, entra na universidade aos 8 anos e já sonha em ser astronauta, escrever livros e transformar a vida de outras crianças
A história da menina superdotada Adhara Pérez parece roteiro de filme, mas é realidade. Aos 8 anos, com QI 162, maior que o de Albert Einstein e Stephen Hawking segundo especialistas mencionados na entrevista, ela já cursa engenharia industrial em sistemas e matemática em uma universidade mexicana, enquanto lida com o espectro autista e cicatrizes deixadas pelo bullying. Em vez de recuar, ela transformou a dor em combustível para sonhar alto: viajar a Marte, escrever livros, criar tecnologias para ajudar crianças e, um dia, conquistar um Prêmio Nobel.
Na entrevista ao lado da mãe, Nallely Sánchez, Adhara aparece tímida, mas firme, explicando conceitos de buracos negros, falando de astrofísica com naturalidade e descrevendo brinquedos e projetos como se fossem passos concretos rumo ao futuro.
Por trás do olhar de menina, existe uma cientista em formação, uma menina superdotada que já entende que seu conhecimento pode ser ferramenta para mudar o mundo e aliviar o sofrimento de outras pessoas.
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Quem é a menina superdotada de 8 anos que já está na universidade

Adhara nasceu em Veracruz, no México, e hoje vive na Cidade do México com a mãe e a irmã mais nova. À primeira vista, parece uma criança comum: gosta de brincar de Barbie, de se enfiar em caixas de papelão, de inventar mundos.
Mas, por trás das brincadeiras, mora uma menina superdotada com QI 162, avaliada bem acima da média e até mesmo dos gênios mais citados da ciência moderna.
Enquanto muitas crianças de 8 anos estão no ensino fundamental, Adhara já estuda engenharia industrial em sistemas e matemática em uma universidade, além de fazer cursos extras. Ela fala da faculdade com naturalidade, como quem comenta a lição de casa.
O espanto fica por conta dos adultos: o apresentador precisa explicar para o público o que significa esse nível de QI, o intervalo da inteligência normal e o patamar em que ela se encontra. Para Adhara, porém, estudar parece tão natural quanto brincar.
Autismo, diagnóstico difícil e bullying: o lado escondido da genialidade
Por trás do brilho da história dessa menina superdotada existe um começo doloroso. A mãe conta que o processo foi “complicado” desde o início.
Adhara foi diagnosticada com transtorno do espectro autista, o que exigiu consultas, encaminhamentos, avaliações e muita paciência até encontrar uma profissional que realmente entendesse seu caso. Era um quadro incomum: uma criança autista com QI extremamente avançado.
Nesse meio tempo, o ambiente escolar nem sempre foi acolhedor. A mãe relata episódios de bullying, dificuldades de adaptação e incompreensão. A inteligência acima da média, somada ao autismo, fez de Adhara um alvo fácil.
Ela não era apenas “diferente”, era muito diferente. Com o tempo, apoio profissional adequado e o suporte constante da mãe, o cenário começou a mudar.
Hoje, Adhara se define como uma menina feliz, mostrando que é possível ser uma menina superdotada, autista e realizada, desde que encontre acolhimento, respeito e oportunidades.
Rotina entre estudos, brincadeiras e sonhos gigantes
Apesar da rotina universitária, Adhara continua sendo uma criança. Ela conta que em seu tempo livre gosta de estudar por conta própria, brincar com a irmã, imaginar histórias com bonecas e transformar objetos simples em naves espaciais.
Uma caixa grande vira uma cápsula interplanetária, janelas desenhadas viram escotilhas olhando para a Terra lá embaixo.
O jogo favorito das duas é “brincar de astronauta”. Ela entra na caixa com a irmã, finge que está em uma nave e, juntas, imaginam que viajam pelo espaço.
Essa mistura de infância e alta capacidade intelectual reforça quem ela é: uma menina superdotada que não abriu mão de ser criança, mesmo vivendo uma trajetória acadêmica incomum.
Fascínio pelo espaço, buracos negros e a viagem para Marte
Quando o assunto é espaço, os olhos de Adhara brilham. Questionada sobre o que pretende ser quando adulta, a resposta vem sem hesitar: quer ser astronauta e viajar a Marte.
Ela não fala do planeta vermelho como um sonho distante, mas como um projeto que já está esboçando na cabeça. Quer investigar, fazer perguntas, entender o que existe além do que vemos.
Durante a entrevista, Adhara explica com segurança o conceito de buracos negros, menciona a teoria de Stephen Hawking e descreve de forma detalhada a gravidade tão intensa que nem a luz consegue escapar.
Ela fala de elementos químicos, de massa atômica, de densidade, como quem está comentando algo que revisou recentemente. É impressionante ver uma menina superdotada de 8 anos discorrendo sobre física teórica com naturalidade, enquanto muitos adultos ainda se confundem com o básico.
Livros, pulseiras e o desejo de ajudar outras crianças
A genialidade de Adhara não está apenas na capacidade de aprender, mas na vontade de usar o conhecimento para ajudar outras pessoas. Ela conta que está escrevendo um livro com o título “No te rindas”, voltado a crianças com autismo e outras que sofrem com bullying, para motivá-las a não desistir.
No livro, pretende relatar parte da própria história, mostrar suas dificuldades, suas conquistas e a mensagem de que é possível seguir em frente mesmo quando o mundo não entende você.
Mais que isso, Adhara quer doar o dinheiro arrecadado com o livro para crianças com autismo que precisam de terapias e não têm condições de pagar.
Ela também menciona uma ideia de criar uma pulseira para ajudar crianças com autismo, pacientes em coma e pessoas que sofrem convulsões, buscando soluções que aliviem a dor e aumentem a qualidade de vida.
Para uma menina superdotada de 8 anos, pensar em tecnologia com foco em inclusão revela um senso raro de empatia e propósito.
O sonho de conquistar um Prêmio Nobel e um mundo mais em paz
Em determinado momento da conversa, Adhara revela outro sonho ousado: ganhar um Prêmio Nobel da Paz. Não apenas pelo reconhecimento, mas pela possibilidade de fazer algo que realmente melhore a vida das pessoas.
Ela fala em construir naves, colonizar planetas com água, encontrar caminhos para garantir a sobrevivência da humanidade, mas também em algo mais simples e profundo: que as pessoas possam viver tranquilas, em paz, sem medo e sem tristeza.
Essa combinação de alta capacidade intelectual, sensibilidade social e visão de futuro faz dessa menina superdotada um símbolo de potência humana.
Com o apoio da mãe, que a acompanha, defende e celebra cada conquista, Adhara já firmou compromissos importantes: terminar seus estudos, estudar astrofísica, publicar o livro, desenvolver a pulseira, viajar ao espaço e voltar para contar tudo.
Se tantos planos vão se concretizar, só o tempo dirá, mas o que já está claro é que o mundo precisa prestar atenção em histórias como a dela.
E você, o que sente ao conhecer a trajetória dessa menina superdotada: qual parte da história da Adhara mais te marcou e por quê?

Sou Professora e já tive muitos alunos autistas muito inteligentes e que amam ajudar os outros. São os seres humanos mais raros e especiais do mundo todo! Tenho certeza de que esta pequena grande menina fará a diferença na vida de muitas pessoas! Parabéns, Adhara!