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Mercatto Energia inicia operação em teste de usinas de GD solar no Mato Grosso com autorização da Aneel e expande geração distribuída fotovoltaica em Tangará e Campo Novo

Escrito por Hilton Libório
Publicado em 06/01/2026 às 15:24
Logotipo da Mercatto Energia em destaque sobre usina de energia solar desfocada no Mato Grosso, representando projetos de geração distribuída autorizados pela Aneel
Mercatto Energia inicia operação em teste de usinas de GD solar no Mato Grosso com autorização da Aneel e expande geração distribuída fotovoltaica em Tangará e Campo Novo/ Imagem Ilustrativa
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A Aneel autorizou o início da operação em teste de usinas da Mercatto Energia fortalecendo a geração distribuída com energia solar em Tangará e Campo Novo

Em 6 de janeiro de 2026, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou o início da operação em teste de duas unidades de geração fotovoltaica da Mercatto Energia, reforçando a expansão da geração distribuída e da energia solar no Mato Grosso. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e marca um avanço estratégico para a companhia no setor elétrico brasileiro.

Segundo matéria publicada pelo site MegaWhat, as autorizações envolvem as usinas Pedreira Tangará, com potência instalada de 0,600 megawatt (MW), e Silvana Maria Vizzoto Varnie, de 0,960 MW. Localizadas nos municípios de Tangará da Serra e Campo Novo do Parecis, ambas serão utilizadas para a contabilização da própria energia da empresa no modelo de usinas de GD solar, conforme as regras vigentes de geração distribuída.

Autorização da Aneel marca avanço da geração distribuída

A liberação concedida pela Aneel permite que as unidades entrem em operação em teste, etapa obrigatória antes da autorização definitiva para funcionamento comercial. Nessa fase, são avaliados critérios técnicos, operacionais e de segurança, garantindo que as usinas estejam plenamente integradas ao sistema elétrico.

No caso da Mercatto Energia, a autorização demonstra conformidade com os requisitos regulatórios e técnicos exigidos pelo órgão regulador. Esse processo é fundamental para assegurar estabilidade ao sistema elétrico, especialmente em um cenário de crescimento acelerado da geração distribuída no país.

A publicação dos despachos no DOU confere transparência e validade jurídica à decisão, além de servir como referência oficial para o mercado, investidores e agentes do setor.

Usinas de GD solar impulsionam energia solar no Mato Grosso

As novas usinas de GD solar autorizadas estão localizadas em regiões estratégicas do Mato Grosso, estado que se destaca nacionalmente pelo crescimento da geração fotovoltaica. A combinação entre alta irradiação solar, disponibilidade territorial e expansão da demanda energética favorece a implantação de projetos desse tipo.

A usina Pedreira Tangará, em Tangará da Serra, conta com capacidade de 0,600 MW, enquanto a unidade Silvana Maria Vizzoto Varnie, em Campo Novo do Parecis, possui 0,960 MW.

Ambas foram projetadas para atender ao modelo de geração distribuída, no qual a energia produzida é utilizada para compensar o consumo da própria empresa. Esse modelo reduz custos, diminui perdas na transmissão e aumenta a eficiência energética, além de estimular o uso de fontes renováveis em larga escala.

Mercatto Energia amplia atuação além da comercialização

A Mercatto atua como comercializadora de energia no mercado livre desde 2011. Com sede em Farroupilha, no Rio Grande do Sul, a empresa construiu sua atuação oferecendo soluções de gestão, negociação e otimização de contratos de energia para consumidores e geradores.

Nos últimos anos, a companhia passou a diversificar suas atividades, investindo diretamente em ativos de geração, com foco em energia solar e geração distribuída. Essa estratégia pode reduzir a dependência exclusiva da comercialização, fortalece o portfólio e aumenta a previsibilidade de custos energéticos.

A entrada em projetos próprios de geração acompanha uma tendência observada em diversos agentes do mercado livre, que buscam maior controle sobre sua matriz energética.

Energia solar e geração distribuída como estratégia de longo prazo

A expansão da energia solar no Brasil tem sido impulsionada pelo avanço tecnológico, pela redução dos custos de implantação e por um ambiente regulatório que favorece a geração distribuída. Nesse contexto, as usinas de GD solar ganham relevância por permitirem maior proximidade entre geração e consumo.

Para empresas como a Mercatto Energia, a geração distribuída representa uma estratégia de longo prazo, capaz de aumentar a competitividade, mitigar riscos e alinhar a operação a critérios de sustentabilidade ambiental.

Além disso, a descentralização da produção elétrica contribui para aliviar o sistema interligado nacional, especialmente em períodos de maior demanda ou restrição hídrica.

Papel da Aneel na segurança regulatória do setor

A Aneel exerce papel central na regulação da geração distribuída no Brasil, definindo regras técnicas, comerciais e operacionais para a conexão das usinas à rede elétrica. A atuação do órgão garante equilíbrio entre geradores, distribuidoras e consumidores.

No caso das usinas de GD solar, a regulação estabelece critérios claros para compensação de energia, acesso à rede e operação segura. A previsibilidade regulatória é essencial para atrair investimentos, especialmente em projetos de médio e longo prazo. A autorização concedida à Mercatto Energia reforça a confiança do mercado no arcabouço regulatório brasileiro.

Impactos econômicos e operacionais das usinas de GD solar

A entrada em operação das usinas no Mato Grosso traz benefícios diretos para a Mercatto Energia, como redução de custos com compra de energia, maior autonomia operacional e otimização da gestão energética.

Do ponto de vista sistêmico, a ampliação da energia solar distribuída contribui para diversificar a matriz elétrica, reduzir emissões de gases de efeito estufa e aumentar a resiliência do sistema. Trata-se de um modelo alinhado às diretrizes globais de transição energética, que priorizam fontes renováveis e descentralizadas.

Perspectivas para a Mercatto Energia e a geração distribuída

Com a autorização da Aneel, a Mercatto Energia avança em sua estratégia de consolidação no segmento de geração distribuída. A expectativa é que, após a conclusão da fase de testes, as unidades sejam liberadas para operação comercial plena. O cenário nacional segue favorável para novos projetos de usinas de GD solar, impulsionado pela demanda por eficiência energética, sustentabilidade e previsibilidade de custos.

Estados como o Mato Grosso devem continuar atraindo investimentos, ampliando sua participação na matriz fotovoltaica brasileira. A autorização concedida em 6 de janeiro de 2026 representa mais do que a entrada em operação de duas usinas. Ela simboliza o avanço contínuo da geração distribuída e da energia solar no Brasil.

Ao investir em usinas próprias no Mato Grosso, a Mercatto Energia fortalece sua estratégia empresarial, contribui para a diversificação da matriz elétrica e reforça a importância de um setor regulado, seguro e orientado para a sustentabilidade. A expansão das usinas de GD solar confirma que a transição energética está deixando de ser tendência e está passando a ser realidade no país.

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Hilton Libório

Hilton Fonseca Liborio é redator, com experiência em produção de conteúdo digital e habilidade em SEO. Atua na criação de textos otimizados para diferentes públicos e plataformas, buscando unir qualidade, relevância e resultados. Especialista em Indústria Automotiva, Tecnologia, Carreiras, Energias Renováveis, Mineração e outros temas. Contato e sugestões de pauta: hiltonliborio44@gmail.com

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