Caso inusitado em Ribeirão Preto mostra como uma sequência de decisões erradas após consumo de álcool levou a multas, apreensão do veículo e suspensão da CNH em menos de 30 minutos
Um motorista foi abordado duas vezes na mesma blitz da Polícia Militar, em Ribeirão Preto, durante a madrugada, após dirigir embriagado, ser multado, liberar o carro para um amigo sóbrio e reassumir o volante minutos depois, agravando as penalidades previstas em lei.
A ocorrência chamou atenção dos policiais pela sequência incomum de decisões do condutor, que ignorou a advertência inicial e acabou reencontrando a fiscalização instalada na rodovia, sofrendo consequências administrativas mais severas na segunda abordagem.
Primeira abordagem confirma embriaguez e gera multa
Durante uma operação de fiscalização, o motorista foi parado e convidado a realizar o teste do bafômetro, procedimento padrão em blitz de alcoolemia realizadas na madrugada em rodovias da região.
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Ele recusou o teste, mas admitiu aos policiais que havia consumido bebida alcoólica, o que, pela legislação, já caracteriza infração gravíssima e resultou em multa estimada em R$ 3.000.
Como havia outra pessoa habilitada e sem sinais de embriaguez no veículo, o carro não foi apreendido naquele momento, sendo liberado para que o amigo assumisse a direção e o motorista seguisse como passageiro.
Amigo assume o volante e veículo é liberado
A liberação do veículo seguiu o que determina o Código de Trânsito Brasileiro, que permite a continuidade da viagem quando há um condutor apto a dirigir, evitando o recolhimento imediato ao pátio do Detran.
Segundo a Polícia Militar, essa medida busca reduzir transtornos logísticos, mas depende da responsabilidade de todos os envolvidos, especialmente na decisão de manter o motorista embriagado longe do volante.
Após deixar o local da blitz, o grupo seguiu viagem normalmente, sem qualquer intercorrência registrada naquele primeiro momento, o que deu ao condutor uma falsa sensação de segurança.
Motorista reassume direção e retorna à blitz
Cerca de meia hora depois, o motorista dispensou o amigo, retomou a direção do carro e tentou seguir sozinho, acreditando que não passaria novamente pelo ponto de fiscalização.
Ao errar um retorno na rodovia, porém, ele acabou voltando pelo mesmo trecho e foi parado novamente, sendo reconhecido pelos mesmos policiais que haviam aplicado a primeira multa.
Na segunda abordagem, ele voltou a se recusar a fazer o bafômetro, o que agravou a situação e resultou não apenas em nova autuação, mas também na apreensão imediata do veículo e na suspensão da CNH.
Penalidades ampliadas e alerta das autoridades
Com a reincidência em curto intervalo, o motorista passou a responder por penalidades administrativas mais duras, incluindo a perda temporária do direito de dirigir e custos adicionais para reaver o carro apreendido.
A Polícia Militar alertou que, se tivesse ocorrido um acidente no trajeto entre as duas abordagens, a pessoa que devolveu as chaves ao motorista embriagado poderia ser responsabilizada legalmente pelo ocorrido.
As autoridades reforçam que dirigir sob efeito de álcool representa risco direto à vida do condutor e de terceiros, sendo uma das principais causas de acidentes graves em rodovias urbanas e estaduais.
O caso, registrado em uma rodovia de Ribeirão Preto, foi divulgado pelo programa Balanço Geral, da TV Record, e serve como exemplo dos riscos e das consequências legais de decisões imprudentes ao volante.
A marvada pinga é que me a trapalha…
Em caso de reincidência em menos de 12 meses o valor do auto é dobrado. Mas a perda da CNH depende de processo administrativo, mesmo em caso de flagrante.
ESSE MERECEU !!!!