Projeto simples no campo mostra planta funcional, divisão inteligente dos ambientes e solução econômica para quem sonha em morar na roça sem gastar com alvenaria tradicional
Construir uma casinha na roça com pré-moldado pode parecer simples à primeira vista. No entanto, quando o objetivo é reduzir custos, garantir acessibilidade e ainda planejar futuras ampliações, cada decisão faz diferença. Foi exatamente isso que motivou uma moradora a erguer sua própria casa no campo apenas um ano após adquirir o terreno.
A informação foi divulgada por meio de relato pessoal em vídeo compartilhado nas redes sociais, no qual a proprietária Paloma Cipriano detalha todas as etapas do projeto, as medidas da planta e as escolhas estruturais adotadas. Segundo ela, o foco sempre foi encontrar o melhor custo-benefício para morar na roça, evitando desperdícios e materiais caros.
Logo no início, a proposta ficou clara: levantar uma construção funcional, resistente e com possibilidade de expansão lateral no futuro. Para isso, a solução escolhida foi o pré-moldado, sistema que reduz tempo de obra e custo com mão de obra pesada.
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Quanto custa construir uma casa de 100 m² em 2026
A casa possui 6 metros de largura por 10 metros de comprimento, totalizando uma planta compacta, porém bem distribuída. Essa metragem foi pensada estrategicamente para acomodar ambientes essenciais sem comprometer a circulação interna.
Inicialmente, o projeto previa dois quartos separados. Entretanto, durante a execução, a proprietária decidiu modificar a planta e solicitar a abertura de uma porta extra para integrar um dos espaços como sala, já planejando uma futura ampliação nas laterais da construção.
Planta de 6×10 metros prioriza acessibilidade, divisão inteligente e preparação para futuras ampliações
A organização interna da casinha na roça revela atenção aos detalhes. A cozinha foi planejada de forma conjugada com a copa, aproveitando melhor os 10 metros de comprimento da construção. Essa integração permite otimizar espaço e reduzir custos com paredes adicionais.
O banheiro, por sua vez, recebeu atenção especial. Com 3 metros por 2 metros (2×3), ele foi projetado para ser maior que o padrão convencional de construções econômicas. O objetivo é garantir conforto e acessibilidade.
Além disso, a porta do banheiro terá 90 centímetros de largura, permitindo entrada facilitada para cadeirantes. A proprietária também solicitou deixar 1 metro de espaço interno próximo à porta, garantindo melhor mobilidade. Segundo ela, a ideia é ter um banheiro amplo, com box maior e totalmente acessível.

Os quartos seguem o padrão de 4×3 metros cada, metragem considerada ideal para acomodar cama, guarda-roupa e circulação básica sem comprometer o espaço total da casa. Um dos quartos já está sendo utilizado de forma improvisada, mostrando que a funcionalidade precedeu o acabamento final.
Outro ponto interessante é que o piso ainda está na terra. A proprietária optou por deixar o radier (radiier) para uma etapa posterior da obra. Embora o método tradicional indique executar o radier antes das paredes, ela decidiu fazer na sequência, acreditando que a estratégia também funcionará.
Para amenizar a situação temporária do piso, foram utilizadas placas de grama sintética descartadas, reaproveitadas como solução provisória até a concretagem definitiva. Essa escolha reforça o foco em economia e reaproveitamento de materiais.
Telhado de eucalipto será próxima etapa para garantir cobertura e consolidar a estrutura rural
Atualmente, a próxima fase da construção envolve o telhado. Segundo a proprietária, essa é a prioridade absoluta, pois a cobertura é fundamental para proteger a estrutura contra chuva, sol intenso e umidade do campo.
Ela já definiu que a estrutura será feita com madeira de eucalipto, material conhecido pelo bom custo-benefício em áreas rurais. Contudo, ainda está pesquisando quais telhas oferecem melhor preço e durabilidade.
Do lado externo, a casa já apresenta formato definido, com duas portas de acesso — uma principal e outra lateral — facilitando ventilação e circulação. Uma tenda improvisada foi instalada provisoriamente na área da cozinha até a finalização do telhado.
Internamente, a pia da cozinha também foi improvisada, mostrando que a prioridade foi tornar o espaço utilizável rapidamente, mesmo antes da conclusão completa da obra.

A casinha na roça feita com pré-moldado demonstra que, com planejamento, é possível construir uma moradia funcional de 6×10 metros, com banheiro acessível de 2×3, quartos de 4×3 e preparação estrutural para expansão, sem depender de alvenaria tradicional pesada.
Além disso, o projeto reforça uma tendência crescente no Brasil: a busca por construção econômica no campo, com soluções simples, materiais reaproveitados e foco total no custo-benefício.
No cenário atual de alta nos preços da construção civil, iniciativas como essa mostram que morar na roça pode ser mais viável do que muitos imaginam — desde que haja planejamento, adaptação e decisões estratégicas.
Projetos simples como esse dividem opiniões: para você, vale mais começar com o essencial e evoluir aos poucos ou esperar para fazer algo maior desde o início? Vamos trocar ideias nos comentários.
Banheiro com cozinha não combina!
O ideal é fazer uma área de lavanderia fechada e depois a cozinha americana com sala tudo aberto .
A casa não tem janelas?
Exas Janelas não tem?