Motorista recebe multa por uso de celular na Flórida, mas acusação envolve erro físico e legal, levantando debate sobre fiscalização de trânsito.
Uma motorista foi surpreendida com uma multa de US$ 116, o equivalente a cerca de R$ 575, durante uma abordagem de trânsito na Flórida, nos Estados Unidos, nas últimas semanas.
A penalidade foi aplicada por suposto uso de celular ao volante, segundo um policial que alegou ter visto a condutora segurando o aparelho com a mão direita.
O caso ocorreu em via pública, ganhou repercussão nas redes sociais e chamou atenção porque a acusação descreve uma infração fisicamente impossível: a motorista não possui o braço direito.
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Logo após a autuação, a própria motorista gravou um vídeo para explicar a situação. Com postura calma, ela questiona o agente sobre o que teria observado durante o trajeto.
Em seguida, levanta o braço e revela que ele é amputado abaixo do cotovelo, contradizendo diretamente a descrição da multa registrada na notificação.
Vídeo viral expõe erro de fiscalização
O registro foi publicado inicialmente no TikTok e rapidamente acumulou milhões de visualizações.
Embora o vídeo tenha sido removido posteriormente, o conteúdo já havia se espalhado, gerando debates sobre falhas na fiscalização e possíveis abordagens automáticas sem verificação adequada dos fatos.
Além do erro evidente de observação, o episódio levantou dúvidas sobre a correta aplicação da lei. Muitos usuários destacaram que a simples alegação de uso de celular nem sempre configura infração.
Lei de trânsito não pune apenas “segurar o celular”
Na Flórida, a legislação determina que a infração ocorre quando o motorista está digitando, enviando mensagens ou inserindo informações no celular. Ou seja, apenas segurar o aparelho não basta para caracterizar a penalidade.
Assim, mesmo que não houvesse a impossibilidade física, a multa aplicada já poderia ser questionada por falha na interpretação da norma.
Recurso deve levar à anulação da multa
Diante do erro técnico e da inconsistência legal, a motorista informou que pretende recorrer à Justiça.
Especialistas avaliam que o caso tem grandes chances de resultar no arquivamento da multa, reforçando a importância de abordagens precisas e do correto entendimento da lei de trânsito.
Com informações do AutoPapo

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