Aproximadamente 13% dos empregados da Philips foram atingidos pela demissão em massa desde outubro de 2022, por conta da reorganização da multinacional
A multinacional holandesa de tecnologia e saúde Philips tornou pública, nesta segunda-feira (30), a demissão coletiva de 6 mil funcionários no mundo todo. O corte de funcionários chegou a 10 mil, junto com a demissão coletiva de outubro de 2022.
Cerca de 13% dos funcionários da multinacional foram cortados até então. De acordo com o CEO da Philips, Roy Jakobs, foi uma medida difícil a ser tomada, porém necessária. A demissão de funcionários da multinacional vai acontecer até 2025.
De acordo com Jakobs: “O ano de 2022 foi muito difícil para a Philips e nossos acionistas. Estamos tomando medidas firmes para melhorar nossa eficácia e aumentar o rendimento com urgência”. Esse foi um dos motivos para a demissão em massa feita pela empresa.
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Lucro perdido?
Tendo perdido cerca de € 105 milhões (US$ 114 milhões) no quarto semestre de 2022, a multinacional Philips ainda está tentando se recuperar do grande número de respiradores que vieram com defeito de fabricação. O recall provocou uma diminuição de 70% do valor de mercado da Philips.
Demissões em massa estão sendo vistas nestes primeiros dias de 2023 e exigem soluções rápidas para conter a perda de empregos no Brasil
Diversos episódios de demissões em massa começaram já em dezembro de 2022, o que traumatizou os brasileiros. Entretanto, o mês de janeiro já anuncia um 2023 em que algumas empresas se preparam para possíveis pioras. Nos primeiros 15 dias, mais de 100.000 trabalhadores em todo o país perderam seus empregos.
Demissão em massa atinge maior parte das áreas de tecnologia. A onda de demissão em massa em empresas de tecnologia se espalhou pelas gigantes do setor – como Amazon e Facebook – para pequenas e médias empresas, como o aplicativo de transporte 99, e tem potencial para se espalhar para muito mais startups, uma indústria responsável por milhões de empregos em todo o país. Confira mais clicando aqui.
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