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NASA admite que até 15.000 asteroides gigantes podem estar vindo na nossa direção sem ninguém saber, e alguns são grandes o suficiente para acabar com cidades inteiras

Escrito por Fabio Lucas Carvalho
Publicado el 17/02/2026 a las 18:15
Actualizado el 17/02/2026 a las 18:17
NASA alerta que até 15.000 asteroides perigosos não foram detectados e admite falta de defesa ativa contra impactos.
NASA alerta que até 15.000 asteroides perigosos não foram detectados e admite falta de defesa ativa contra impactos.
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Alerta feito por oficial de defesa planetária da NASA aponta que até 15.000 asteroides próximos da Terra ainda não foram detectados, enquanto apenas 40% de um total estimado de 25.000 corpos de cerca de 150 metros estão mapeados, revelando limitações atuais na capacidade de prevenção contra impactos capazes de destruir cidades

Uma cientista da NASA afirmou que a humanidade está indefesa diante de até 15.000 asteroides próximos da Terra ainda não detectados, capazes de destruir cidades, destacando que esses objetos de cerca de 150 metros representam risco real e tiram seu sono.

Especialista diz que asteroides desconhecidos são a maior ameaça

Kelly Fast, oficial de defesa planetária da NASA, alertou durante discurso na Associação Americana para o Avanço da Ciência, em Phoenix, Arizona, que o que a preocupa são os asteroides que ainda não foram identificados.

Segundo ela, não são os grandes, cujas localizações já são conhecidas, nem os pequenos que atingem o planeta com frequência. O foco está nos objetos de aproximadamente 150 metros, capazes de causar danos regionais significativos.

Esses asteroides de tamanho médio são descritos como “assassinos de cidades” e, de acordo com informações divulgadas, existem cerca de 25.000 passando nas proximidades da Terra. Apenas cerca de 40% têm localização conhecida.

Dificuldade de detecção e limitação dos telescópios

Fast explicou que o tamanho desses asteroides torna a detecção complexa, mesmo com os melhores telescópios disponíveis. Eles acompanham a Terra em órbita ao redor do Sol, o que dificulta a reflexão da luz solar e compromete a identificação visual.

Para contornar essa limitação, cientistas planejam lançar no próximo ano o telescópio espacial Near-Earth Object Surveyor. O equipamento utilizará assinaturas térmicas para detectar asteroides e cometas escuros antes ocultos da Terra.

Segundo Fast, cerca de 15.000 desses corpos quase terrestres ainda não foram contabilizados. Ela afirmou que sua responsabilidade é “encontrar asteroides antes que eles nos encontrem” e desenvolver métodos para alcançá-los antes de um eventual impacto.

Teste DART mostrou desvio, mas aplicação é limitada

Em 2022, a NASA realizou um experimento ao colidir deliberadamente a espaçonave Dart, sigla para Teste de Redirecionamento Duplo de Asteroides, contra a mini lua Dimorphos a 22.532 km/h. O teste demonstrou que asteroides podem ser desviados de sua trajetória.

No entanto, Nancy Chabot, líder da missão Dart e cientista planetária da Universidade Johns Hopkins, afirmou que replicar esse mecanismo contra um “destruidor de cidades” seria difícil.

Segundo ela, não existem naves defletoras prontas para uso imediato. “Não teríamos como desviar ativamente um desses impactos agora”, declarou.

Chabot também observou que as agências espaciais não mantêm financiamento para deixar defesas planetárias em prontidão. Para ela, seria possível estar preparado, mas seria necessário investir e tomar medidas adequadas.

Caso YR4 reacende debate sobre defesa planetária

A discussão sobre asteroides ganhou novo fôlego com o caso do asteroide YR4, monitorado desde 2024. Cientistas alertam que ele possui 4% de chance de atingir a Lua em 2032.

Para evitar uma colisão lunar, especialistas em defesa espacial propuseram a possibilidade de destruí-lo com armas nucleares, em uma solução comparada a um enredo de ficção científica.

O cenário reforça a preocupação com os asteroides intermediários que ainda não foram identificados. Fast afirmou que o tema a prreocupa profundamente, pois envolve objetos que podem causar danos regionais e que permanecem fora do radar.

Apesar dos avanços tecnológicos, as declarações indicam que, no momento, a humanidade não dispõe de meios ativos para impedir um impacto desse porte.

O alerta destaca que a capacidade de localizar e acompanhar asteroides continua sendo o principal desafio. Sem a detecção antecipada, as opções de resposta permanecem limitadas, o que, segundo os especialistas, pode exgir planejamento antecipado e investimento contínuo em defesa planetária.

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Ura
Ura
19/02/2026 18:31

Louvado seja Deus Todo Poderoso!❤️‍🔥❤️‍🔥❤️‍🔥

Fabio Lucas Carvalho

Jornalista especializado em uma ampla variedade de temas, como carros, tecnologia, política, indústria naval, geopolítica, energia renovável e economia. Atuo desde 2015 com publicações de destaque em grandes portais de notícias. Minha formação em Gestão em Tecnologia da Informação pela Faculdade de Petrolina (Facape) agrega uma perspectiva técnica única às minhas análises e reportagens. Com mais de 10 mil artigos publicados em veículos de renome, busco sempre trazer informações detalhadas e percepções relevantes para o leitor.

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