O navio cargueiro que seguia para Qingdao, na China, transportando minérios da Vale corre risco de naufragar na costa do Maranhão
Nesta quarta-feira, 26 de fevereiro, a 100 quilômetros da costa de São Luís, no MA o navio de carga de minérios da Vale MV Stellar Banner, classe Valemax, sofreu danos no casco e corre risco de naufrágio quando estava navegando rumo a China. Petrobras deu início ao Teste de Longa Duração do reservatório de petróleo em águas profundas da Bacia de Sergipe
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A embarcação seguia para Qingdao, na China, com minérios e sofreu um dano em seu compartimento de carga em alto-mar a 100 quilômetros da costa de São Luís, no MA. Água está entrando na embarcação.
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Fontes informam que o comandante da embarcação, pediu apoio de terra após identificar a entrada de água nos seus compartimentos de carga, podendo ser uma possível de fissura no casco. No momento a embarcação passa por uma operação a fim de evitar naufrágio.
De acordo com a Vale, a avaria aconteceu na proa após o navio sair, na noite de segunda-feira, do Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão. A Vale informou também que o dano ocorreu já fora do canal de acesso ao porto.
Até o momento, a Vale não informou nem o volume de minério nem a quantidade de combustível a bordo do navio, que tem capacidade para transporte de até 400 mil toneladas de minério.
O MV Stellar Banner, de bandeira das Ilhas Marshall, chegaria na China no dia 4 de abril. Segundo o site Marine Traffic, ele tem 340 metros de comprimento, carrega 300 mil toneladas de minério e foi construído em 2016.
A embarcação foi construída em 2016 e é de propriedade e operada pela empresa sul-coreana Polaris. Uma das possíveis soluções para que o navio não afunde é buscar um banco de areia para tentar encalhar a embarcação.
Em nota, a mineradora Vale informou: «Foi reportado à Vale que, por medida de precaução, os 20 tripulantes foram evacuados com segurança e que o comandante do navio adotou manobra de encalhe a cerca de 100 quilômetros da costa de São Luís, no Maranhão».
«Como operadora portuária, a Vale está atuando com suporte técnico-operacional, com o envio de rebocadores, e colaborando com as autoridades marítimas», disse a empresa.
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