A jovem Lily Born iniciou o projeto aos 9 anos para ajudar o avô com Parkinson, desenvolveu protótipos, aprimorou materiais, lançou a Imagiroo e expandiu a produção das Kangaroo Cups, que ganharam reconhecimento internacional
A trajetória de Lily Born começou quando ela observou as dificuldades do avô com Parkinson, porque a doença afetava a firmeza das mãos. A jovem decidiu criar uma solução prática e simples para evitar quedas de canecas e derramamentos constantes.
Ela tinha apenas 9 anos quando produziu dois protótipos que chamaram atenção imediata do pai. A partir desse interesse, os dois iniciaram campanhas de financiamento coletivo, portanto abriram caminho para transformar a invenção em um produto comercial.
O resultado foi a criação da Imagiroo, empresa responsável pelas Kangaroo Cups, que se destacaram em mercados diversos por unir estabilidade e facilidade de uso em um único objeto.
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Estrutura dos copos
A caneca possui três pernas que impedem tombamentos. Esse formato garante que pessoas com baixa mobilidade manipulem o objeto sem derramar líquido na superfície ou no próprio corpo, além disso reduz riscos em atividades simples do dia a dia.
A simplicidade aparente contrasta com o cuidado técnico do projeto, porque Lily testou diferentes materiais até alcançar firmeza adequada e estabilidade consistente para os usuários.
Ela iniciou com plástico moldável à mão, mas depois migrou para argila em um ateliê de cerâmica, criando alças mais fortes e pés mais resistentes em uma versão mais segura e funcional.

Expansão da produção
O protótipo final permitiu que Lily contratasse uma fábrica para produzir milhares de unidades. Esse passo acelerou a entrada do produto em larga escala e consolidou a marca em plataformas de financiamento como Kickstarter e Indiegogo.
Em 2014, a invenção repercutiu em veículos de imprensa ao redor do mundo, o que ampliou o alcance do produto e reforçou sua utilidade prática para consumidores com perfis variados.

A invenção de cresceu: crescimento da Imagiroo
Hoje, com 21 anos, Lily divulgou que a empresa vendeu mais de 1.000 copos de cerâmica e 10.000 de plástico, números que mostram forte aceitação comercial do produto.
Além disso, uma versão redesenhada em plástico inquebrável ampliou o uso entre crianças e adultos.
Embora não haja dados oficiais de faturamento, especula-se um lucro milionário porque o público interessado é diverso e crescente, o que fortalece a presença da marca.
Lily também conquistou reconhecimentos importantes, como inclusão em listas internacionais de jovens inovadores e participação em eventos como a Feira de Ciências da Casa Branca e exposições no Museu Smithsonian.
Esses marcos reforçam a relevância do projeto e mostram como uma ideia simples pode transformar rotinas e gerar impacto comercial amplo.
Com informações de Bnewssaopaulo.
Você também pode gostar: Jovem passa horas por dia em Gaza consertando notas rasgadas em meio ao colapso bancário e à crise do dinheiro vivo, e ganha a vida com isso

Em um mercado cheio de movimento na Cidade de Gaza, Baraa Abu al-Aoun montou uma pequena mesa para trabalhar com cuidado nas notas que chegam até ele. O jovem desamassa cédulas, reforça bordas frágeis e realça cores apagadas porque muitas delas estão quase inutilizadas. O serviço surgiu quando ele precisou abandonar a universidade durante a guerra.
Veja fotos aqui
A atividade se tornou sua única renda. Ele usa apenas régua, lápis, lápis de cor e cola. O processo é simples, mas exige atenção. Cada detalhe importa porque o dinheiro disponível na região é escasso.
Falta de dinheiro vivo cria um novo mercado
O conserto de cédulas virou um negócio crescente na Faixa de Gaza. Isso ocorreu porque Israel interrompeu o envio de notas físicas depois do ataque do Hamas em 2023. Além disso, outros suprimentos também foram bloqueados.
Sem reposição, o dinheiro começou a desaparecer. A circulação praticamente parou, deixando moradores sem o básico.
Bancos destruídos dificultam ainda mais o acesso
Grande parte da rede bancária de Gaza foi destruída pelos bombardeios israelenses. Agências foram saqueadas e estruturas essenciais deixaram de funcionar. Mesmo após sete semanas de cessar-fogo, nenhum caixa eletrônico foi reativado, segundo dados da BBC.
Alguns bancos reabriram, mas com serviços altamente limitados. As operações são poucas e lentas, o que amplia a crise financeira no território.
Sem cédulas suficientes, moradores passaram a recorrer a cambistas informais. Esses intermediários realizam conversões de transferências digitais em dinheiro vivo. As comissões chegaram a 50% e agora giram em torno de 20%.
A dificuldade de acesso ao dinheiro forçou o uso de aplicativos, carteiras digitais e métodos alternativos de troca.
Cada nota danificada vira um bem valioso
Com o dinheiro físico praticamente esgotado, qualquer cédula, mesmo rasgada, passou a ser valorizada.
Nesse cenário, o trabalho de Baraa se tornou indispensável. Ele afirma que o cessar-fogo não trouxe melhora financeira. Além disso, explica que seu serviço existe para manter as notas circulando.
A ONU informou que toda a população de Gaza foi empurrada para a pobreza. Mais de 2 milhões de pessoas enfrentam dificuldades severas. Segundo a UNCTAD, quatro em cada cinco moradores estão desempregados.
Até quem recebe salário enfrenta obstáculos para acessar fundos por causa da falência parcial do sistema financeiro.
Israel mantém bloqueio por questões de segurança
Segundo o artigo da BBC, Israel confirma que continua impedindo a entrada de dinheiro vivo. As autoridades afirmam que o Hamas depende de cédulas para financiar operações militares.
A Autoridade Monetária Palestina calcula que US$ 180 milhões foram roubados de cofres bancários durante saques no início da guerra.
Crise do dinheiro: Troco escasso e inflação crescente afetam o comércio
Com poucas notas disponíveis, comerciantes evitam aceitar cédulas rasgadas. A falta de troco se tornou severa. Moedas de 10 shekels quase desapareceram do mercado.
Vendedores relatam dificuldades até para troco de transporte, enquanto os preços sobem rapidamente.
Filas e viagens longas para tentar resolver problemas bancários
No Banco da Palestina, filas se formam diariamente. Os clientes conseguem apenas reativar contas congeladas, abrir novas contas ou acessar aplicativos bancários. Muitos serviços continuam indisponíveis.
Em cidades como Khan Younis, moradores precisam viajar até Gaza para tentar atendimento.
Muitas vezes voltam sem conseguir resolver nada.
Cambistas ajustam comissões conforme a chegada de mercadorias
Pequenos empresários que antes só faziam transferências eletrônicas passaram a converter valores digitais em papel.
- Eles cobram comissões altas.
- As taxas variam conforme o fluxo de mercadorias.
- Quando o transporte fecha, a comissão aumenta.
- Quando há entrada de bens, diminui.
Carteiras digitais viram alternativa para compras básicas
Para tentar reduzir o problema, a Autoridade Monetária Palestina lançou um sistema de pagamentos instantâneos. Ele funciona entre contas bancárias locais. O Banco da Palestina também distribuiu carteiras eletrônicas.
Mais de 500 mil moradores já usam o sistema. As transações funcionam até por SMS, sem internet, o que facilita a rotina em meio ao colapso.
Ajuda internacional também depende das carteiras digitais
Agências humanitárias utilizam essas carteiras para distribuir auxílios. O Unicef e o Programa Mundial de Alimentos enviam dinheiro diretamente para as famílias. Desde o ano passado, o Unicef afirma ter beneficiado cerca de um milhão de pessoas. Metade delas são crianças.
Segundo a agência, 99% dos recursos são usados primeiro para comida e água.
Preços de alimentos atingem níveis inacessíveis
Com a inflação elevada, famílias relatam preços muito altos. Dois quilos de tomates custam US$ 80. Cinco quilos de cebolas chegam a US$ 70.
Mesmo com ajuda, alimentos como carne, frutas e ovos continuam fora do alcance.
Baraa mantém o trabalho de concertar dinheiro enquanto espera a normalidade voltar
No mercado, Baraa atende clientes atraídos pela placa que promete reparos “com alto profissionalismo e sem fita adesiva”. Ele analisa cada nota contra a luz, identifica rachaduras e reforça bordas.
Depois devolve a cédula pronta para circular em um sistema quase inexistente.
Apesar do movimento intenso, ele deseja retomar os estudos. Baraa diz que todo o trabalho atual é apenas sobrevivência. Ele afirma que espera por alívio e uma vida normal.
Com informações de BBC.
I was diagnosed with Parkinson’s disease four years ago. For over two years, I relied on Levodopa and several other medications, but unfortunately, the symptoms kept getting worse. The tremors became more noticeable, and my balance and mobility started to decline quickly. Last year, out of desperation and hope, I decided to try a herbal treatment program from NaturePath Herbal Clinic.
Honestly, I was skeptical at first, but within a few months of starting the treatment, I began to notice real changes. My movements became smoother, the tremors subsided, and I felt steadier on my feet. Incredibly, I also regained much of my energy and confidence. It’s been a life-changing experience I feel more like myself again, better than I’ve felt in years.If you or a loved one is struggling with Parkinson’s disease, I truly recommend looking into their natural approach. You can visit their website at ww w. naturepathherbalclinic .com.
INSUPORTAVEL NO MEIO DE UM ARTIGO IMPORTANTE TER MILHARES DE ANUNCIOS QUE ATE PODERIA SER INTERESSANTE , PORÉM, PELA INVASÃO SE TORNA REPUGNANTE.
I was diagnosed 2 years ago at age 67. Symptoms were tremor in right leg, loss of handwriting ability,My normally beautiful cursive writing was now small cramped printing and soft voice. I also had difficulty rising from a seated position and have balance issues. I started out taking only Azilect, then Mirapex, and then Sinemet. Several months ago I started falling frequently, hence the reason for Sinemet. During the summer of 2021, I was introduced to Limitless Herbs Center and their effective PD-5 herbal protocol. This protocol relieved symptoms significantly, even better than the medications I was given. After First month on treatment, my tremors mysterious stopped, had improvement walking. After I completed the treatment, all symptoms were gone. I live a more productive life. I was fortunate to have the loving support of my husband and family. I make it a point to appreciate every day! Visit www. limitlesshealthcenter. com