Astron Aerospace revela motor que pode salvar a tecnologia a combustão: compacto como um cortador de grama, com potência de 160 cv e emissões quase nulas
Enquanto os países desenvolvidos correm para banir os motores a combustão até 2035, uma empresa americana aposta em um caminho completamente diferente: reinventar a tecnologia centenária dos motores térmicos com uma proposta quase limpa, compacta e leve como uma furadeira.
Um motor rotativo que desafia a lógica
A Astron Aerospace, sediada nos Estados Unidos, revelou ao mundo o Omega 1, um motor revolucionário que funciona sem pistões, sem cilindros e praticamente sem emissões de gases poluentes. Leve como um motor de cortador de grama — pesa apenas 16 kg — e capaz de operar com diversos tipos de combustíveis (inclusive não fósseis), o Omega 1 promete ser uma alternativa realista aos motores elétricos, especialmente em países onde a eletrificação total da frota é inviável.
Diferente dos motores convencionais, o Omega 1 usa um sistema rotativo modificado que lembra o antigo motor Wankel. No entanto, a tecnologia foi atualizada para atingir até 25 mil rotações por minuto, com torque de 230 Nm e potência de 160 cavalos — desempenho suficiente para veículos leves e aplicações aeroespaciais, segundo os desenvolvedores.
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O funcionamento também é incomum: ele utiliza dois pares de rotores que operam em câmaras separadas — um par para admissão e compressão do ar, e outro para combustão e escape. Esses rotores giram em sentidos opostos com engrenagens sincronizadas, eliminando a necessidade de componentes pesados como virabrequins ou válvulas. O resultado é um conjunto altamente eficiente, compacto e com manutenção reduzida.
Tecnologia limpa, leve e versátil
O design do Omega 1 permite que ele trabalhe com qualquer combustível capaz de mover os rotores, incluindo alternativas sustentáveis. A empresa afirma que o motor tem emissões quase nulas de gases do efeito estufa, graças à separação entre a câmara de admissão (fria) e a de combustão (quente), o que evita a contaminação por óleo — um problema comum em motores rotativos do passado.
Além disso, a alta pressão de combustão alcançada — em torno de 14 bares — indica uma eficiência acima da média. Isso, combinado com seu peso reduzido, o torna ideal para aplicações em carros, barcos e até aeronaves.
De acordo com a Astron Aerospace, o protótipo do Omega 1 já está em operação e pode ser escalado facilmente: “Se for necessário mais potência, basta acoplar dois ou mais motores em sequência, como fazemos com turbinas aeronáuticas.”

Alternativa real em um mundo elétrico?
A proposta surge em um momento em que a União Europeia e outros blocos econômicos se preparam para proibir a venda de carros a combustão até 2035, como parte da meta de zerar as emissões líquidas de carbono.
Mas, como lembra a própria Astron Aerospace, nem todos os países estão prontos para essa transição: infraestrutura de recarga, alto custo dos elétricos e dependência de minerais raros ainda são gargalos. Em economias emergentes, a substituição da frota por elétricos puros é vista como um desafio logístico e financeiro.
Assim, se o Omega 1 conseguir ser produzido em escala e com preço competitivo, pode se tornar uma ponte entre o presente e o futuro, oferecendo uma solução intermediária com menor impacto ambiental e custo acessível.
“Não se trata de reviver o passado. Trata-se de reinventar a combustão para o século XXI”, diz o fundador da Astron Aerospace em entrevista à imprensa americana.

Assunto sobre motor ótimo, problemas estes anúncios **** não consegue ler assunto devido estes demônios de anuncios
Só faz 2 anos que inventaram esse motor, parabéns pela rapidez na reportagem
Espetáculo