A semissubmersível ODN Delba III não é mais da Ocyan (antiga Odebrecht), agora a sonda pertence ao grupo holandês OOS, famoso por possuir UMS
A ex Odebrecht óleo e gás, anunciou na sexta-feira (18/10), a venda da sonda semissubmersível ODN Delba III, para a holandesa OOS, que normalmente aqui no Brasil atua afretando seus flotéis. Na semana passada (17/10), inclusive, a Petrobras concedeu classificação de excelência à Flotel Tiradentes da companhia.
A transação só foi possível porque a OOS viabilizou a operação junto à um conglomerado de bancos financiadores mexicanos de unidade de perfuração liderados pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
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Novo player no mercado de perfuração ?
Ainda não se foi possível precisar se a negociação marcará a entrada da OOS no segmento de perfuração, o grupo é reconhecido pela operação de suas UMS (Unidades de Manutenção e Segurança) ou mais popularmente conhecidas como flotéis.
A OOS pode efetuar obras de reforma na sonda e utiliza-la como flotel ao invés de utiliza-la como perfuratriz no México, onde o equipamento tem mercado.
Apesar de não ter experiência no segmento de perfuração, a OOS pode aproveitar as oportunidades e adquirir mais unidades que estão á venda no mercado do Brasil.
A Delba III já estava há dois meses parada na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, desde que terminou seu contrato com a Petrobras em 2012. A sonda era inicialmente da Delba, mas a empresa brasileira, após problemas, a repassou para a Odebrecht, agora Ocyan.
A Delba III tem capacidade para operar em lâmina d´água de 2,4 mil metros e deixará o Brasil até o final do ano.
Todas as sondas da Ocyan (esx Odebrecht) estão afretadas à Petrobras, porém com a venda da semissubmersível a Ocyan passa a ter cinco sondas de águas profundas em carteira, sendo quatro navios-sonda (Norbe VIII, Norbe XIX, ODN I e ODN II) e somente uma semissubmersível, a Norbe VI.
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