PAC investe R$ 116 milhões no armazenamento de plasma e acelera o futuro da ciência no Brasil. Veja como o Brasil quer mudar a saúde.
PAC acelera investimento histórico e transforma o armazenamento de plasma no Brasil
O Governo do Brasil decidiu modernizar com urgência o armazenamento de plasma em todo o país. O plano injeta R$ 116 milhões por meio do PAC, amplia a estrutura de 125 hemocentros e chega a 22 estados.
A medida começa a valer imediatamente, porque a demanda por hemoderivados cresce e o país ainda depende de importações. Assim, o governo quer garantir mais eficiência, mais autonomia e um futuro sustentado pela ciência.
O investimento torna possível ampliar em mais de 27% o volume de plasma previsto para 2025. A meta é alcançar mais de 300 mil litros, número essencial para reforçar a produção de medicamentos como imunoglobulina e albumina. Dessa forma, o país fortalece a Hemobrás e reduz vulnerabilidades.
-
Por mais de 400 anos, marinheiros relataram cruzar um oceano que brilhava no escuro como neve, sem ondas e sem reflexos, apenas um brilho uniforme se estendendo até o horizonte, e em 2019 um satélite registrou o fenômeno cobrindo mais de 100.000 km² por mais de 40 noites seguidas ao sul de Java, mas os cientistas ainda não sabem exatamente o que desencadeia o processo
-
Japão vira referência com processo genial que recicla 100 toneladas de plástico por dia usando técnica que remove contaminantes, sensores ópticos que separam PP e PE em segundos e linhas industriais que transformam toneladas de resíduos em paletes reutilizáveis.
-
China criou máquina ‘impossível’ que muda a agricultura ao combinar drones, tratores autônomos com navegação centimétrica, sensores e inteligência artificial
-
A cidade flutuante movida a 2 reatores nucleares que abandona o vapor, usa campos eletromagnéticos para lançar aeronaves ao céu e inaugura uma nova era dos porta-aviões de guerra
PAC e Governo do Brasil impulsionam a ciência
O PAC começou a entregar 604 equipamentos modernos. São freezers, ultrafreezers e blast freezers instalados para qualificar o processo. Eles evitam perdas, aumentam o aproveitamento das doações e ampliam a capacidade da rede.
O avanço é estratégico. O armazenamento de plasma definido pelo governo rompe limitações antigas e eleva o padrão de qualidade do material coletado. Assim, as unidades passam a operar com estrutura equivalente à usada por grandes centros internacionais.
“O investimento representa um avanço estratégico na qualificação do parque tecnológico da Hemorrede”, afirmou Luciana Carlos, coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados. Ela destacou que a iniciativa reduz dependência externa e fortalece a autossuficiência do país.
Armazenamento de plasma ganha equipamentos de alta tecnologia
O plasma é a parte líquida do sangue. Ele transporta proteínas e células fundamentais para tratamentos diversos. Por isso, precisa de congelamento rápido e controle rígido.
Os novos equipamentos garantem esse padrão. Além disso, permitem que cada litro coletado retorne ao SUS como medicamento essencial. O país consegue, assim, aproveitar o máximo das doações e atender pacientes com diferentes necessidades clínicas.
Entregas aceleradas e instalações em andamento
As entregas começaram em outubro. Os primeiros hemocentros já receberam os aparelhos. Até o fim de novembro, 93 novos equipamentos chegam a unidades de dez estados, como São Paulo, Bahia e Minas Gerais.
A empresa fornecedora instala tudo e realiza testes técnicos. Além disso, equipes locais passam por treinamento para operar o sistema com segurança e eficiência.
Para Henrique Chaves, diretor do Novo PAC na Saúde, a modernização muda a realidade do SUS.
“O Novo PAC tem um papel estruturante”, disse ele. Segundo Chaves, os novos equipamentos tornam a rede mais eficiente e mais preparada para as demandas atuais.
Ciência e futuro guiando a soberania em saúde
A ampliação do armazenamento de plasma fortalece toda a cadeia do sangue. Cada etapa, da coleta ao medicamento final, passa a operar com mais qualidade. Isso melhora o acesso a tratamentos e reduz riscos de desabastecimento.
A secretária-adjunta do PAC, Fernanda Naves, reforça essa visão.
“Com a ampliação do fornecimento de plasma, o Brasil reduz a dependência de importações e fortalece a soberania em saúde”, afirmou ela.
Com isso, o Governo do Brasil transforma investimento em segurança sanitária. E, além disso, projeta um futuro no qual a ciência sustenta um sistema de saúde mais moderno, mais forte e mais autônomo.

Seja o primeiro a reagir!