A Petrobras recebeu uma carta de seu acionista controlador com a indicação do presidente e membro do conselho de administração da empresa
A Petrobras disse na quinta-feira que o economista Roberto da Cunha Castello Branco está oficialmente para presidente da empresa e membro do conselho. “A indicação deverá ser submetida aos procedimentos de governança corporativa, incluindo as respectivas análises de conformidade e integridade necessárias ao processo de sucessão da companhia, com avaliação do Comitê de Nomeação, Remuneração e Sucessão, e do conselho de administração e, posteriormente, pelo assembléia geral de acionistas ”, disse a empresa.
Castello Branco ocupou cargos de gerência no Banco Central e na mineradora Vale. Após deixar a mineradora, foi membro do conselho de administração da Petrobras entre 2015 e 2016. Branco também atuou como diretor da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
-
Programa Pé-de-Meia do governo Lula evita que 1 em cada 4 jovens abandone o ensino médio, derruba a evasão entre alunos vulneráveis e revela que o incentivo financeiro já está mudando o destino de milhares de estudantes pelo Brasil
-
5 carros lançados em 2016 que ainda valem a pena em 2026: de Creta e Kicks a Compass, Cruze e Toro, modelos envelheceram bem e seguem fortes no mercado de usados
-
A vila brasileira única onde não tem asfalto, energia elétrica quase não chega, carro não entra e a luz da Lua vira atração entre dunas e ruas de areia, chamando a atenção de mais 1,5 milhão de turistas por ano
-
O jogo virou no varejo automotivo em março: depois de liderar fevereiro com folga, o Dolphin Mini perde força, despenca para fora do pódio e vê o HB20 protagonizar uma arrancada inesperada da 9ª posição até a vice-liderança nas vendas
Branco é o quinto CEO da Petrobras desde 2015. O CEO anterior da empresa deixou o cargo por várias razões, principalmente acusações de corrupção e protestos.
O presidente anterior, Ivan de Souza Monteiro, anunciou em 19 de novembro que deixaria a empresa em 1º de janeiro de 2019.
Monteiro assumiu o cargo em junho de 2018, após a renúncia de Pedro Parente do cargo devido a protestos generalizados de caminhoneiros no Brasil, contestando a política de fixação de preços de combustível da Petrobras.
Parente foi nomeado em 2016 pelo presidente interino do Brasil, Michel Temer. Ele substituiu Aldemir Bendine, que assumiu o cargo em fevereiro de 2015, após a renúncia de Maria das Graças Silva Foster, em meio a acusações de corrupção.
Ela foi nomeada CEO em 2012, como a primeira CEO da Petrobras, assumindo o lugar do economista baiano José Sergio Gabrielli de Azevedo, que detém o recorde de mais tempo no cargo de CEO da Petrobras, com seis anos e sete meses de mandato.
Seja o primeiro a reagir!