Ponte de R$ 60 milhões sobre o Rio Parati, em Araquari, prevê 488 metros de extensão, liga Vila Porto Alegre ao Centro pela rodovia Rio do Morro, reduz trajeto de 17 quilômetros para 7 minutos e ainda aguarda licitação, recursos e autorizações oficiais da Marinha e da SPU para começar
A Ponte de R$ 60 milhões em Araquari, no Norte catarinense, ganhou fôlego em 2025 com os decretos 321/2025 e 324/2025, que declararam de utilidade pública terrenos próximos à futura cabeceira da estrutura sobre o Rio Parati. Esses atos da Secretaria de Planejamento reconhecem formalmente a necessidade da obra como serviço de interesse público.
Mesmo com esse passo formal, o projeto ainda está em fase de captação de recursos junto aos governos estadual e federal, depende de autorizações da Marinha e da SPU e segue sem data definida para lançamento da licitação ou para o início efetivo da construção da ponte.
Situação atual da Ponte de R$ 60 milhões em Araquari

Em Araquari, no Norte catarinense, a Ponte de R$ 60 milhões é tratada pela prefeitura como uma obra estruturante para a cidade.
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O projeto prevê uma ligação direta sobre o Rio Parati entre a Vila Porto Alegre e o Centro, no sentido da rodovia Rio do Morro, que dá acesso a Joinville.
Segundo a administração municipal, o empreendimento está na fase de captação de recursos junto aos governos Estadual e Federal, etapa considerada decisiva para que a obra saia do papel.
Sem essa confirmação financeira, não há cronograma fechado para o canteiro de obras nem previsão oficial de conclusão.
Um dos avanços mais concretos foi a publicação dos decretos 321/2025 e 324/2025, pela Secretaria de Planejamento, que tornaram de utilidade pública os terrenos localizados próximos à cabeceira da futura ponte.
Na prática, isso abre caminho para desapropriações e ajustes fundiários necessários para viabilizar o traçado previsto no projeto executivo.
Paralelamente, a prefeitura mantém tratativas com a Marinha do Brasil e com a SPU (Superintendência do Patrimônio da União) para cumprir todas as exigências legais aplicáveis a obras sobre corpos d’água e áreas sob domínio da União.
Sem esses pareceres e autorizações formais, a Ponte de R$ 60 milhões não pode ter as obras iniciadas.
Como será a nova ponte sobre o Rio Parati
A obra da Ponte de R$ 60 milhões está orçada com base em um projeto que prevê 488 metros de extensão sobre o Rio Parati.
A infraestrutura foi desenhada para suportar o fluxo diário de veículos leves e pesados, integrando o trânsito urbano de Araquari às rotas de escoamento da produção regional.
A área total de intervenção do projeto é de 70.968 metros quadrados, incluindo acessos, cabeceiras, sistema viário de aproximação e áreas técnicas necessárias para drenagem, segurança e manutenção.
Esse conjunto de intervenções vai muito além da travessia em si e reorganiza um trecho estratégico do município.
De acordo com a prefeitura, a intenção é que a Ponte de R$ 60 milhões funcione como um novo eixo de circulação para moradores, trabalhadores e estudantes, reduzindo a dependência de rotas mais longas e congestionadas.
A estrutura foi concebida para atender tanto às demandas do dia a dia da população quanto às necessidades do setor produtivo.
Ligação entre Vila Porto Alegre, Centro e rodovia Rio do Morro
Hoje, quem sai da Vila Porto Alegre em direção ao Centro de Araquari percorre cerca de 17 quilômetros, em um trajeto que leva aproximadamente 40 minutos.
O caminho atual é mais longo e inclui trechos que não foram planejados para o fluxo intenso de veículos de carga e de transporte de passageiros que a cidade passou a registrar.
Com a nova Ponte de R$ 60 milhões, a ligação será direta. O projeto prevê acessos entre a rua Rocha Coutinho e a Estrada Porto Alegre, criando uma conexão estruturada entre a Vila Porto Alegre e o Centro da cidade.
Essa rota será conectada à rodovia Rio do Morro, corredor importante para quem segue em direção a Joinville.
A expectativa da prefeitura é que, depois de concluída a obra, o tempo de viagem da Vila Porto Alegre ao Centro caia de 40 para apenas 7 minutos, uma mudança drástica na rotina de quem precisa se deslocar diariamente para trabalhar, estudar ou acessar serviços públicos.
Essa reorganização do traçado também deve aliviar gargalos históricos de mobilidade em Araquari, redistribuindo o fluxo de veículos e oferecendo alternativas mais seguras e rápidas para motoristas e pedestres.
A ponte se insere, assim, em uma estratégia mais ampla de melhoria da infraestrutura urbana e de ligação regional.
Economia de tempo e dinheiro com a Ponte de R$ 60 milhões
Além do impacto direto no tempo de deslocamento, a administração municipal projeta que a Ponte de R$ 60 milhões trará uma economia anual de R$ 32 milhões.
Esse valor considera, principalmente, a redução de custos logísticos para empresas que atuam no município e na região, graças ao trajeto mais curto e eficiente.
Para o setor produtivo, menos quilômetros rodados representam menor gasto com combustível, manutenção de frota, pedágios e horas paradas no trânsito.
A ponte também deve facilitar o transporte diário de trabalhadores e estudantes, reduzindo atrasos e tornando a operação das empresas mais previsível.
No dia a dia da população, a economia de tempo tende a ser o aspecto mais visível. Transformar uma viagem de 40 minutos em um deslocamento de apenas 7 minutos significa mais horas disponíveis para família, lazer e estudos, além de menos desgaste com trânsito e deslocamentos longos.
Apesar de todos esses benefícios projetados, o futuro da Ponte de R$ 60 milhões ainda depende de decisões externas: a liberação de recursos pelos governos estadual e federal e a emissão das autorizações da Marinha e da SPU. Só depois dessas etapas será possível lançar a licitação e contratar efetivamente a empresa responsável pela construção.
E você, acha que a Ponte de R$ 60 milhões deve ser prioridade em Araquari ou o investimento deveria ser direcionado para outras obras na cidade?
Porquê tem injeção de verbas federais, por isso na reconstrução do RS e na ponte de Araraquara/S/C, estabelecer prioridades…..
Restruturação do que foi destruído pelas enchentes catastroficad
Eu acho que primeiro tem que terminar as obras de restauração das enchentes de 2024 assim prometidas…..