Nova tecnologia detecta impulsos musculares do antebraço e permite controlar celulares e computadores apenas com a intenção de movimento
A pulseira da Meta está em fase avançada de testes e promete transformar a maneira como interagimos com dispositivos. O acessório usa sensores de eletromiografia (EMG) e inteligência artificial para ler sinais elétricos dos músculos do antebraço, sem toque físico ou necessidade de telas.
Segundo o Meta Reality Labs, a pulseira da Meta pode identificar comandos ainda antes do corpo se mover de fato, bastando a intenção muscular. Com isso, usuários conseguem mover cursores, abrir aplicativos ou até digitar “no ar”, apenas ativando discretamente algumas fibras musculares.
Tecnologia que lê o movimento antes dele acontecer
A pesquisa sobre a pulseira da Meta começou anos atrás, ainda na startup Ctrl Labs, adquirida pela empresa de Mark Zuckerberg em 2019. Desde então, foram coletados dados de mais de 10 mil pessoas para treinar os algoritmos de IA responsáveis por interpretar com precisão os impulsos neurais. O estudo completo foi publicado na revista Nature.
-
Por mais de 400 anos, marinheiros relataram cruzar um oceano que brilhava no escuro como neve, sem ondas e sem reflexos, apenas um brilho uniforme se estendendo até o horizonte, e em 2019 um satélite registrou o fenômeno cobrindo mais de 100.000 km² por mais de 40 noites seguidas ao sul de Java, mas os cientistas ainda não sabem exatamente o que desencadeia o processo
-
Japão vira referência com processo genial que recicla 100 toneladas de plástico por dia usando técnica que remove contaminantes, sensores ópticos que separam PP e PE em segundos e linhas industriais que transformam toneladas de resíduos em paletes reutilizáveis.
-
China criou máquina ‘impossível’ que muda a agricultura ao combinar drones, tratores autônomos com navegação centimétrica, sensores e inteligência artificial
-
A cidade flutuante movida a 2 reatores nucleares que abandona o vapor, usa campos eletromagnéticos para lançar aeronaves ao céu e inaugura uma nova era dos porta-aviões de guerra
A pulseira utiliza tecnologia de eletromiografia não invasiva, que lê sinais elétricos diretamente da pele. Diferente de chips cerebrais — como os da Neuralink — ela dispensa qualquer cirurgia e pode ser usada por qualquer pessoa. O sistema também está sendo testado com óculos de realidade aumentada e deve integrar futuros produtos da Meta voltados à computação espacial.
Potencial para acessibilidade e trabalho sem telas
Além da promessa futurista, a pulseira da Meta tem se mostrado especialmente promissora em aplicações de acessibilidade. Em testes com pessoas com lesões medulares, foi possível realizar tarefas digitais básicas apenas com comandos musculares mínimos. A expectativa é que a tecnologia ofereça novas alternativas de inclusão digital para quem tem limitações motoras.
A empresa afirma que o dispositivo pode substituir o uso tradicional de mouse e teclado em muitos contextos. O projeto também reforça a aposta da Meta em ambientes imersivos e interfaces naturais — parte dos esforços para expandir seu ecossistema além das redes sociais.
Você usaria a pulseira da Meta para substituir seu mouse e teclado? Acha que ela pode mesmo revolucionar a interação digital? Deixe sua opinião nos comentários!
Seja o primeiro a reagir!