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Ubicación MG Tiempo de lectura 4 min de lectura Comentarios 2 comentarios

Rebanho bovino em Minas Gerais: Emater alerta sobre vacinação obrigatória para controle de parasitas e prevenção de doenças

Escrito por Rodrigo Souza
Publicado el 12/11/2025 a las 14:02
A sanidade do rebanho bovino em Minas Gerais é um fator decisivo para o sucesso da pecuária, influenciando diretamente a produtividade e a rentabilidade das fazendas
A sanidade do rebanho bovino em Minas Gerais é um fator decisivo para o sucesso da pecuária, influenciando diretamente a produtividade e a rentabilidade das fazendas (Foto: Freepik)
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A saúde do rebanho bovino em Minas Gerais depende de vacinação, controle de parasitas e boas práticas de manejo sanitário, garantindo produtividade e segurança alimentar nas propriedades rurais

A sanidade do rebanho bovino em Minas Gerais é um fator decisivo para o sucesso da pecuária, influenciando diretamente a produtividade e a rentabilidade das fazendas, segundo uma matéria publicada.

A Emater-MG tem reforçado aos produtores a importância de adotar práticas contínuas de vacinação, controle de parasitas e manejo preventivo contra doenças.

Segundo o zootecnista Manoel Lúcio Pontes Morais, coordenador técnico estadual da instituição, manter um calendário sanitário atualizado e visível é o primeiro passo para garantir que nenhum procedimento seja esquecido, evitando prejuízos e reduzindo o uso de medicamentos.

A vacinação e os cuidados sanitários devem começar ainda nas primeiras horas de vida do bezerro.

O fornecimento do colostro logo após o nascimento, especialmente nas duas primeiras horas, é essencial para fortalecer a imunidade e proteger o animal contra infecções.

A cura adequada do umbigo com álcool iodado é outro procedimento indispensável para evitar contaminações e garantir o desenvolvimento saudável do recém-nascido.

Vacinação contra brucelose e raiva: prevenção que garante segurança no campo

Entre as principais recomendações da Emater-MG está o cumprimento rigoroso das campanhas de vacinação obrigatórias.

No caso da brucelose, a imunização das bezerras entre três e oito meses é exigida por lei e deve ser realizada por um médico veterinário ou profissional credenciado.

Já a vacina contra a raiva, aplicada anualmente, protege não apenas os animais, mas também as pessoas que convivem no ambiente rural.

As clostridioses, doenças causadas por bactérias que provocam mortes súbitas, como o tétano e o botulismo, continuam sendo uma preocupação frequente no rebanho bovino em Minas Gerais.

Segundo a Emater-MG, a vacinação preventiva é a forma mais segura e econômica de evitar perdas.

Além disso, a instituição destaca que as falhas no calendário sanitário comprometem a produtividade e a qualidade dos produtos de origem animal, afetando diretamente o lucro do produtor.

Controle do carrapato bovino e uso correto de produtos veterinários

O controle de parasitas é um dos pilares da sanidade animal e deve ser realizado de maneira estratégica.

O carrapato bovino, por exemplo, causa queda na produção de leite e carne, além de transmitir doenças graves.

Morais orienta que o produtor utilize produtos específicos, siga a dosagem correta e respeite os intervalos de aplicação.

O uso de equipamentos de proteção durante o preparo e o banho dos animais também é indispensável para garantir a segurança do trabalhador rural.

As verminoses, outro desafio recorrente, podem ser controladas com vermífugos de amplo espectro e rotação de pastagens.

Ambientes úmidos, mal drenados e com alta densidade de animais favorecem a proliferação de vermes.

A Emater-MG recomenda ainda manter a limpeza das instalações e separar os animais jovens dos adultos, práticas que reduzem significativamente a contaminação dentro do rebanho.

Essas ações de manejo preventivo elevam o desempenho do rebanho bovino em Minas Gerais, melhorando a conversão alimentar e reduzindo os custos com tratamentos curativos.

Mamite em vacas leiteiras e práticas de higiene na ordenha

A mamite, inflamação do úbere que prejudica a produção e a qualidade do leite, continua sendo uma das doenças mais comuns entre vacas leiteiras no estado.

A Emater-MG orienta os produtores a adotar medidas simples e eficazes de higiene durante a ordenha.

O uso da caneca de fundo escuro e a realização periódica do teste CMT (Califórnia Mastite Teste) permitem detectar precocemente a doença, evitando perdas econômicas e comprometimento da qualidade do produto final.

Para o coordenador da Emater-MG, o manejo sanitário não deve ser visto como custo, mas como investimento essencial.

A adoção de boas práticas garante o bem-estar animal, reduz desperdícios e aumenta o retorno financeiro das propriedades.

Todos os detalhes sobre vacinação, controle de parasitas e higiene estão reunidos na cartilha “Manejo Sanitário de Bovinos”, disponível para consulta e download gratuito na Livraria Virtual da Emater-MG, pelo site www.emater.mg.gov.br.

Essas orientações reforçam que o sucesso da pecuária mineira depende de um conjunto de cuidados diários e da adesão dos produtores às recomendações técnicas, assegurando a sustentabilidade e a competitividade do rebanho bovino em Minas Gerais.

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Paulo Nogueira
Paulo Nogueira(@paulopistogmail-com)
Member
12/11/2025 14:40

Muito bom artigo.

Rodrigo Souza

Jornalista formado em 2006 pelo UNI-BH e com mais de 15 anos de experiência na produção de conteúdo otimizado para sites e blogs. Sou apaixonado pela escrita e sempre prezo pela credibilidade. Ao longo da minha carreira, já prestei serviço para diversos portais de notícias e agências de marketing digital na produção de matérias jornalísticas e artigos SEO.

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