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Segundo 0km mais barato do Brasil dispara no ranking por menos de R$ 80 mil: o Renault Kwid 2026 custa R$ 78.690 e faz 14,6 km/l na cidade; em um mercado onde quase tudo já passa de R$ 90 mil, ele vira “achado”

Publicado em 07/01/2026 às 11:57
Segundo 0km mais barato do Brasil, o Renault Kwid 2026 atrai atenção pelo consumo do Kwid, preço do Kwid e por ser um dos poucos carros acessíveis hoje.
Segundo 0km mais barato do Brasil, o Renault Kwid 2026 atrai atenção pelo consumo do Kwid, preço do Kwid e por ser um dos poucos carros acessíveis hoje.
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Segundo 0km mais barato do Brasil, o Renault Kwid Zen 1.0 2026 sai por R$ 78.690 e marca 14,6 km/l na cidade. Num cenário em que quase todos passam de R$ 90 mil, ele só fica atrás do Citroën C3 de R$ 75.990 com motor 1.0 flex e câmbio manual.

O Segundo 0km mais barato do Brasil virou notícia em 2026 porque, em um mercado de zero quilômetro com preços elevados após anos de desafios econômicos, encontrar opções abaixo de R$ 80 mil está cada vez mais raro. Nesse cenário, o Renault Kwid 2026 aparece como um “achado” por R$ 78.690, enquanto a maioria dos modelos já passa de R$ 90 mil.

Além do preço, o Kwid ganha destaque pelo consumo: 14,6 km/l na cidade com gasolina. O conjunto de dados reforça por que o carro sobe no ranking de acessibilidade e, ao mesmo tempo, expõe a escassez de alternativas realmente baratas no Brasil.

Preço alto virou regra e carro acessível virou exceção

O mercado de automóveis zero quilômetro no Brasil, em 2026, segue pressionado por preços elevados.

A ideia de “carro popular” perdeu espaço, principalmente quando o recorte é simples: abaixo de R$ 80 mil, as opções são poucas.

Quando a referência do consumidor passa a ser um patamar de R$ 90 mil como linha de corte, até modelos que tradicionalmente ocupavam o imaginário de entrada, como Hyundai HB20 e Chevrolet Onix, passam a ser percebidos como caros.

O resultado é um ambiente em que qualquer modelo que se mantenha abaixo desse piso vira ponto fora da curva.

Ranking de janeiro de 2026: os 10 modelos 0km mais baratos

A lista dos modelos 0km mais baratos do Brasil em janeiro de 2026 mostra, na prática, o estreitamento do segmento de entrada e a rapidez com que a tabela sobe acima de R$ 90 mil:

  1. Citroën C3 Live 1.0 Manual 2026: R$ 75.990
  2. Renault Kwid Zen 1.0 Manual 2026: R$ 78.690
  3. Fiat Mobi Like 1.0 Manual 2026: R$ 81.060
  4. Fiat Argo 1.0 Manual 2026: R$ 92.990
  5. Peugeot 208 Style 1.0 Manual 2026: R$ 92.990
  6. Volkswagen Polo Track 1.0 Manual 2026: R$ 93.660
  7. Citroën Basalt Feel 1.0 Manual 2026: R$ 94.990
  8. Hyundai HB20 Comfort 1.0 Manual 2026: R$ 95.190
  9. Chevrolet Onix 1.0 Manual 2026: R$ 99.990
  10. Fiat Pulse Drive 1.3 Manual 2026: R$ 101.990

O ranking deixa um recado direto: depois do Kwid e do C3, a escada de preços sobe rápido.

E, a partir do quarto colocado, praticamente tudo já entra na faixa acima de R$ 90 mil.

Segundo 0km mais barato do Brasil: por que o Kwid 2026 chama atenção

O Segundo 0km mais barato do Brasil se destaca porque encaixa exatamente no ponto em que o consumidor sente a ruptura do mercado: ele ainda está abaixo de R$ 80 mil, enquanto a maior parte dos modelos já ultrapassou R$ 90 mil.

O Renault Kwid Zen 1.0 Manual 2026 custa R$ 78.690 e só fica atrás do Citroën C3 Live 1.0 Manual 2026, de R$ 75.990.

Essa diferença de posição importa porque, em um contexto de escassez, o “segundo mais barato” não é um detalhe: é um indicativo de que o corredor de carros acessíveis está estreito.

Ao mesmo tempo, o Segundo 0km mais barato do Brasil ajuda a ilustrar como o mercado se reorganizou.

Há uma distância clara entre os três primeiros colocados e o bloco seguinte, que já começa acima de R$ 90 mil, com Argo e Peugeot 208 empatados em R$ 92.990.

Consumo do Renault Kwid 2026: o que diz o Inmetro

O consumo do Renault Kwid 2026 ganha relevância porque é um dos pontos que reforçam sua atratividade no segmento de entrada.

Os números citados têm como base o Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro, e são iguais para todas as configurações a combustão do modelo.

Para o Kwid Zen 1.0 MT, os dados indicam:

Cidade
Gasolina: 14,6 km/l
Etanol: 10,4 km/l

Estrada
Gasolina: 15,5 km/l
Etanol: 10,8 km/l

O mesmo padrão de consumo é informado para as demais versões a combustão:

Renault Kwid Intense 1.0 MT
Cidade: 14,6 km/l (gasolina) e 10,4 km/l (etanol)
Estrada: 15,5 km/l (gasolina) e 10,8 km/l (etanol)

Renault Kwid Intense Pack Biton 1.0 MT
Cidade: 14,6 km/l (gasolina) e 10,4 km/l (etanol)
Estrada: 15,5 km/l (gasolina) e 10,8 km/l (etanol)

Renault Kwid Outsider 1.0 MT
Cidade: 14,6 km/l (gasolina) e 10,4 km/l (etanol)
Estrada: 15,5 km/l (gasolina) e 10,8 km/l (etanol)

Esses números ajudam a explicar por que o Segundo 0km mais barato do Brasil não aparece apenas como opção de preço.

Ele também entra na conversa como escolha ligada a eficiência.

Motor e câmbio: o que todas as versões a combustão têm em comum

Todas as versões a combustão do Renault Kwid 2026 utilizam o motor 1.0 flex aspirado. A potência informada é de 68 cv com gasolina e 71 cv com etanol, sempre associada a um câmbio manual de cinco marchas.

Esse conjunto mecânico padronizado facilita a leitura do modelo para quem compara versões: os dados de consumo permanecem os mesmos, e a proposta se mantém centrada em um carro que busca eficiência em um mercado no qual o acesso virou tema principal.

O “achado” abaixo de R$ 80 mil e o que ele revela sobre 2026

O Segundo 0km mais barato do Brasil vira símbolo por um motivo que vai além do Renault Kwid 2026.

Ele evidencia um quadro em que os carros acessíveis são raros e a maior parte do mercado se concentra acima de R$ 90 mil.

Quando um modelo a R$ 78.690 passa a ser tratado como exceção, o recado é que a entrada ficou cara e curta.

Por isso, o Kwid aparece como alternativa atraente para quem prioriza eficiência de consumo e quer manter o custo de aquisição sob controle, sem depender de um mercado que empurrou quase tudo para a faixa de preços mais alta.

Na prática, você acha que o Segundo 0km mais barato do Brasil virou “achado” por mérito do Kwid ou porque o mercado deixou o consumidor sem opções realmente acessíveis?

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Maria Heloisa Barbosa Borges

Falo sobre construção, mineração, minas brasileiras, petróleo e grandes projetos ferroviários e de engenharia civil. Diariamente escrevo sobre curiosidades do mercado brasileiro.

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