O Sertão nordestino integra o Polígono das Secas, ocupa cerca de 1.000.000 km² em 11 estados, registra chuvas abaixo de 500 mm anuais e enfrenta estiagens recorrentes que impactam população, economia rural e segurança hídrica
A região mais árida do Nordeste é o Sertão, faixa semiárida que atravessa cerca de 1.000.000 km² em 11 estados, registra chuvas irregulares inferiores a 500 mm por ano, altas temperaturas médias e histórico secular de secas que afetam abastecimento, produção agrícola e dinâmica social.
O Sertão abrange áreas do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Piauí e porções do Maranhão e Minas Gerais, integrando o chamado Polígono das Secas, delimitado oficialmente no início do século XX.
O clima predominante é o semiárido quente, com longos períodos sem precipitação, elevada evapotranspiração e chuvas concentradas em poucos meses, o que dificulta a recarga de reservatórios e aquíferos rasos da regiao.
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As temperaturas médias anuais variam entre 26 °C e 30 °C, com picos superiores a 40 °C em anos de estiagem severa, ampliando perdas hídricas no solo e reduzindo a produtividade agropecuária de sequeiro.
A vegetação típica é a Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, adaptado à escassez de água, com espécies caducifólias, cactáceas e arbustos espinhosos que entram em dormência durante a seca prolongada.
Historicamente, secas registradas desde o século XIX provocaram migrações em massa, crises alimentares e colapsos econômicos locais, moldando políticas públicas voltadas a açudes, barragens e programas de convivência com o semiárido.
Atualmente, o Sertão concentra parte significativa da população rural vulnerável do país, com forte dependência de cisternas, adutoras e programas de segurança hídrica para consumo humano e dessedentação animal.
Apesar das limitações climáticas, a região abriga polos de fruticultura irrigada, energia solar e produção de caprinos e ovinos, mostrando adaptação produtiva mesmo sob as condições mais áridas do Nordeste brasileiro.

Kd o consórcio nordeste..e só fazer uma tubulação de onde o rio são Francisco deságua no mar e levar para estas regiões áridas
.só falta vontade política e união dos estados..