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Dois irmãos transformaram SILO abandonado de 100 anos num espaço familiar de luxo

Escrito por Roberta Souza
Publicado el 14/01/2026 a las 23:40
Silo - obra - estrutura - alvenaria
Imagem: reprodução youtube
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Projeto em Wisconsin saiu do papel com engenharia na prática: telhado de 16 mil libras, reparo estrutural em alvenaria antiga e reaproveitamento de madeira do próprio terreno

Por mais de 50 anos, um silo de pedra em uma área rural de Wisconsin (EUA) ficou abandonado, sem telhado e deteriorando com o tempo. Só que o “prédio morto” — construído em 1909 — virou o centro de uma transformação que parece roteiro de filme: dois irmãos decidiram reformar tudo por conta própria e levantar um espaço de convivência com três pavimentos, bar no térreo e áreas de lounge acima.

O detalhe que faz essa história explodir em curiosidade é o “modo hard”: sem grandes contratadas para salvar o cronograma, com muro antigo exigindo reparo estrutural, trabalho em altura próximo de 12 metros (40 pés) e um inverno que não perdoa. A reforma virou uma série registrada em vídeo e textos pelos próprios criadores do projeto, os Worzalla Brothers.

O que eles estão construindo: 3 níveis, bar e um “hangout” familiar

A proposta não foi “decorar ruína”: foi ressuscitar o silo e torná-lo utilizável como um espaço real de encontro da família. Segundo o relato do projeto, a ideia inclui:

  • bar no piso térreo,
  • 2 áreas de convivência nos níveis superiores,
  • uma estrutura anexa para escada em espiral,
  • e melhorias externas (como pátio).

O foco era transformar um cilindro de pedra antigo em algo que desse orgulho de mostrar — e, principalmente, que pudesse ser usado em encontros familiares.

Por que isso é perigoso e caro: alvenaria falhando, altura e um telhado “monstro”

O maior inimigo da obra não foi “acabamento”: foi estrutura.

Os irmãos precisaram remover sujeira, mofo e trechos soltos, e então partir para a etapa mais crítica: reparar a alvenaria antiga, em muitos momentos trabalhando em altura para consolidar áreas fragilizadas. A própria documentação do projeto cita que a fase de alvenaria foi longa e exigente antes de o silo ficar pronto para receber as próximas etapas.

E aí vem o número que chama clique: o telhado e as peças estruturais envolvem cargas na casa das 16.000 libras (algo em torno de 7,2 toneladas) e precisaram ser planejadas e montadas com precisão — porque, no alto, “errar” não é opção.

A virada do projeto: madeira “de graça” e engenharia na raça

Em vez de comprar madeira nova (um dos custos mais pesados em reformas), eles aproveitaram árvores freixo (ash) do próprio terreno, incluindo árvores mortas por infestação, transformando o que seria descarte em material estrutural após corte, preparação e secagem controlada.

Isso vira um gancho excelente de vida real: quando o orçamento é limitado, o projeto só fecha quando a pessoa vira solução — e nesse caso eles fizeram isso combinando conhecimentos de carpintaria, “truques de fazenda” e planejamento de engenharia.

O que essa história diz sobre “obra impossível” (e por que viraliza)

A parte mais forte não é luxo — é o contraste: uma estrutura histórica, abandonada, vira uma construção funcional quando alguém decide encarar o que todo mundo evita: risco, trabalho, logística e tempo. O projeto também mostra um ponto que muita gente sente na pele: não existe milagre sem processo — e processo, em obra, é o que mais dá errado quando você depende do clima, de equipamento e de estrutura antiga.

Video de YouTube

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Roberta Souza

Autora no portal Click Petróleo e Gás desde 2019, responsável pela publicação de mais de 8.000 matérias que somam milhões de acessos, unindo técnica, clareza e engajamento para informar e conectar leitores. Engenheira de Petróleo e pós-graduada em Comissionamento de Unidades Industriais, também trago experiência prática e vivência no setor do agronegócio, o que amplia minha visão e versatilidade na produção de conteúdo especializado. Desenvolvo pautas, divulgo oportunidades de emprego e crio materiais publicitários direcionados para o público do setor. Para sugestões de pauta, divulgação de vagas ou propostas de publicidade, entre em contato pelo e-mail: santizatagpc@gmail.com. Não recebemos currículos

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