A Statkraft, maior geradora renovável da Europa, inaugura usinas solares híbridas na COP30 e consolida sua presença no mercado brasileiro com projetos que ampliam a energia limpa e fortalecem metas climáticas globais
Durante a COP30, realizada em novembro de 2025 em Belém, a Statkraft inaugurou novos projetos solares e sistemas de armazenamento que passaram a integrar sua expansão no mercado brasileiro. Além disso, esses empreendimentos foram apresentados como parte das metas climáticas reforçadas no evento e da estratégia global de energia limpa da companhia.
Inaugurações da Statkraft durante a COP30 no Brasil
A inauguração ocorreu simultaneamente em Belém e em Morro do Cruzeiro, na Bahia, onde executivos e colaboradores participaram presencialmente. Além disso, o evento foi transmitido ao vivo para todas as unidades da Statkraft. A cerimônia contou com a presença do Ministro do Clima e Meio Ambiente da Noruega, Andreas Bjelland Eriksen, da CEO Birgitte Ringstad Vartdal, do Vice-Presidente Executivo Internacional Fernando De Lapuerta, do Diretor-Presidente no Brasil Thiago Tomazolli e do Presidente do BahiaInvest, Paulo Guimarães. Por isso, todos formalizaram o início das operações de duas usinas solares híbridas no interior da Bahia.

Projetos solares híbridos e seu papel na matriz renovável
Os dois complexos híbridos passarão a produzir 3.266 GWh anuais, conforme a Statkraft apresentou no anúncio oficial. Além disso, os empreendendimentos combinam energia solar, eólica e sistemas de baterias para garantir estabilidade no fornecimento. Como resultado, esses parques reforçam a matriz renovável nacional com geração contínua e redução do uso de fontes fósseis. Dessa forma, as usinas ampliam a capacidade instalada da empresa no Brasil e fortalecem o setor energético do Nordeste.
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Contribuição para metas climáticas e cenários do relatório Green Transition Scenarios
O relatório Green Transition Scenarios 2025, divulgado pela Statkraft em outubro de 2025, aponta que o aquecimento global pode ser limitado a 1,9°C no cenário mais otimista. Além disso, o estudo destaca que o limite de 1,5°C exige ritmo mais acelerado de redução de emissões. Por outro lado, caso o avanço da transição energética não acompanhe a urgência climática, a temperatura pode subir 2,4°C até 2050. Por isso, Fernando De Lapuerta afirmou que a combinação de energia solar, baterias e eólica é a forma mais rápida e acessível de cortar emissões globais.
Ações sociais, capacitação e compromisso ambiental da Statkraft
A Statkraft reforçou iniciativas sociais com oportunidades de emprego e programas de qualificação técnica vinculados aos novos projetos solares. Além disso, a empresa destacou que trabalha diretamente com as comunidades locais para reduzir impactos ambientais e fortalecer a infraestrutura regional. Dessa forma, Thiago Tomazolli declarou que a empresa prioriza impacto social positivo e parcerias comunitárias. Por isso, ações de mitigação ambiental e programas de desenvolvimento passaram a compor a implantação das usinas híbridas.
Entrada definitiva da Statkraft no mercado solar brasileiro
A inauguração dos projetos marca a entrada definitiva da Statkraft no setor solar nacional. Além disso, os empreendimentos foram concebidos e executados integralmente pela empresa. Com as novas usinas e o sistema de armazenamento, o portfólio da Statkraft Brasil chegará a 2,3 GW de capacidade instalada. Consequentemente, a companhia consolidará sua posição entre as maiores geradoras renováveis do país.
Impactos regionais e conexão com o desenvolvimento do Nordeste
Os projetos reforçam o papel do Nordeste como uma das regiões mais estratégicas para energias renováveis. Além disso, impulsionam novas oportunidades de crescimento local, conforme destacou Fernando De Lapuerta. Como resultado, a Statkraft ampliará o uso dos recursos solares e eólicos do país. Por isso, os complexos passaram a integrar planos de longo prazo para expansão energética sustentável.
Mudanças que reforçam o avanço da energia limpa
As inaugurações confirmam a estratégia de longo prazo da Statkraft para ampliar energias renováveis no Brasil. Além disso, reforçam compromissos assumidos durante a COP30 com metas alinhadas ao Acordo de Paris. Dessa forma, a expansão dos projetos híbridos consolida um novo capítulo para a transição energética nacional.
E, diante dessa aceleração renovável, até onde a combinação entre solar, eólica e baterias pode transformar o futuro energético brasileiro?
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